Avançar para o conteúdo principal

Marinha da Ucrânia destrói três embarcações não tripuladas russas no Mar Negro


Foto: Ukrainian Navy


 A Marinha da Ucrânia anunciou a destruição de três embarcações russas não tripuladas de superfície (USVs) em uma única operação no Mar Negro.


As informações são do portal ucraniano Militarnyi. Segundo o relato, a ação foi realizada em conjunto com a inteligência militar ucraniana (HUR), que identificou e rastreou os alvos antes de sua neutralização.


De acordo com os militares ucranianos, os drones navais faziam parte de uma tentativa de ataque contra a costa do país. Imagens divulgadas pela Marinha mostram os momentos em que as embarcações são atingidas e destruídas. Autoridades afirmaram que a operação impediu que os veículos alcançassem seus objetivos.


Relatos divulgados por fontes ligadas ao Ministério da Defesa da Ucrânia indicam que os drones russos estavam equipados com terminais Starlink para permitir controle a longa distância. As embarcações teriam sido detectadas nas primeiras horas do dia e eliminadas por unidades ucranianas antes de chegarem ao litoral.


O episódio evidencia a crescente importância dos sistemas não tripulados na guerra naval do Mar Negro. Enquanto a Ucrânia se destacou pelo uso de drones marítimos contra navios e instalações russas, Moscou também vem ampliando o emprego de embarcações não tripuladas para missões ofensivas e de reconhecimento.


Em um comunicado, a Marinha ucraniana afirmou que continuará atuando para impedir ataques russos por terra, ar ou mar, destacando que cada operação bem-sucedida ajuda a proteger vidas e a reduzir a capacidade ofensiva das forças russas.


Marinha da Ucrânia destrói três embarcações não tripuladas russas no Mar Negro – Carro e motos


Comentários

Notícias mais vistas:

Rendas congeladas “desesperam” proprietários e inquilinos apontam despejos como medida “oportunista”

Foto: Rodolfo Alexandre Reis  Luís Menezes Leitão, presidente da Associação Lisbonense de Proprietários diz que as propostas do Governo sobre o descongelamento das rendas são “minúsculas” e que mesmo em relação ao despejos “falta muito por esclarecer”. Já António Machado, líder da Associação de Inquilinos Lisbonenses considera que aumentar a liberalização dos contratos significa que “a parte mais fraca ainda fica mais fraca”. Concordam em discordar. É desta forma que os proprietários e inquilinos olham para o conjunto de medidas apresentadas pelo Governo sobre o novo regime do arrendamento urbano (NRAU). No lado da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), o presidente Luís Menezes Leitão, lamenta que o congelamento das rendas antigas a 1990, um dos principais cavalos de batalha da ALP se mantenha praticamente inalterado. “As alterações são minúsculas e só têm significado relativamente a inquilinos que ganhem acima de cinco salários mínimos mensais e mesmo assim estabelece a fi...

Plataforma pública “Licencia com Inteligência Artificial” vai cortar tempos de espera em “pelo menos 60%”

 O ministro da Reforma do Estado sublinhou que as empresas portuguesas têm uma baixa adoção de IA, o que deixa mais margem para acelerar a produtividade nacional. O ministro Adjunto e da Reforma do Estado, Gonçalo Saraiva Matias, sublinhou que as empresas portuguesas têm uma baixa adoção de inteligência artificial (IA), mas considera que esse atraso pode transformar-se numa oportunidade para acelerar a produtividade e a competitividade da economia, pela margem por explorar que está disponível. “As nossas empresas têm uma baixa adoção de IA. As pequenas e médias empresas correspondem a 99% do tecido empresarial português e a adoção de IA é baixa. É preciso apoiar estas empresas a introduzir IA nos seus modelos de negócio para poderem competir no plano global”, disse o ministro na Conferência “Futuro do trabalho 5.0”, no estúdio do ECO., na qual se discutiu as novas tendências do trabalho e de que forma a tecnologia as está a moldar. Para além das empresas, outras das prioridades ide...

OpenAI deixa alerta após agentes de IA acederem a sites do governo dos EUA

 A OpenAI afirma ter alertado “dezenas” de instituições por todo o mundo de que os seus sites podem ter sido alvo de acessos indevidos por parte de bots de inteligência artificial (IA). Entre as entidades visadas estão organismos do governo norte-americano, universidades e agências públicas. A empresa OpenAI explicou que os agentes de inteligência artificial foram desenvolvidos e treinados para operar de forma maioritariamente autónoma, tendo como objetivo encontrar “fontes confiáveis de informação pública”. No entanto, alguns terão ultrapassados limites e tentado contornar as medidas de segurança existentes nos sites. Entre as instituições que os bots tentaram aceder estão a Securities and Exchange Commission (SEC), agência federal independente dos Estados Unidos responsável pela regulação dos mercados financeiros e pela proteção dos investidores, o Census Bureau, principal agência estatística do país, e o Departamento de Educação, responsável por matérias relacionadas com a educa...