Avançar para o conteúdo principal

"Nem Lisboa está segura agora?" Diplomata ucraniano reage a Medvedev



 Após Dmitry Medvedev, antigo presidente e pessoa próxima de Vladimir Putin, ter afirmado, na rede social Telegram, que o objetivo final da Rússia é "uma Eurásia unida, de Lisboa a Vladivostok", Olexander Scherba, antigo embaixador da Ucrânia na Áustria, fez um comentário no Twitter à afirmação: "Então, nem Lisboa está segura agora?"


"'Ajudante' de Putin, Dmitry Medvedev: Queremos construir "uma Eurásia unida de Lisboa a Vladivostok". Então, nem mesmo Lisboa está segura agora?", questionou Scherba na rede social.


Segundo recorda a Sky News, a discussão sobre uma zona de comércio livre que se estende desde a capital portuguesa, a mais ocidental da Europa, e Vladivostok, a cidade do extremo oriente russo, onde termina o caminho-de-ferro transiberiano, não é nova tendo sido já discutida anteriormente.


Putin’s sidekick Dmitry Medvedev: we want to build “a united Eurasia from Lissabon to Vladivostok”.

So, even Lissabon isn’t secure now?#StandWithUkraine #StopRussia #StopGenocideOfUkrainians #BuchaMasacre pic.twitter.com/Uz2ceHvaPF


— olexander scherba🇺🇦 (@olex_scherba) April 5, 2022

Assinala-se esta terça-feira o 41.º dia da invasão russa da Ucrânia. Pelo menos 2.097 civis morreram e 1.430 ficaram feridos, segundo dados confirmados pela Organização das Nações Unidas (ONU). A guerra já levou à fuga de mais de dez milhões de pessoas, 4,1 milhões das quais para países vizinhos.


"Nem Lisboa está segura agora?" Diplomata ucraniano reage a Medvedev (noticiasaominuto.com)


Comentários

Notícias mais vistas:

Rendas congeladas “desesperam” proprietários e inquilinos apontam despejos como medida “oportunista”

Foto: Rodolfo Alexandre Reis  Luís Menezes Leitão, presidente da Associação Lisbonense de Proprietários diz que as propostas do Governo sobre o descongelamento das rendas são “minúsculas” e que mesmo em relação ao despejos “falta muito por esclarecer”. Já António Machado, líder da Associação de Inquilinos Lisbonenses considera que aumentar a liberalização dos contratos significa que “a parte mais fraca ainda fica mais fraca”. Concordam em discordar. É desta forma que os proprietários e inquilinos olham para o conjunto de medidas apresentadas pelo Governo sobre o novo regime do arrendamento urbano (NRAU). No lado da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), o presidente Luís Menezes Leitão, lamenta que o congelamento das rendas antigas a 1990, um dos principais cavalos de batalha da ALP se mantenha praticamente inalterado. “As alterações são minúsculas e só têm significado relativamente a inquilinos que ganhem acima de cinco salários mínimos mensais e mesmo assim estabelece a fi...

Um sistema capaz de bloquear todas as comunicações inimigas numa região inteira muda as regras do combate

 Quando um artefato militar transforma o éter em silêncio, a geopolítica treme. Num teatro de operações hiperconectado, cortar o fio invisível que sustenta sensores, drones e redes táticas é mais que disrupção: é poder. “Sem voz, o exército mais ruidoso é apenas massa em movimento”, diz um estrategista anônimo. Essa capacidade redesenha o tempo do combate, alongando a incerteza do adversário e comprimindo a janela de decisão. Da superioridade cinética ao controle do espectro No século XXI, quem domina o espectro eletromagnético dobra o tabuleiro da estratégia. Não basta ver mais longe; é preciso fazer o oponente ver menos e ouvir nada. Sistemas que envelopam áreas inteiras com interferência convertem sinais em ruído, quebrando a trama que costura unidades, apoio de fogo e logística. “É como virar o céu em neblina digital”, descreve um oficial de campo. O efeito cascata na cadeia de comando Sem enlaces de dados, o ciclo OODA — observar, orientar, decidir, agir — perde cadência e tro...

Alemanha abre porta à “condução autónoma” da Tesla, mas exige novo nome

 Berlim quer acelerar a aprovação europeia do sistema da Tesla, mas exige à fabricante que abandone a designação “full self-driving”, considerada enganadora. Fomos conduzidos por um Tesla Model Y em Amesterdão e a experiência demonstra que a tecnologia de condução autónoma está já numa fase muito avançada DR O pragmatismo alemão encontrou uma saída negociada para desbloquear a aprovação do sistema mais avançado de assistência à condução da Tesla, conhecido até agora como “full self-driving”. O Ministério Federal dos Transportes manifestou a intenção de viabilizar a tecnologia na Alemanha e de defender a sua aprovação a nível comunitário. Em troca do apoio de Berlim, a empresa liderada por Elon Musk terá aceitado uma concessão há muito reclamada por especialistas em segurança rodoviária: abandonar no mercado alemão a controversa designação comercial “full self-driving”, ou condução totalmente autónoma. O pacote de software passará a chamar-se “Tesla assisted driving”, ou condução as...