Avançar para o conteúdo principal

Morador (que também é Polícia) abate a tiro drone que sobrevoava a casa na Madeira

Morador estava a desfrutar momento de lazer na piscina quando surgiu o ‘intruso’ voador com câmara incorporada



É mais um episódio de conflito originado pela utilização de aeronaves não tripuladas na Madeira. Um drone que sobrevoava o quintal de uma casa nas zonas altas de Gaula, no concelho de Santa Cruz, foi abatido a tiro por um morador, por sinal agente da Polícia de Segurança Pública (PSP). O caso motivou a troca de acusações e esteve em vias de ‘voar’ para os serviços do Ministério Público da Madeira.

O final de tarde do primeiro dia de Março terminou de forma atribulada na pacata localidade de Águas Mansas, bem no alto da freguesia de Gaula e próximo do perímetro florestal. A controvérsia começou quando um funcionário utilizou uma aeronave não tripulada para recolher imagens de um terreno tendo em vista um trabalho para uma empresa imobiliária.

Por azar, o drone sobrevoou o quintal da casa de um agente da PSP no preciso momento em que o morador desfrutava de um mergulho na piscina completamente nu. No início ficou atarantado com o zumbido de algo que se assemelhava a um enxame de abelhas mas depois percebeu que se tratava de um drone, com câmara incorporada, que sobrevoava o quintal da moradia.

Esta é um excerto da notícia que pode ler na íntegra e em exclusivo na edição impressa deste domingo. A legislação e o registo de aeronaves não tripuladas na Madeira são assuntos que o DIÁRIO desenvolve em duas páginas.

https://www.dnoticias.pt/madeira/policia-abate-a-tiro-drone-que-sobrevoava-a-casa-na-madeira-GY4540822

Comentários

Notícias mais vistas:

"Denúncia caluniosa" transformou sete semanas de sonho na vida de um empresário em vários anos de pesadelo

 João abriu uma empresa em Portugal no final de 2019 ligada à compra e venda de bitcoins. Cumpriu todas as regras, mas viu as contas bancárias bloqueadas. Suspeitas de burla e branqueamento deram origem a um processo que só foi arquivado em 2024. O Ministério Público admitiu no despacho final que houve “denúncia caluniosa” e que a empresa tinha procedimentos de segurança além dos exigidos por lei. O que é certo é que a empresa fechou por culpa de uma justiça lenta. A pessoa “é condenada antes de qualquer conclusão”, lamentou à CNN Portugal o empresário Nasceu no Brasil, mas reside na Alemanha há mais de uma década. João (nome fictício) sempre se sentiu atraído pelo mundo do trading e pelas novas tecnologias. Decidiu abrir uma empresa de compra e venda de criptomoedas em Portugal, mas o sonho transformou-se num pesadelo. A empresa apenas funcionou sete semanas, mas esteve quatro anos perdido entre a Polícia Judiciária (PJ) e o Ministério Público (MP). Os montantes elevados de alguma...

Número de peruanos recrutados pela Rússia para guerra na Ucrânia sobe para 635

 O número de peruanos recrutados na Rússia e alegadamente enviados para a frente de batalha na guerra contra a Ucrânia aumentou para 635, revelaram esta terça-feira os advogados das famílias. Até à semana passada, a equipa jurídica tinha identificado 310 casos. O advogado Percy Salinas indicou nas redes sociais que há confirmação da morte de 20 peruanos em combate e de outros 19 feridos, que permanecem hospitalizados. Além disso, a equipa de defesa confirmou que quatro peruanos estão detidos na Ucrânia e aguarda ainda a identificação de mais oito cidadãos presos. Os advogados, em conjunto com as famílias e autoridades, dizem ter confirmado também a morte de outros cinco peruanos através de fotografias de placas de identificação e dos próprios corpos. Salinas explicou à agência espanhola EFE que o número de cidadãos afetados tem vindo a aumentar progressivamente e poderá continuar a crescer. As famílias denunciam que muitos destes cidadãos, normalmente de baixos recursos, assinaram ...

Tekever vai ter drones a detetar incêndios no Canadá (mas não em Portugal)

 Um contrato com a Phoenix Heli-Flight vai permitir à Tekever ter drones seus a detetar incêndios florestais no Canadá. Em Portugal não tem sistemas envolvidos nessa vigilância. O drone da Tekever que vai ser utilizado no Canadá para vigiar florestas. A Tekever foi contratada pela Phoenix Heli-Flight para colocar drones seus a vigiar áreas no Canadá para deteção de incêndios. A empresa portuguesa, que já atingiu o estatuto de unicórnio, anunciou o contrato, mas “por razões de confidencialidade” não revela o número de sistemas envolvidos no contrato nem os detalhes, nomeadamente o seu valor. Ao abrigo deste contrato, “a Phoenix Heli-Flight irá utilizar o AR3”, que a empresa diz ser “altamente adaptável com sensores especializados, para apoiar a deteção, monitorização e o combate a incêndios florestais”, acrescentando que “o objetivo é disponibilizar informação operacional crítica em tempo real às equipas responsáveis pela resposta à emergência, contribuindo para uma deteção mais pre...