Partido de Viktor Orbán pode perder o voto popular por mais de cinco pontos e ainda assim obter a maioria parlamentar. Analistas alertaram que sucessivas alterações legislativas na Hungria criaram um sistema eleitoral “injusto e desproporcional” que prejudica a oposição, cuja vitória pode não estar garantida nas legislativas de dia 12, apesar das sondagens favoráveis. Há mais de um ano que a maioria das sondagens independentes colocam o Tisza, partido líder da oposição do conservador Petér Magyar, à frente nas intenções de voto, chegando mesmo a diferenças superiores a 10 pontos percentuais face ao Fidesz, do primeiro-ministro populista, Viktor Orbán, no poder há 16 anos. Mais contexto. Mais verdade. Assine hoje com até 58% desconto nos nossos planos anuais.Oferecer “Numa situação normal, Magyar devia ganhar, mas isso não vai acontecer necessariamente”, argumentou Zsuzsanna Szelényi, analista política e que integrou o Fidesz, num debate promovido pela organização austríaca Fórum J...
Donald Trump ameaçou abandonar a aliança do Atlântico Norte devido à reticência dos países europeus em participar na guerra contra o Irão. No entanto, subsistem dúvidas sobre a forma exacta de o fazer, tanto ao abrigo da legislação nacional como dos tratados da NATO. As declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, contra a NATO, intensificaram-se nas últimas semanas, tendo como pano de fundo a guerra no Irão. Trump chegou ao ponto de ameaçar retirar-se da aliança depois de os países europeus e outros parceiros ocidentais se recusarem a participar ativamente. PUBLICIDADE PUBLICIDADE O seu último ataque verbal, em que apelidou a aliança de "tigre de papel", surgiu depois de os países da NATO não terem respondido aos seus apelos para reunir uma força naval para ajudar a reabrir o Estreito de Ormuz, que Teerão tem efetivamente bloqueado. "Diria que está para além de qualquer reconsideração", afirmou numa entrevista ao jornal britânico The Telegraph. "Nunca fu...