Kremlin garante que todos os objetivos foram atingidos num ataque direcionado a alvos militares, ainda que haja confirmação de mortos civis As imagens que chegam da Ucrânia já deixavam a adivinhar e os números das autoridades confirmavam a dimensão do ataque levado a cabo pela Rússia na madrugada desta terça-feira, mas o Kremlin veio prontamente justificar as suas ações num comunicado que apresenta um caráter mais bélico do que o normal. Justificando a operação que lançou mais de 700 mísseis e drones contra quase toda a Ucrânia, o Ministério da Defesa da Rússia começou por dizer que este ataque foi uma “retaliação”. Essa é a expressão que consta na notícia que faz a manchete da RIA Novosti, agência ligada ao Estado, com Moscovo a falar numa resposta a "ataques terroristas" que entende que foram levados a cabo por Kiev. Uma retaliação que teve como alvos “infraestruturas industriais e militares”, segundo o mesmo comunicado, sabendo-se já que entre as 22 vítimas mortais já con...
Alerta foi lançado para praticamente todo o país e em Kiev pediu-se à população que procurasse abrigo no metro e em bunkers. A Rússia prometeu "ataques sistémicos" à capital e este pode ser só o início de algo maior A madrugada tinha acabado de começar em Portugal e já ia longa na Ucrânia quando todos os avisos soaram, apontando para um grande ataque a caminho vindo da Rússia que só parou quase duas horas depois. Kiev, Dnipro ou Kharkiv, três das maiores cidades da Ucrânia foram apenas alguns dos locais atingidos por um ataque que contou com disparos vindos dos mais variados sistemas de mísseis que a Rússia tem apontados para o inimigo. Às primeiras horas da manhã a contabilização atirava já para pelo menos cinco mortos, um número entretanto atualizado para 22, e dezenas de feridos, com o pior cenário a verificar-se em Dnipro, onde 16 pessoas morreram e pelo menos 35 ficaram feridas, de acordo com o governador regional, Oleksandr Hanzha. O número de vítimas acabou por ser at...