Avançar para o conteúdo principal

Startup cria tecnologia que recarrega carro elétrico em seis minutos



Segundo os criadores, a invenção substitui o grafite presente nas baterias de íons de lítio atuais e pode diminuir drasticamente o tempo de recarregamento de automóveis elétricos
Uma startup chamada Echion Technologies afirma que criou uma forma de carregar carros elétricos em apenas seis minutos. A empresa foi fundada pelo Dr. Jean De La Verpilliere enquanto ele estudava para seu doutorado em nanociência na Universidade de Cambridge.

O material responsável pela façanha é um pó, que substitui o grafite presente nas atuais baterias de íons de lítio e melhora a capacidade de recarga de maneira impressionante. A ideia de De La Verpilliere é comercializar a invenção a partir do ano que vem.

"Os pós são os componentes centrais de uma bateria de lítio. Este é um novo tipo, que permite recargas em até seis minutos, não em 45. Isso inclui até mesmo os carros, que serão quase tão fáceis de carregar quanto reabastecer convencionalmente", contou La Verpilliere ao Cambridge Independent.

É bastante improvável pensar que uma empresa nova possa convencer um grande fabricante a incorporar um produto químico novo em suas linhas de produção, mas a Echion afirma que seu novo material pode ser facilmente incorporado à produção existente.

"Nossos materiais simplesmente se conectam à infraestrutura existente de fabricação de baterias sem custo de capital. Isso proporciona uma baixa barreira à entrada no mercado e acesso rápido dos clientes aos novos materiais de bateria", escreveu a empresa em seu site.

Apesar de todos os benefícios prometidos, ainda há pouca informação sobre o material em si. A empresa não divulgou informações sobre a composição ou se há algum "efeito colateral" que possa comprometer as baterias no qual for implementado.

https://olhardigital.com.br/carros-e-tecnologia/noticia/startup-cria-tecnologia-que-recarrega-carro-eletrico-em-seis-minutos/89729

Comentários

Notícias mais vistas:

J.K. Rowling

 Aos 17 anos, foi rejeitada na faculdade. Aos 25 anos, sua mãe morreu de doença. Aos 26 anos, mudou-se para Portugal para ensinar inglês. Aos 27 anos, casou. O marido abusou dela. Apesar disso, sua filha nasceu. Aos 28 anos, divorciou-se e foi diagnosticada com depressão severa. Aos 29 anos, era mãe solteira que vivia da segurança social. Aos 30 anos, ela não queria estar nesta terra. Mas ela dirigiu toda a sua paixão para fazer a única coisa que podia fazer melhor do que ninguém. E foi escrever. Aos 31 anos, finalmente publicou seu primeiro livro. Aos 35 anos, tinha publicado 4 livros e foi nomeada Autora do Ano. Aos 42 anos, vendeu 11 milhões de cópias do seu novo livro no primeiro dia do lançamento. Esta mulher é JK Rowling. Lembras de como ela pensou em suicídio aos 30 anos? Hoje, Harry Potter é uma marca global que vale mais de $15 bilhões. Nunca desista. Acredite em você mesmo. Seja apaixonado. Trabalhe duro. Nunca é tarde demais. Esta é J.K. Rowling. J. K. Rowling – Wikipédi...

Diarreia legislativa

© DR  As mais de 150 alterações ao Código do Trabalho, no âmbito da Agenda para o Trabalho Digno, foram aprovadas esta sexta-feira pelo Parlamento, em votação final. O texto global apenas contou com os votos favoráveis da maioria absoluta socialista. PCP, BE e IL votaram contra, PSD, Chega, Livre e PAN abstiveram-se. Esta diarréia legislativa não só "passaram ao lado da concertação Social", como também "terão um profundo impacto negativo na competitividade das empresas nacionais, caso venham a ser implementadas Patrões vão falar com Marcelo para travar Agenda para o Trabalho Digno (dinheirovivo.pt)

O fim do dinheiro físico: estamos a um apagão de perder tudo?

Primeiramente, estamos a caminhar a passos largos para uma dependência quase total das infraestruturas digitais no nosso dia a dia. Quando pagas um simples café com o smartphone ou com o cartão, dependes da bateria do teu equipamento, da qualidade da rede da tua operadora, dos servidores do teu banco e das plataformas de processamento de pagamentos. Consequentemente, se apenas um destes elos falhar, a transação não acontece e o sistema cai por terra. O fim do dinheiro físico pode levar-nos a perder tudo num apagão? Fim do dinheiro físico: o cerco cada vez mais apertado às notas e moedas Além disso, a legislação europeia e nacional está a apertar o cerco ao uso de dinheiro vivo, o que acelera esta transição para o digital. A União Europeia aprovou recentemente um limite máximo de 10 000 euros para pagamentos em numerário, uma regra que entrará em vigor em todos os Estados-membros até 2027. Por outro lado, em Portugal, as restrições já são significativamente mais severas. Atualmente, a l...