[Imagem: Mathias Kläui/JGU] Pela primeira vez, uma corrente orbital foi explorada diretamente de forma eficiente - a corrente orbital gerada no cobre (Cu*) acopla-se aos momentos orbitais no óxido de cobalto (CoO). Da eletrônica à orbitrônica A eletrônica funciona com base no movimento dos elétrons, enxurradas deles. Depois veio a spintrônica, que funciona com um aspecto magnético do elétron, o seu spin. Agora está emergindo a orbitrônica , que promete gastar muito menos energia ao funcionar com base nos momentos orbitais dos elétrons, que podem ser descritos em termos simplificados como "vórtices" de elétrons ao redor dos núcleos atômicos. E esse desenvolvimento da orbitrônica acaba de receber um impulso decisivo com a descoberta de um meio de utilizar diretamente as correntes orbitais, dispensando a conversão da corrente orbital em corrente de spin, que era necessária até agora. "Deste modo, conseguimos concretizar a primeira abordagem de dispositivo puramente orbitr...
Vista aérea do Acelerador de Iões Pesados de Alta Intensidade (HIAF, na sigla em inglês), em Huizhou Foto: Instituto de Física Moderna A China iniciou operações num acelerador de partículas de grande escala que pretende explorar os limites dos núcleos atómicos e desvendar os processos fundamentais da matéria e do universo. Segundo a agência Xinhua, na terça-feira foi iniciada a fase de operações experimentais do Acelerador de Iões Pesados de Alta Intensidade (HIAF, na sigla em inglês) em Huizhou, na província de Guangdong, que visa explorar os limites dos núcleos atómicos, revelar processos de astrofísica nuclear e impulsionar o desenvolvimento da energia nuclear e das suas aplicações. O professor Yang Jiancheng, vice-diretor do Instituto de Física Moderna da Academia Chinesa de Ciências e engenheiro‑chefe do projeto, indicou à Xinhua que esta instalação dispõe da maior intensidade de feixe pulsado de iões pesados do Mundo e do espetrómetro de anel mais preciso para medição de massas n...