Avançar para o conteúdo principal

Há 31 cursos com emprego garantido para recém-formados

Entre licenciaturas e mestrados, existem 31 cursos no Ensino Superior com uma taxa de desemprego igual a zero entre os recém diplomados. Teologia, Medicina e Engenharias são alguns destes cursos.

Os cursos com desemprego zero são, por exemplo, as três licenciaturas de Teologia na Universidade Católica, ou a licenciatura de Tradução e Interpretação de Português/Chinês e Chinês/Português, do Politécnico de Leiria.

Somam-se os cursos de Ciências do Mar, da Universidade de Aveiro, Meteorologia, Oceanografia e Geofísica, da Universidade de Lisboa, ou ainda Música, variante de Execução, do Politécnico de Lisboa, segundo o Diário de Notícias.

Também se juntam à lista os seis mestrados integrados de Medicina e três cursos de Enfermagem, da Escola Superior de Saúde Egas Moniz, da Escola Superior de Saúde da Cruz Vermelha Portuguesa e do Politécnico de Setúbal.

Também as Engenharias apresentam números de zero desemprego. Engenharia de Materiais e o de Micro e Nanotecnologias, ambos na Universidade Nova de Lisboa, Engenharia Física na Universidade do Porto e Engenharia Informática na Universidade de Aveiro – todos lecionados em estabelecimentos de ensino público. No total, são vinte cursos do ensino público e dez no privado.

Cursos que “empurram” para o desemprego
Em sentido oposto, o curso de Arquitetura da Universidade de Évora registou a maior taxa de desemprego (30,3%) entre os alunos formados no ano letivo de 2015/2016. Seguem-se cursos de Comunicação Multimédia (22,1%), no Instituto Politécnico da Guarda, e Arquitetura (21,7%) na Escola Superior Artística do Porto.

Com 22% de diplomados desempregados, o curso de Educação Ambiental da Escola Superior de Educação de Bragança ocupa o terceiro lugar.

O desemprego caiu para 5,5% no ensino público, e em 2015 era 8,6%. No privado também se registou uma quebra: de 12,7% em 2015, para 5,7% em 2018. O portal mostra ainda que 80% dos alunos continua inscrito no Ensino Superior após frequentar o primeiro ano.

Os dados foram disponibilizados, esta sexta-feira, no portal Infocursos, gerido pela Direção Geral de Estatísticas de Educação e Ciência. A menos de duas semanas da abertura das candidaturas ao Ensino Superior, a página pretende ser uma ferramenta de apoio para os alunos. As candidaturas arrancam no próximo dia 18 de julho.

https://zap.aeiou.pt/31-cursos-emprego-garantido-209136

Comentários

Notícias mais vistas:

Diarreia legislativa

© DR  As mais de 150 alterações ao Código do Trabalho, no âmbito da Agenda para o Trabalho Digno, foram aprovadas esta sexta-feira pelo Parlamento, em votação final. O texto global apenas contou com os votos favoráveis da maioria absoluta socialista. PCP, BE e IL votaram contra, PSD, Chega, Livre e PAN abstiveram-se. Esta diarréia legislativa não só "passaram ao lado da concertação Social", como também "terão um profundo impacto negativo na competitividade das empresas nacionais, caso venham a ser implementadas Patrões vão falar com Marcelo para travar Agenda para o Trabalho Digno (dinheirovivo.pt)

Largo dos 78.500€

  Políticamente Incorrecto O melhor amigo serve para estas coisas, ter uns trocos no meio dos livros para pagar o café e o pastel de nata na pastelaria da esquina a outros amigos 🎉 Joaquim Moreira É historicamente possível verificar que no seio do PS acontecem repetidas coincidências! Jose Carvalho Isto ... é só o que está á vista ... o resto bem Maior que está escondido só eles sabem. Vergonha de Des/governantes que temos no nosso País !!! Ana Paula E fica tudo em águas de bacalhau (20+) Facebook

TAP: quo vadis?

 É um erro estratégico abismal decidir subvencionar uma vez mais a TAP e afirmar que essa é a única solução para garantir a conectividade e o emprego na aviação, hotelaria e turismo no país. É mentira! Nos últimos 20 anos assistiu-se à falência de inúmeras companhias aéreas. 11 de Setembro, SARS, preço do petróleo, crise financeira, guerras e concorrência das companhias de baixo custo, entre tantos outros fatores externos, serviram de pano de fundo para algo que faz parte das vicissitudes de qualquer empresa: má gestão e falta de liquidez para enfrentar a mudança. Concentremo-nos em três casos europeus recentes de companhias ditas “de bandeira” que fecharam as portas e no que, de facto, aconteceu. Poucos meses após a falência da Swissair, em 2001, constatou-se um fenómeno curioso: um número elevado de salões de beleza (manicure, pedicure, cabeleireiros) abriram igualmente falência. A razão é simples, mas só mais tarde seria compreendida: muitos desses salões sustentavam-se das assi...