Avançar para o conteúdo principal

Jovem raptado há 11 anos reencontra a família graças ao Google Maps



 Um adolescente indonésio, de 17 anos, reencontrou-se com a família graças ao Google Maps, 11 anos depois de ter sido raptado.


Ervan Wahyu Anjasworo, da localidade de Sragen, na ilha indonésia de Java, estava a frequentar um curso num centro de reabilitação para menores quando decidiu “passear” no Google Maps para tentar encontrar o mercado onde a sua avó o tinha levado quando era criança, conta o canal estatal russo RT.


O jovem, de 17 anos, começou por procurar a cidade de Surakarta e, de seguida, procurou todos os mercados daquela zona, um por um, até encontrar um mercado tradicional em Sragen que lhe lembrava o da sua infância.


O adolescente deu a morada a um assistente social, que contactou os serviços sociais de Sragen, que conseguiram localizar os seus familiares. Uns dias depois, Ervan recebeu uma encomenda com fotografias dele e da sua família.


Ervan foi levado a Sragen, onde se reencontrou finalmente com a sua família, que já não via há mais de uma década. O indonésio foi raptado, quando tinha cinco anos, por um artista de rua que o obrigou a andar com ele.


Durante cerca de dois anos, o rapaz viveu nas ruas de diferentes cidades do país, até que, um dia, o seu sequestrador o abandonou quando, ao ouvir sirenes da polícia, fugiu com medo.


O jovem acabou por ser transferido para um centro para mulheres e crianças. Daí, foi mais tarde redirecionado para um internato islâmico, onde viveu durante oito anos antes de se reunir outra vez com a família.


https://zap.aeiou.pt/jovem-raptado-google-maps-352667

Comentários

Notícias mais vistas:

Ucrânia acusa Hungria de fazer sete funcionários de banco ucraniano reféns em Budapeste

 Kiev acusa as autoridades húngaras de terem raptado sete funcionários do Oschadbank da Ucrânia, e terem apreendido uma grande quantidade de dinheiro e ouro. Uma nova escalada numa amarga disputa diplomática entre Orbán e Zelenskyy. O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia acusou na quinta-feira a Hungria de fazer sete funcionários de um banco ucraniano reféns em Budapeste, num momento de elevada tensão entre os dois países. "Em Budapeste, as autoridades húngaras fizeram sete cidadãos ucranianos reféns. Os motivos permanecem desconhecidos, assim como o seu estado de saúde atual", escreveu Andriy Sybiga. Segundo o chefe da diplomacia ucraniana, os detidos são "funcionários do banco estatal Oschadbank que operavam dois veículos do banco em trânsito entre a Áustria e a Ucrânia, transportando dinheiro". "Trata-se de terrorismo e de extorsão patrocinada pelo Estado" perpetrada pela Hungria, denunciou o ministro, afirmando já ter enviado uma nota oficial ...

Filhos de Donald Trump investem em startup de drones que quer usar tecnologia ucraniana

  Foto: Instagram @powerus_ Os filhos do presidente dos Estados Unidos,  Donald Trump , estão apoiando um novo fabricante de drones chamado Powerus, uma startup que pretende integrar tecnologia desenvolvida na Ucrânia em seus sistemas. A informação foi divulgada pelo  The Wall Street Journal . A empresa, fundada em 2025 em  West Palm Beach , na Flórida, planeja abrir capital na Nasdaq em breve. O movimento deve ocorrer por meio de uma fusão com a holding Aureus Greenway, que possui vários campos de golfe no estado da Flórida. Entre os acionistas da  Aureus Greenway  estão o fundo de investimentos da família Trump, American Ventures, a empresa Unusual Machines — onde Donald Trump Jr. atua como acionista e membro do conselho consultivo — e o banco de investimentos Dominari Securities, também ligado à família Trump. Foto: Instagram @powerus_ Segundo Andrew Fox, CEO da Powerus, a estratégia de fusão reflete a aposta em um setor com forte crescimento global. “O ...

Wall Street começa a chamar a atenção para os "ecos" da pior crise do século

  Para alguns investidores proeminentes, os paralelos com a crise dos subprimes parecem óbvios. Mas não há um consenso claro em Wall Street Nova Iorque -  Durante meses, investidores e analistas têm acompanhado de perto o obscuro setor financeiro conhecido como crédito privado, onde os sinais de alerta têm alimentado receios de uma repetição da crise financeira de 2008. Ainda não é claro se estes alertas representam apenas alguns erros isolados ou uma fragilidade sistémica mais grave no setor de 1,8 mil milhões de dólares. Mas, se esta última hipótese for sequer remotamente possível, vale a pena perceber o que raio se está a passar. Uma breve introdução ao "crédito privado" De uma forma muito simples, o termo refere-se aos investidores que emprestam dinheiro diretamente a empresas privadas, sem passar pelos bancos. Os mutuários — geralmente pequenas empresas que os bancos considerariam demasiado arriscadas ou complexas para um empréstimo tradicional — pagam uma taxa de juro m...