Brandão de Brito, secretário de Estado do Orçamento, e Joaquim Miranda Sarmento Os mercados financeiros estão menos tolerantes; a segurança orçamental “praticamente desapareceu”; e a dívida pública em risco efetivo é superior ao PIB mundial. Os avisos são do FMI, que, em Portugal, não antecipa novos excedentes orçamentais. Daqui para a frente, os défices regressam A economia portuguesa consolida a trajetória de descida do nível de endividamento público nos próximos cinco anos, mas não volta a ver, daqui em diante, excedentes nas contas públicas, segundo as projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI) publicadas no Fiscal Monitor. Os economistas do Fundo são até mais otimistas do que a equipa do ministro português Miranda Sarmento em matéria de dívida pública, projetando uma redução para 82,2% do Produto Interno Bruto (PIB) no próximo ano e uma descida abaixo de 75% em 2031, mas não endossam o otimismo do Ministério das Finanças em Lisboa nas contas certas. Jorge Nascimento Rod...
Os postos de abastecimento de combustíveis vão passar a ter de afixar o desconto em vigor do ISP a partir deste sábado, dia 17 de outubro, segundo um decreto-lei que aumenta para 39,5 milhões de euros os apoios aos setores dos transportes. Os postos de abastecimento de combustíveis vão passar a ter de afixar o desconto em vigor do ISP a partir deste sábado, dia 17 de outubro, segundo um decreto-lei, que aumenta para 39,5 milhões de euros os apoios aos setores dos transportes. Nos termos do decreto-lei n.º 199/2026, publicado hoje em Diário da República (DR), "os comercializadores de combustíveis derivados do petróleo devem afixar, nos respetivos postos de abastecimento de combustíveis, relativamente a cada um dos combustíveis aí comercializados, informação sobre a diferença" entre os valores do Imposto sobre os Produtos Petrolíferos e energéticos (ISP) que seria cobrado, por litro, à taxa de referência e o imposto efetivamente cobrado à taxa em vigor, em ambos os casos acr...