Avançar para o conteúdo principal

Tesla investe 1500 milhões de dólares em Bitcoin e vai aceitar pagamentos em cibermoeda


 Musk tem estado particularmente ativo no que toca às criptodivisas e sabe-se agora que a Tesla investiu 1500 milhões de dólares em Bitcoin. Está nos planos da empresa passar a aceitar pagamentos neste tipo de moeda

Um documento enviado pela Tesla às autoridades reguladoras dos mercados financeiros mostra que a empresa investiu 1500 milhões de dólares em Bitcoin. Com esta revelação, a Bitcoin valorizou 13% durante o dia de hoje. A Tesla admitiu ainda que “em breve” vai passar a aceitar pagamentos na cibermoeda, sem que tenha adiantado qualquer prazo para isso se tornar realidade. Alguns clientes da Tesla têm vindo a solicitar ao CEO que passe aceitar bitcoin para o pagamento de automóveis.


Recorde-se que Elon Musk escreveu no Twitter na semana passada a simples expressão “Doge”, fazendo com que a Dogecoin valorizasse em mais de 50%. O documento apresentado à SEC (de Security Exchange Commission) não refere, no entanto, esta cibermoeda, esclarece a Cnet. “Em janeiro de 2021, atualizamos a nossa política de investimento para nos dar mais flexibilidade para diversificar e maximizar retornos sobre o dinheiro que não seja necessário para manter a nossa liquidez operacional. Investimos um valor agregado de 1500 milhões em bitcoin de acordo com esta política”, explica o comunicado.


O preço das bitcoin passou os 34 mil dólares esta manhã, batendo o máximo de valorização.


https://visao.sapo.pt/exameinformatica/noticias-ei/mercados/2021-02-08-tesla-investe-1500-milhoes-de-dolares-em-bitcoin-e-vai-aceitar-pagamentos-em-cibermoeda/

Comentários

Notícias mais vistas:

Defender a escola pública

 1. Escrevo sobre o conflito que envolve os professores preocupada, em primeiro lugar, com o efeito que este está a ter na degradação da escola pública, na imagem e na confiança dos pais no sistema educativo, nos danos que estão a ser causados a milhares de alunos cujas famílias não têm condições para lhes proporcionar explicações ou frequência de colégios privados. Parece-me importante que, nas negociações entre Governo e sindicatos, esta dimensão do problema seja equacionada. Escrevo, em segundo lugar, porque espero poder dar um contributo para a compreensão e boa resolução do conflito, apesar de todo o ruído e falta de capacidade para ouvir. 2. Nos anos pré-pandemia, eram muitos os sinais das dificuldades das escolas em prestar um serviço de qualidade. A existência de milhares de alunos sem professor, em várias disciplinas e em vários pontos do país, gerou um clamor sobre a falta de docentes e a fraca atratividade da carreira. Porém, o problema da falta de professores nas escola...

Armazenamento holográfico

 Esta técnica de armazenamento de alta capacidade pode ser uma das respostas para a crescente produção de dados a nível mundial Quando pensa em hologramas provavelmente associa o conceito a uma forma futurista de comunicação e que irá permitir uma maior proximidade entre pessoas através da internet. Mas o conceito de holograma (que na prática é uma técnica de registo de padrões de interferência de luz) permite que seja explorado noutros segmentos, como o do armazenamento de dados de alta capacidade. A ideia de criar unidades de armazenamento holográficas não é nova – o conceito surgiu na década de 1960 –, mas está a ganhar nova vida graças aos avanços tecnológicos feitos em áreas como os sensores de imagem, lasers e algoritmos de Inteligência Artificial. Como se guardam dados num holograma? Primeiro, a informação que queremos preservar é codificada numa imagem 2D. Depois, é emitido um raio laser que é passado por um divisor, que cria um feixe de referência (no seu estado original) ...

TAP: quo vadis?

 É um erro estratégico abismal decidir subvencionar uma vez mais a TAP e afirmar que essa é a única solução para garantir a conectividade e o emprego na aviação, hotelaria e turismo no país. É mentira! Nos últimos 20 anos assistiu-se à falência de inúmeras companhias aéreas. 11 de Setembro, SARS, preço do petróleo, crise financeira, guerras e concorrência das companhias de baixo custo, entre tantos outros fatores externos, serviram de pano de fundo para algo que faz parte das vicissitudes de qualquer empresa: má gestão e falta de liquidez para enfrentar a mudança. Concentremo-nos em três casos europeus recentes de companhias ditas “de bandeira” que fecharam as portas e no que, de facto, aconteceu. Poucos meses após a falência da Swissair, em 2001, constatou-se um fenómeno curioso: um número elevado de salões de beleza (manicure, pedicure, cabeleireiros) abriram igualmente falência. A razão é simples, mas só mais tarde seria compreendida: muitos desses salões sustentavam-se das assi...