Avançar para o conteúdo principal

Empresa que apoia navio encalhado no Canal do Suez diz que "a parte mais difícil vem agora"

 A proa do porta-contentores Ever Given continua "completamente bloqueada", diz o diretor executivo da Royal Boskalis.



"Não se pode 'cantar vitória antes do tempo'"


O diretor executivo da Royal Boskalis, sociedade holandesa mandatada para ajudar a libertar o porta-contentores que impede a passagem de navios no Canal do Suez, indicou esta segunda-feira que ainda falta o trabalho mais difícil para desencalhar o Ever Given.


"A boa notícia é que a popa está desencalhada, mas isso era o que pensávamos ser o mais simples. A parte mais difícil vem agora", disse Peter Berdowski à rádio pública holandesa.


Navio Ever Given já desencalhou e moveu-se 80% na "direção certa" no canal do Suez

O porta-contentores Ever Given, que está a obstruir o Canal do Suez, penalizando o tráfego marítimo mundial desde a semana passada, encontra-se "na boa direção" de acordo com a Autoridade do Canal do Suez (SCA) referindo-se a uma rotação de 80% efetuada durante a madrugada.


Mesmo assim, as operações continuam no sentido de desencalhar totalmente o navio de grande porte, propriedade de uma empresa de Taiwan e com pavilhão do Panamá.


A proa do porta-contentores continua "completamente bloqueada", disse o diretor executivo da Boskalis, a empresa principal da companhia holandesa Smit Salvage.



"Não se pode 'cantar vitória antes do tempo'. O facto de ter girado foi a parte mais fácil", acrescentou Berdowski, acrescentando que fazer flutuar totalmente o navio, de 220 mil toneladas e com um comprimento correspondente a quatro campos de futebol, é o "mais difícil".


"Isto não é fácil", disse.


O Ever Given atravessou-se na diagonal quando passava no Canal do Suez bloqueando completamente uma das passagens marítimas mais movimentadas do mundo.


https://www.tsf.pt/mundo/empresa-que-apoia-navio-encalhado-no-canal-do-suez-diz-que-a-parte-mais-dificil-vem-agora-13512029.html

Comentários

Notícias mais vistas:

Diarreia legislativa

© DR  As mais de 150 alterações ao Código do Trabalho, no âmbito da Agenda para o Trabalho Digno, foram aprovadas esta sexta-feira pelo Parlamento, em votação final. O texto global apenas contou com os votos favoráveis da maioria absoluta socialista. PCP, BE e IL votaram contra, PSD, Chega, Livre e PAN abstiveram-se. Esta diarréia legislativa não só "passaram ao lado da concertação Social", como também "terão um profundo impacto negativo na competitividade das empresas nacionais, caso venham a ser implementadas Patrões vão falar com Marcelo para travar Agenda para o Trabalho Digno (dinheirovivo.pt)

Largo dos 78.500€

  Políticamente Incorrecto O melhor amigo serve para estas coisas, ter uns trocos no meio dos livros para pagar o café e o pastel de nata na pastelaria da esquina a outros amigos 🎉 Joaquim Moreira É historicamente possível verificar que no seio do PS acontecem repetidas coincidências! Jose Carvalho Isto ... é só o que está á vista ... o resto bem Maior que está escondido só eles sabem. Vergonha de Des/governantes que temos no nosso País !!! Ana Paula E fica tudo em águas de bacalhau (20+) Facebook

TAP: quo vadis?

 É um erro estratégico abismal decidir subvencionar uma vez mais a TAP e afirmar que essa é a única solução para garantir a conectividade e o emprego na aviação, hotelaria e turismo no país. É mentira! Nos últimos 20 anos assistiu-se à falência de inúmeras companhias aéreas. 11 de Setembro, SARS, preço do petróleo, crise financeira, guerras e concorrência das companhias de baixo custo, entre tantos outros fatores externos, serviram de pano de fundo para algo que faz parte das vicissitudes de qualquer empresa: má gestão e falta de liquidez para enfrentar a mudança. Concentremo-nos em três casos europeus recentes de companhias ditas “de bandeira” que fecharam as portas e no que, de facto, aconteceu. Poucos meses após a falência da Swissair, em 2001, constatou-se um fenómeno curioso: um número elevado de salões de beleza (manicure, pedicure, cabeleireiros) abriram igualmente falência. A razão é simples, mas só mais tarde seria compreendida: muitos desses salões sustentavam-se das assi...