"É quase nada em termos de ativos, mas é quase tudo em termos estratégicos". Transferir gestão e planeamento do sistema para empresa com o Estado presente apontada como alternativa a investir na REN. Entrada do Estado na REN abre discussão sobre separação entre redes e gestão do sistema elétrico Com dúvidas sobre o real fundamento do investimento público na REN e com a certeza de que contraria um dos objetivos elencados pelo primeiro-ministro — não vai ajudar a baixar o preço da eletricidade — alguns especialistas estão a levantar outro cenário. O regresso do Estado ao setor energético, através do anúncio do acordo para comprar 13,7% da gestora das redes de energia, pode antecipar uma reorganização do sistema que resultaria na divisão de áreas que hoje estão dentro da REN, mas cuja importância estratégica tem vindo a ganhar relevância. “A entrada do Estado no capital da REN poderia também constituir um primeiro passo para uma eventual separação entre as funções de gestão do s...