Avançar para o conteúdo principal

Em 2018 satélites chamarão os bombeiros

FireSat: a NASA quer satélites a detetar incêndios na Terra

A NASA e a Quadra Pi R2E estão a desenvolver uma rede de satélites que consegue monitorizar a Terra 24 horas por dia, sete dias por semana e enviar imagens de baixa resolução se detetar focos de incêndio a deflagrar.

A iniciativa está a ser desenvolvida pelo Jet Propulsion Laboratory, da NASA, em cooperação com uma empresa privada, a Quadra Pi R2E. O objetivo é colocar em órbita uma rede de satélites com 200 sensores de imagens termais capazes de detetarem um incêndio de grandes dimensões 15 minutos depois de ter deflagrado. A iniciativa vai procurar enviar imagens de baixa resolução para os bombeiros ou outras autoridades, de forma a desencadear uma resposta rápida e concertada, noticia o Engadget.

A vantagem desta proposta face a outras soluções é que estes sensores vão estar a monitorizar constantemente, enquanto outras versões só o conseguem fazer de vez em quando e demoram tempo a transmitir as imagens de alta resolução para a Terra.

O projeto já tinha sido apresentado em 2011, mas o desenvolvimento só foi possível agora, com os avanços conseguidos pelas instituições de investigação e pela própria NASA na microeletrónica e no software usado em missões como a de Marte.

Os planos revelados agora detalham que os testes aos sensores comecem em 2017 e que a rede esteja em órbita em junho de 2018.

Em: http://exameinformatica.sapo.pt/noticias/ciencia/2015-11-20-FireSat-a-NASA-quer-satelites-a-detetar-incendios-na-Terra

Comentários

Notícias mais vistas:

"Denúncia caluniosa" transformou sete semanas de sonho na vida de um empresário em vários anos de pesadelo

 João abriu uma empresa em Portugal no final de 2019 ligada à compra e venda de bitcoins. Cumpriu todas as regras, mas viu as contas bancárias bloqueadas. Suspeitas de burla e branqueamento deram origem a um processo que só foi arquivado em 2024. O Ministério Público admitiu no despacho final que houve “denúncia caluniosa” e que a empresa tinha procedimentos de segurança além dos exigidos por lei. O que é certo é que a empresa fechou por culpa de uma justiça lenta. A pessoa “é condenada antes de qualquer conclusão”, lamentou à CNN Portugal o empresário Nasceu no Brasil, mas reside na Alemanha há mais de uma década. João (nome fictício) sempre se sentiu atraído pelo mundo do trading e pelas novas tecnologias. Decidiu abrir uma empresa de compra e venda de criptomoedas em Portugal, mas o sonho transformou-se num pesadelo. A empresa apenas funcionou sete semanas, mas esteve quatro anos perdido entre a Polícia Judiciária (PJ) e o Ministério Público (MP). Os montantes elevados de alguma...

Valor do salário mediano próximo do mínimo? "É gravíssimo", alerta Cotrim

 O antigo líder da Iniciativa Liberal, João Cotrim Figueiredo, considerou "gravíssimo" que o salário mediano em Portugal esteja apenas 110 euros acima do salário mínimo nacional. O liberal alerta que esta proximidade desvaloriza a qualificação. O antigo líder da Iniciativa Liberal (IL), João Cotrim Figueiredo, considerou que "é gravíssimo" que o salário mediano em Portugal esteja com valores tão próximos com o salário mínimo nacional.    "O salário bruto mediano em Portugal são 1.030 euros, isto quer dizer que há 50% dos trabalhadores que ganham mais de 1.030 euros e 50% de trabalhadores ganham menos de 1.030", começou por explicar no seu espaço de comentário "Visto Assim Daqui", na SIC Notícias, frisando que "isto já é mau porque não é um valor extraordinário". Cotrim Figueiredo sublinhou que "o pior" é que "estes 1.030 euros são apenas 110 euros mais altos do que os 920 euros" do salário mínimo nacional. "Está...

Tekever vai ter drones a detetar incêndios no Canadá (mas não em Portugal)

 Um contrato com a Phoenix Heli-Flight vai permitir à Tekever ter drones seus a detetar incêndios florestais no Canadá. Em Portugal não tem sistemas envolvidos nessa vigilância. O drone da Tekever que vai ser utilizado no Canadá para vigiar florestas. A Tekever foi contratada pela Phoenix Heli-Flight para colocar drones seus a vigiar áreas no Canadá para deteção de incêndios. A empresa portuguesa, que já atingiu o estatuto de unicórnio, anunciou o contrato, mas “por razões de confidencialidade” não revela o número de sistemas envolvidos no contrato nem os detalhes, nomeadamente o seu valor. Ao abrigo deste contrato, “a Phoenix Heli-Flight irá utilizar o AR3”, que a empresa diz ser “altamente adaptável com sensores especializados, para apoiar a deteção, monitorização e o combate a incêndios florestais”, acrescentando que “o objetivo é disponibilizar informação operacional crítica em tempo real às equipas responsáveis pela resposta à emergência, contribuindo para uma deteção mais pre...