Avançar para o conteúdo principal

Microsoft cria controlador com feedback háptico para se usar no pulso


 Solução que está a ser explorada pela Microsoft pretende conferir mais realismo às experiências de Realidade Virtual e dois comandos podem ser usados em simultâneo, dando a sensação de se pegar num objeto com as duas mãos


O controlador Haptic PIVOT ainda está numa fase inicial nos laboratórios da Microsoft e representa uma tentativa de tornar as experiências de Realidade Virtual mais imersivas e realistas. Este controlador, com um design inovador, é um manípulo motorizado com fixação na zona do pulso e que transmite feedback háptico ao utilizador para lhe dar a sensação de pegar e largar objetos.


O manípulo tem sensores capacitativos que lhe permitem detetar o que o utilizador está a fazer e como se está a mover, conseguindo ajustar de forma sincronizada o movimento com o que se está a ver no ecrã. O Engadget explica que podem ser usados dois destes controladores em simultâneo, um em cada mão, para dar a sensação de que se está a segurar um objeto com as duas mãos.


A Microsoft refere que o design retrátil do manípulo (quando não está em uso) permite que seja usado em conjunto com um teclado e um rato. “O inserir do formato ou design de pulso no nosso catálogo confere uma oportunidade para disponibilizar um vasto leque de ações sem ter de interferir com o ambiente físico envolvente do jogador”, escreve a equipa responsável pelo desenvolvimento.


Nesta fase, o Haptic PIVOT ainda é um projeto de investigação e que pode nem sequer chegar ao mercado, mas pode servir pelo menos de inspiração para outras empresas criarem soluções semelhantes.




https://visao.sapo.pt/exameinformatica/noticias-ei/hardware/2020-10-22-microsoft-cria-controlador-com-feedback-haptico-para-se-usar-no-pulso/

Comentários

Notícias mais vistas:

Rendas congeladas “desesperam” proprietários e inquilinos apontam despejos como medida “oportunista”

Foto: Rodolfo Alexandre Reis  Luís Menezes Leitão, presidente da Associação Lisbonense de Proprietários diz que as propostas do Governo sobre o descongelamento das rendas são “minúsculas” e que mesmo em relação ao despejos “falta muito por esclarecer”. Já António Machado, líder da Associação de Inquilinos Lisbonenses considera que aumentar a liberalização dos contratos significa que “a parte mais fraca ainda fica mais fraca”. Concordam em discordar. É desta forma que os proprietários e inquilinos olham para o conjunto de medidas apresentadas pelo Governo sobre o novo regime do arrendamento urbano (NRAU). No lado da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), o presidente Luís Menezes Leitão, lamenta que o congelamento das rendas antigas a 1990, um dos principais cavalos de batalha da ALP se mantenha praticamente inalterado. “As alterações são minúsculas e só têm significado relativamente a inquilinos que ganhem acima de cinco salários mínimos mensais e mesmo assim estabelece a fi...

Quimioterapia com "efeitos secundários mínimos". A descoberta na luta contra o cancro que tem a mão de duas portuguesas

 Diana Fernandes e Fernanda Andrade integram a equipa de investigadores que desenvolveu um hidrogel injetável que pode estar perto de revolucionar a quimioterapia como hoje a conhecemos. Quiseram "humanizar" o tratamento e tornar "mínimos" os seus efeitos secundários. Os tumores sólidos são os alvos do tratamento, como cancro do ovário, cérebro, mama ou pâncreas É macio, injetável, biodegradável e feito com compostos naturais. São as principais características do novo hidrogel desenvolvido por investigadores do Instituto de Investigação Vall d’Hebron (VHIR) que pode simbolizar um verdadeiro ponto de viragem na luta contra o cancro. Composta por celulose e quisotano, esta formulação local funciona como um “sistema de depósito” que vai libertando o fármaco da quimioterapia “pouco a pouco, durante um longo período de tempo”, com precisão junto da zona do tumor. É o que explica à CNN Portugal a principal investigadora do projeto, Diana Fernandes, 39 anos, doutorada em T...

CRA: a lei europeia de cibersegurança que vai afetar milhares de produtos

 A União Europeia está a mudar a forma como a cibersegurança é encarada. Com o Cyber Resilience Act (CRA), a segurança deixa de ser apenas uma preocupação das organizações e passa também a ser uma obrigação diretamente associada aos produtos digitais colocados no mercado europeu. Cyber Resilience Act (CRA): a lei europeia de cibersegurança que vai afetar milhares de produtos A nova legislação estabelece requisitos obrigatórios de cibersegurança para produtos com elementos digitais, abrangendo desde software e sistemas operativos a dispositivos IoT, equipamentos conectados e determinados componentes de infraestrutura. O objetivo é simples: os produtos digitais devem ser concebidos, desenvolvidos e mantidos tendo a segurança em conta desde o início e durante todo o seu ciclo de vida. O que é o Cyber Resilience Act? O CRA é uma regulamentação europeia que estabelece requisitos de cibersegurança para produtos com elementos digitais comercializados na União Europeia. A grande mudança es...