Apelidada de “SpudCell”, esta “célula sintética”, criada a partir de compostos químicos, conseguiu crescer, replicar o seu genoma e dividir-se numa placa de Petri, completando o ciclo celular.
Será uma “célula sintética” capaz de se alimentar, crescer e replicar: criada em laboratório por cientistas nos EUA, trata-se de uma gotícula microscópica de água rodeada por uma membrana lipídica e repleta de substâncias químicas e fragmentos de ADN que codificam apenas 36 genes. Ainda assim, e embora esteja longe de “estar viva”, segundo uma notícia da revista Science, também se poderá dizer que é o mais perto que os investigadores chegaram de construir vida a partir do zero.
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