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AdC considera “caricato” a não existência de roaming nacional


Margarida Matos Rosa, presidente da Autoridade da Concorrência. Foto: Tiago Petinga/Lusa

A Autoridade da Concorrência (AdC) considera “caricato” os consumidores nacionais não terem acesso ao roaming nacional, quando os turistas que chegam ao país podem usar as redes sem restrição, afirmou Margarida Matos Rosa, presidente do organismo regulador durante a audição da Comissão de Economia, Inovação, Obras Públicas e Habitação, sobre o 5G.

O roaming nacional – a possibilidade de um cliente poder usar a rede de um operador que não é o seu em Portugal, à semelhança do que acontece quando viaja para o exterior – tem sido, de resto, defendida pela Anacom. O tema ganhou expressão depois dos grandes incêndios terem gerado problemas de comunicações com a destruição das redes dos operadores, tendo o regulador das telecomunicações defendido este mecanismo no regulamento do leilão do 5G como forma de promoção da concorrência, dando a possibilidade de operadores sem espectro de operar usando a rede de terceiros.


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