Avançar para o conteúdo principal

China alerta: Há uma nova pneumonia que pode ser mais fatal que a Covid-19


 A Embaixada da China no Casaquistão está a alertar os cidadãos chineses a viver neste país para uma pneumonia cuja taxa de mortalidade é “muito maior” do que a de COVID-19, de acordo com a imprensa local. O Global Times adianta que esta doença de origem desconhecida já provocou 1.772 mortes desde Janeiro, incluindo 628 pessoas só no passado mês de Junho.


A publicação dá conta de um comunicado emitido pela Embaixada através do WeChat, durante o dia de ontem. O número de vítimas mortais na sequência desta pneumonia preocupa as autoridades, que já estão a estudar o vírus para descobrir mais pormenores. Não existe qualquer indicação sobre uma possível associação ou não ao novo coronavírus.


No entanto, à semelhança do que aconteceu com a pandemia, poderão ser necessárias medidas especiais para prevenir a propagação desta pneumonia. Especialistas chineses citados pelo Global Times referem que é importante impedir que a doença não chegue à China.


As informações providenciadas pela Embaixada referem que perto de 500 pessoas terão sido infectadas em três regiões específicas do Casaquistão – que faz fronteira com a China a Noroeste.


Quanto ao número de infecções, o ministro da Saúde do Casaquistão afirmou que os infectados com pneumonia são duas a três vezes mais do que os infectados com COVID-19. Dados oficiais deverão ser publicados já na próxima semana, segundo avança a agência de notícias Kazinform.


O país contabiliza 51.059 casos confirmados de COVID-19 e 264 óbitos na sequência do novo coronavírus.


https://executivedigest.sapo.pt/china-alerta-ha-uma-nova-pneumonia-que-pode-ser-mais-fatal-que-a-covid/

Comentários

Notícias mais vistas:

"Denúncia caluniosa" transformou sete semanas de sonho na vida de um empresário em vários anos de pesadelo

 João abriu uma empresa em Portugal no final de 2019 ligada à compra e venda de bitcoins. Cumpriu todas as regras, mas viu as contas bancárias bloqueadas. Suspeitas de burla e branqueamento deram origem a um processo que só foi arquivado em 2024. O Ministério Público admitiu no despacho final que houve “denúncia caluniosa” e que a empresa tinha procedimentos de segurança além dos exigidos por lei. O que é certo é que a empresa fechou por culpa de uma justiça lenta. A pessoa “é condenada antes de qualquer conclusão”, lamentou à CNN Portugal o empresário Nasceu no Brasil, mas reside na Alemanha há mais de uma década. João (nome fictício) sempre se sentiu atraído pelo mundo do trading e pelas novas tecnologias. Decidiu abrir uma empresa de compra e venda de criptomoedas em Portugal, mas o sonho transformou-se num pesadelo. A empresa apenas funcionou sete semanas, mas esteve quatro anos perdido entre a Polícia Judiciária (PJ) e o Ministério Público (MP). Os montantes elevados de alguma...

Tekever vai ter drones a detetar incêndios no Canadá (mas não em Portugal)

 Um contrato com a Phoenix Heli-Flight vai permitir à Tekever ter drones seus a detetar incêndios florestais no Canadá. Em Portugal não tem sistemas envolvidos nessa vigilância. O drone da Tekever que vai ser utilizado no Canadá para vigiar florestas. A Tekever foi contratada pela Phoenix Heli-Flight para colocar drones seus a vigiar áreas no Canadá para deteção de incêndios. A empresa portuguesa, que já atingiu o estatuto de unicórnio, anunciou o contrato, mas “por razões de confidencialidade” não revela o número de sistemas envolvidos no contrato nem os detalhes, nomeadamente o seu valor. Ao abrigo deste contrato, “a Phoenix Heli-Flight irá utilizar o AR3”, que a empresa diz ser “altamente adaptável com sensores especializados, para apoiar a deteção, monitorização e o combate a incêndios florestais”, acrescentando que “o objetivo é disponibilizar informação operacional crítica em tempo real às equipas responsáveis pela resposta à emergência, contribuindo para uma deteção mais pre...

Calçada portuguesa mata mais em Lisboa: Carlos Moedas muda de passeios "progressivamente"

 Tese de doutoramento no ISCTE mostra que quedas no passeio estão na origem de muitas mortes por pneumonia Ricardo Antunes, sociólogo e doutorado em Sociologia, investigou as causas remotas de 1935 óbitos hospitalares: 944 em Lisboa e 991 em Beja. “Surpreendentemente, percebi que na capital há mais mortes por pneumonia”, relata à CNN Portugal. Essa constatação deixou-o surpreendido. “Como é que a região mais rica do país, com os hospitais mais diferenciados, os melhores técnicos e a melhor tecnologia de saúde, ainda tem tantos casos fatais de uma infeção respiratória como a pneumonia?”, questionou-se o sociólogo. Ao reconstruir a história clínica dos falecidos, encontrou um padrão. “As informações nos registos de saúde mostram, claramente, que um número significativo dessas vítimas tinha, na sua história recente, um episódio de queda na via pública”, relata o enfermeiro, que se doutorou em Sociologia no ISCTE, Instituto Universitário de Lisboa. Um dos capítulos da sua tese, sobre d...