Avançar para o conteúdo principal

Bison Bank é o primeiro banco a poder transacionar criptomoedas em Portugal



 Enquanto assistimos a uma divulgação e consciencialização cada vez maior em relação às criptomoedas, muitas empresas e entidades continuam a implementar alterações para abraçar esta tecnologia dentro do possível e viável, tendo em conta a escassez de regulamentação existente.


Neste sentido, de acordo com as mais recentes notícias, o Bison Bank tornou-se agora o primeiro banco com autorização do Banco de Portugal para transacionar criptomoedas em Portugal.


Bison Bank: o 1º banco a transacionar criptomoedas em Portugal

Segundo as informações reveladas, o Bison Bank obteve as autorizações necessárias por parte do Banco de Portugal para transacionar criptomoedas no nosso país. O banco, que era dono do antigo Banif - Banco de Investimento, conseguiu este poder através da empresa Bison Digital Assets.


O anúncio foi feito nesta quinta-feira (14) pelo Bison Bank através de um comunicado, onde é informado que o Banco de Portugal autorizou a Bison Digital Assets a operar no nosso país a atividade 'exchange' de moedas digitais. Desta forma, o Bison Bank torna-se assim no primeiro banco tradicional que agora também pode transacionar criptomoedas em Portugal, com autorização da entidade reguladora.


A sucursal portuguesa do Bison Bank tem então a partir do dia de ontem capacidade e condições para oferecer os mesmos serviços que um banco normal tradicional, mas adaptado ao mercado das criptomoedas. Os serviços vão ficar disponíveis para os clientes a retalho e também para instituições, com especial atenção pelos clientes com forte património.


No comunicado, o banco refere que a Bison Digital "é totalmente detida pelo Bison Bank, S.A., passando assim a oferecer aos seus clientes e parceiros um novo e mais alargado conjunto de produtos e serviços que, em linha com as tendências de mercado e de procura neste novo segmento, combinam com as suas necessidades globais presentes em ativos financeiros e virtuais, através de uma plataforma regulada e segura, e de preparação para o futuro".


Os novos serviços do banco incluem a troca de criptomoedas entre si ou por moedas fiduciárias, o armazenamento e depósito das moedas digitais numa conta bancária e a sua transação entre diferentes contas.


Segundo a CNN Portugal, o pedido de aprovação do Bison Bank terá sido feito há seis meses, sendo que a aprovação efetiva apenas aconteceu no último dia possível pelo Banco de Portugal. Até então a entidade reguladora havia aprovado quatro empresas com o objetivo de funcionarem apenas com criptoativos, que são a Mind The Coin e a Utrust, sediadas em Braga, a Luso Digital Assets, localizada no Funchal, e a Criptoloja, de Lisboa, que no entanto foi vendida à brasileira 2TM.


Bison Bank é o primeiro banco a poder transacionar criptomoedas em Portugal (sapo.pt)


Comentários

Notícias mais vistas:

Tesla acaba com compra única do Full Self-Driving na Europa e impõe subscrição mensal

 O Full Self-Driving (FSD) da Tesla passa a custar 99€ por mês na Europa, uma vez que a opção de compra única foi removida do configurador. A Tesla deixou de disponibilizar na Europa a opção de compra única do sistema Full Self-Driving (FSD), passando a exigir uma subscrição mensal para aceder às funcionalidades avançadas de assistência à condução. Até agora, os compradores podiam adquirir o FSD através de um pagamento único de 7.500€, garantindo acesso permanente às funcionalidades associadas ao sistema, mas essa possibilidade foi eliminada. Em sua substituição, a Tesla introduziu um modelo de subscrição mensal no valor de 99€ para novos utilizadores que pretendam ativar o pacote completo. Nos casos em que o veículo já inclui o Autopilot Aperfeiçoado, o acesso às funcionalidades adicionais do FSD passa a custar 49€/mês. A Tesla também retirou do mercado europeu o Autopilot Aperfeiçoado, que funcionava como uma opção intermédia e tinha um custo de 3.800€. Este pacote incluía funcio...

Stellantis quer democratizar elétricos na Europa com o programa E-Car

 A Stellantis lançou um novo programa de desenvolvimento de automóveis elétricos compactos e acessíveis para a Europa. O grupo automóvel quer lançar novos veículos elétricos compactos a partir de 2028, com produção inicial na fábrica italiana de Pomigliano d’Arco. A Stellantis anunciou o arranque de um novo projeto para desenvolver automóveis elétricos acessíveis. Denominado “E-Car” , é um programa de desenvolvimento de carros elétricos compactos e acessíveis que visa impulsionar o emprego europeu nas áreas do design e da produção automóvel, mas também acelerar a adoção de veículos 100% elétricos na Europa. A produção destes modelos tem arranque previsto para 2028 na unidade de Pomigliano d’Arco, em Itália. Uma unidade com capacidade para fabricar quase 300 mil veículos por ano, agora inserida naquela que é uma aposta para reforçar a mobilidade elétrica urbana e recuperar o segmento dos automóveis pequenos no mercado europeu. O regresso do carro do povo? A Stellantis refere que os ...

Entidades denunciam manipulação eleitoral nos EUA após decisão da Suprema Corte

© REUTERS/Leah Millis  Organizações civis criticam mudança em distritos da Louisiana e alertam para impacto nas eleições legislativas dos Estados Unidos em 2026. Organizações de direitos civis e lideranças do movimento negro dos Estados Unidos criticaram a decisão da Suprema Corte que derrubou o mapa eleitoral do estado da Louisiana. Para os grupos, a medida representa um retrocesso democrático e pode ampliar a manipulação política dos distritos eleitorais no país. Por seis votos a três, a maioria conservadora da Corte entendeu que o desenho atual dos distritos utilizava excessivamente critérios raciais. Com isso, áreas de maioria negra deverão ser rediscutidas, alterando a representação política no Congresso norte-americano. A decisão gerou forte reação de entidades históricas. O presidente da Associação Nacional para o Progresso de Pessoas de Cor (NAACP), Derrick Johnson, afirmou que a democracia do país “clama por socorro” e classificou a decisão como um ataque ao direito ao vot...