Preços dos combustíveis disparam 22 dias após o início da guerra no Irão, 21 de março de 2026 - Direitos de autor Copyright 2026 The Associated Press. All rights reserved. O Brent ultrapassou os 100 euros por barril após o fecho do estreito de Ormuz. Sem resposta europeia comum, cada governo avançou com cortes fiscais, tetos de preços ou continua sem medidas concretas. A guerra no Irão provocou uma escalada nos preços do barril de Brent, com efeito em cadeia nos preços dos combustíveis e da energia. A subida dos combustíveis na Europa é bem visível, chegando a ultrapassar os 34% no caso de Espanha. O aumento de preços também se fez sentir para os europeus na eletricidade e no gás, pelo que muitos países tomaram ou anunciaram medidas para atenuar esta subida imparável desde 28 de fevereiro, quando começou o ataque ao Irão. O conflito interrompeu aproximadamente 20% dos abastecimentos globais de petróleo que passam pelo Estreito de Ormuz, o que fez o Brent subir de cerc...
Países do Golfo Pérsico continuam a ser alvo de ataques contínuos e ficaram ainda mais furiosos quando o Irão garantiu que só atingia interesses norte-americanos Mais de dois mil drones e centenas de mísseis num rácio diário. É com isso que os Emirados Árabes Unidos, que albergam cidades vendidas como paraíso, estão a lidar desde o início da guerra no Médio Oriente. Mas o país onde ficam cidades como Abu Dhabi ou Dubai fartou-se, até porque à insegurança se juntou algo que os Estados do Golfo Pérsico não esperavam: uma crise económica. De acordo com o Wall Street Journal (WSJ), estes países tomaram uma decisão: o Irão, que chegou até a ser visto como líder da região, deve cair como existe. O regime deve ser deitado abaixo ou, se não for possível, neutralizado. É que Emirados Árabes Unidos, Catar ou Bahrein não querem que esta insegurança se repita, até porque estão a sentir na economia o impacto do encerramento do Estreito de Ormuz, que, a juntar aos ataques a infraestruturas civi...