O porta-voz da Marinha ucraniana Dmitro Pletenchuk acusou, esta segunda-feira, Moscovo de atacar um navio comercial chinês enquanto este se encontrava em águas ucranianas. "Seria interessante saber o que levou os russos a tomarem a decisão de atacar esta madrugada, com um [drone] Shahed, um navio comercial chinês nos nossos mares", escreveu Pletenchuk na rede social Facebook. O porta-voz acrescentou que não houve vítimas e classificou o facto de a Rússia ter supostamente atacado um navio chinês como "uma novidade". A Rússia tem atacado com drones numerosos navios comerciais de bandeira estrangeira enquanto estes se encontravam atracados em portos ucranianos. A Ucrânia pede regularmente à China que aproveite a influência que tem sobre Moscovo para pressionar a Rússia a pôr fim à guerra. Marinha ucraniana denuncia suposto ataque russo com drone contra navio chinês - SIC Notícias
Zhong Shi - EPA Austrália obriga acionistas chineses a vender ações em empresa de terras raras O Governo australiano ordenou hoje a um grupo de acionistas com ligações à China, da empresa de terras raras Northern Minerals, que vendam as suas participações, invocando a necessidade de proteger este setor estratégico de influências externas. A Northern Minerals procura desafiar o domínio da China na produção de disprósio, um mineral usado na fabricação de ímanes permanentes para veículos elétricos. Nos últimos anos, investidores chineses tentaram adquirir posições significativas na empresa australiana. Em 2024, Camberra já tinha recorrido à lei sobre investimentos estrangeiros para forçar outro grupo de acionistas ligados à China a ceder as suas participações. Temendo uma tomada de controlo, a própria empresa submeteu-se em novembro de 2025 ao escrutínio da comissão australiana responsável pela avaliação de investimentos estrangeiros. "Aplicamos um quadro firme e não discriminatório...