O Centro para o Desenvolvimento Rápido e Sustentado de Produto (CDRSP), da Universidade de Leiria e Oeste, desenvolve soluções num trabalho conjunto com as empresas para transformar investigação em novos produtos, materiais e processos industriais
Um comprimido pode, no futuro, deixar de ser igual para todos. Na Marinha Grande, há investigadores a trabalhar numa tecnologia que permite "imprimir" medicamentos ajustados a cada doente, escolhendo não apenas a dose, mas também a combinação de princípios ativos e o momento em que cada um é libertado no organismo. “Neste momento, quando se fala em medicamentos, usa-se a ideia 'one size fits all', mas daqui a uns anos já não será assim”, explica ao Expresso uma das investigadoras do Centro para o Desenvolvimento Rápido e Sustentado de Produto (CDRSP), da Universidade de Leiria e Oeste.
Artigo Exclusivo para subscritores, Mariana Coelho Dias, Jornalista
Investigadores na Marinha Grande já imprimem medicamentos, moldes e até vidro - Expresso
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