Avançar para o conteúdo principal

NASA admite ter detectado asteroide pouco antes de sua colisão com Terra



Asteroide de três metros de diâmetro 2019 MO entrou na atmosfera terrestre e NASA por pouco não o via.

O asteroide se desintegrou ao entrar na atmosfera próximo ao Caribe em 29 de junho. Ele havia sido detectado pela NASA a cerca de 480 mil km da Terra, distância maior da que nos separa da Lua. Embora a distância pareça grande, o corpo celeste se movia a uma velocidade de 14,9 km por segundo (mais de 53 mil km/h).

A dificuldade em achar o asteroide estaria no seu tamanho. Segundo a NASA, achar o 2019 MO é a mesma coisa que encontrar um mosquito a 500 km. Mesmo assim, o asteroide foi encontrado pelo telescópio de observação ATLAS, localizado na Universidade do Havaí, Estados Unidos.

Em seu comentário, o cientista da NASA Davide Farnocchia explicou a razão de o corpo celeste ter sido identificado tão tarde, publicou o portal Express.

"Os asteróides deste tamanho são muito mais pequenos do que aquilo que nos compete rastrear. Eles são muito pequenos e não conseguiriam ficar inteiros o bastante para causar danos após entrar na atmosfera", disse Farnocchia.

No entanto, asteroides pequenos (ou fragmentos de corpos maiores) também podem causar danos. Em 2013 um asteroide do tamanho de um prédio de seis andares explodiu e seus destroços caíram sobre Chelyabinsk, Rússia. Como resultado 1200 pessoas ficaram feridas e cerca de 7 mil casas e prédios sofreram danos.

https://br.sputniknews.com/ciencia_tecnologia/2019090714490490-nasa-admite-ter-detectado-asteroide-pouco-antes-de-sua-colisao-com-terra/

Comentários

Notícias mais vistas:

Rendas congeladas “desesperam” proprietários e inquilinos apontam despejos como medida “oportunista”

Foto: Rodolfo Alexandre Reis  Luís Menezes Leitão, presidente da Associação Lisbonense de Proprietários diz que as propostas do Governo sobre o descongelamento das rendas são “minúsculas” e que mesmo em relação ao despejos “falta muito por esclarecer”. Já António Machado, líder da Associação de Inquilinos Lisbonenses considera que aumentar a liberalização dos contratos significa que “a parte mais fraca ainda fica mais fraca”. Concordam em discordar. É desta forma que os proprietários e inquilinos olham para o conjunto de medidas apresentadas pelo Governo sobre o novo regime do arrendamento urbano (NRAU). No lado da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), o presidente Luís Menezes Leitão, lamenta que o congelamento das rendas antigas a 1990, um dos principais cavalos de batalha da ALP se mantenha praticamente inalterado. “As alterações são minúsculas e só têm significado relativamente a inquilinos que ganhem acima de cinco salários mínimos mensais e mesmo assim estabelece a fi...

ACAP alerta: OE2027 não responde a desafios do setor automóvel

 A ACAP – Associação Automóvel de Portugal defendeu hoje que a proposta do Orçamento do Estado para 2027 (OE2027) não responde a alguns dos principais desafios do setor, nomeadamente no que respeita à fiscalidade. A ACAP – Associação Automóvel de Portugal defendeu hoje que a proposta do Orçamento do Estado para 2027 (OE2027) não responde a alguns dos principais desafios do setor, nomeadamente no que respeita à fiscalidade. "A ACAP – Associação Automóvel de Portugal considera que a proposta de Orçamento do Estado para 2027 continua a não dar resposta a alguns dos principais desafios que se colocam ao setor automóvel, nomeadamente no que respeita à fiscalidade, à renovação do parque automóvel e à descarbonização", afirmou, em comunicado. Para a associação, é necessária uma reforma estrutural da fiscalidade automóvel, adequando o modelo de tributação à evolução tecnológica e aos objetivos ambientais. Por outro lado, defendeu a criação de um programa de incentivo ao abate de veíc...

Governo renova 15.º mês e benefício fiscal para empresas que aumentem salários

Proposta de Orçamento do Estado para 2027 prevê renovação de medida conhecida como 15.º mês de salário, bem como o benefício em IRC para empresas que aumentem salários. Os prémios de produtividade e desempenho atribuídos pelas empresas aos trabalhadores até ao limite de 6% da retribuição base vão continuar isentos de IRS no próximo ano. Também o benefício em sede de IRC para as empresas que aumentam o salário médio em, pelo menos, 4,5% vai manter-se no próximo ano, de acordo com a proposta de Orçamento do Estado entregue esta quinta-feira no Parlamento pelo ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento. No que diz respeito à primeira dessas medidas, importa recordar que esta isenção fiscal foi proposta, inicialmente, pela Confederação Empresarial de Portugal (CIP), ainda com António Costa na liderança do Governo. A ideia era permitir aos empregadores pagar um 15.º mês de salário livre de impostos e contribuições sociais, sendo que o Executivo socialista não a acolheu, mas o Governo d...