Avançar para o conteúdo principal

Intel quer colocar mais poder de computação nos chips



 A Intel’s Research Components Group apresentou a investigação que tem estado a conduzir nos últimos tempos e que pretende ‘empacotar’ mais tecnologia e poder de processamento nos chips a partir de 2025


A Intel quer voltar a ganhar a liderança no segmento onde se produzem chips mais pequenos e mais rápidos, posição que perdeu para a TSMC e para a Samsung nos últimos anos. A empresa tem uma equipa especializada neste trabalho e que mostrou a pesquisa para criar chips mais poderosos e outras soluções como encaixar vários chips, uns em cima dos outros. O objetivo é começar a aproximar-se da liderança e conquistá-la já em 2025.


Uma das estratégias seguidas é a colocação de chips em blocos tridimensionais, em vez de usar apenas um pedaço a duas dimensões, como até aqui. Com esta proposta, a Intel espera conseguir até 10 vezes mais ligações entre os ‘painéis’ de chips, realizando trabalhos mais complexos. Outra solução, talvez a mais impressionante, segundo a Reuters, é o trabalho de se empilhar transístores, a unidade mais básica dos chips que representa os 1 e os 0, uns em cima dos outros. Com esta abordagem, a equipa da Intel assegura ser possível aumentar 30 a 50% o número de transístores numa dada área do chip, aumentando a velocidade e o poder de processamento do componente. A IBM e a Samsung também anunciaram uma técnica similar.


Paul Fischer, diretor deste grupo da Intel, explica que “ao empilhar os aparelhos uns em cima dos outros, poupamos área. Estamos a reduzir as distâncias de ligação e a poupar energia, tornando esta solução não só mais eficiente em termos de custo, mas também com melhor desempenho”.


https://visao.sapo.pt/exameinformatica/noticias-ei/hardware/2021-12-13-intel-quer-colocar-mais-poder-de-computacao-nos-chips/

Comentários

Notícias mais vistas:

Diarreia legislativa

© DR  As mais de 150 alterações ao Código do Trabalho, no âmbito da Agenda para o Trabalho Digno, foram aprovadas esta sexta-feira pelo Parlamento, em votação final. O texto global apenas contou com os votos favoráveis da maioria absoluta socialista. PCP, BE e IL votaram contra, PSD, Chega, Livre e PAN abstiveram-se. Esta diarréia legislativa não só "passaram ao lado da concertação Social", como também "terão um profundo impacto negativo na competitividade das empresas nacionais, caso venham a ser implementadas Patrões vão falar com Marcelo para travar Agenda para o Trabalho Digno (dinheirovivo.pt)

BEN, o e-car português, já pode ser conduzido na Europa

  O novo e-car português BEN está já apto a ser conduzido em toda a Europa. O certificado de homologação da União Europeia já foi atribuído e em 2026 deverá começar a produção em larga escala. Está a chegar um novo e-car criado em Portugal . É o  BEN , desenvolvido no Centro de Engenharia e Desenvolvimento (CEiiA), que esta quinta-feira (18 de dezembro)  recebeu o certificado de homologação da União Europeia  - ou seja, na prática, já pode ser conduzido na Europa.   O modelo, de pequenas dimensões,  deverá entrar em produção em larga escala já no próximo ano , não só em Portugal, como também na Europa. Com um preço projetado de 8.000 euros , segundo um comunicado, decorrem negociações para que  em 2030 sejam fabricadas 20 mil unidades por ano  "de forma descentralizada". Trata-se de um e-car acessível, que é também o primeiro do género com contador de emissões de dióxido de carbono evitadas. A tecnologia AYR permite-lhe compensar as emissões origi...

Justiça dos EUA valida taxa de 100 mil dólares a vistos de trabalhadores qualificados

Uma juíza federal dos Estados Unidos autorizou na terça-feira a Administração Trump a aplicar uma taxa de 100 mil dólares a vistos de trabalho muito utilizados na área tecnológica, num duro golpe para o setor.  O Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou em setembro a medida relativa aos vistos H-1B, que permitem que trabalhadores estrangeiros com qualificações específicas (cientistas, engenheiros e programadores de computador, entre outros) possam trabalhar nos Estados Unidos. Desde o seu primeiro mandato, o chefe de Estado republicano manifestou a vontade de limitar estes vistos, a fim de dar prioridade aos trabalhadores norte-americanos. A medida provocou uma onda de protestos nos setores que os utilizam amplamente, nomeadamente na tecnologia, mas também em países fortemente afetados, como a Índia. A Câmara de Comércio dos Estados Unidos recorreu à justiça, ao lado da Associação das Universidades Americanas (AAU), considerando, nomeadamente, que a decisão não era da com...