Avançar para o conteúdo principal

Truques dos supermercados para o fazer gastar mais

Conheça algumas das táticas mais usadas pelas grandes superfícies. Na próxima vez que for às compras, repare e entenda porque é que, tantas vezes, acaba por gastar mais do que a conta.

Se já lhe aconteceu ir ao supermercado com ideia de comprar meia dúzia de coisas, mas acabou por trazer um carrinho cheio, saiba que existem estratégias pensadas para levar os consumidores a comprar e a gastar mais do que precisam. Conheça alguns dos estímulos, e truques, mais usados.


1. Tamanho dos carrinhos

Se quiser evitar comprar enquanto o carrinho ainda tem espaço, escolha um cesto de tamanho reduzido, para se concentrar no que é essencial.


2. Artigos na entrada

Não é por acaso que, logo à entrada do supermercado, quando está mais recetivo e de carrinho vazio, dá de caras com tudo aquilo que não lhe faz falta. Não se precipite.


3. Música

Por norma, a música ambiente é calma e tem como objetivo fazer com que os consumidores abrandem o ritmo e comprem mais.


4. Passagem do tempo

Raramente as grandes superfícies têm janelas ou relógios. Para não perder a noção da passagem do tempo, vá consultando as horas no relógio ou telemóvel.


5. Temperatura

À exceção da zona dos frescos, a temperatura é geralmente amena, para que se sinta confortável, e prolongue a sua estadia.


6. Bens essenciais escondidos

Os bens essenciais, como o pão e os ovos, estão por norma, ao fundo das lojas. Repare como, pelo caminho, ao passar pelos corredores, é aliciado com outros produtos.


7. Preços a terminar em 9

A técnica é antiga, mas eficaz. Diante do preço 1 euro e 99 cêntimos, muitos leem apenas 1 euro, quando na realidade o preço é de quase 2 euros.


8. Altura dos produtos nas prateleiras

O que está ao nível dos olhos são os produtos que os supermercados querem vender. E, por norma, são os mais caros. Acima, ou mais para trás, nas prateleiras, encontrará os preços mais baixos.


9. Linhas de caixas

As linhas de caixas estão repletas de coisas apetecíveis, para miúdos e graúdos: revistas, pilhas, pastilhas, chocolates, cromos e carrinhos. Se passou na área mais rentável do supermercado sem consumir, parabéns, é um consumidor forte!


Uma última dica: para manter o foco, faça uma lista de necessidades, em papel ou digital. E resta dizer: boas compras.


https://www.contasconnosco.pt/artigo/truques-dos-supermercados-para-o-fazer-gastar-mais

Comentários

Notícias mais vistas:

Bruxelas considera que é possível acabar com mudança da hora e vai apresentar estudo

 A Comissão Europeia considera que alcançar um consenso para acabar com a mudança da hora "ainda é possível" e vai apresentar um estudo nesse sentido este ano, com os Estados-membros a manifestarem-se disponíveis para analisá-lo assim que for entregue. Na madrugada do dia 29 deste mês, a hora volta a mudar em toda a União Europeia (UE), para dar início ao horário de verão, o que acontece atualmente devido a uma diretiva europeia que prevê que, todos os anos, os relógios sejam, respetivamente, adiantados e atrasados uma hora no último domingo de março e no último domingo de outubro. Em setembro de 2018, a Comissão Europeia propôs o fim do acerto sazonal, mas o processo tem estado bloqueado desde então, por falta de acordo entre os Estados-membros sobre a matéria. Numa resposta por escrito à agência Lusa, a porta-voz da Comissão Europeia Anna-Kaisa Itkonnen referiu que o executivo decidiu propor o fim da mudança horária em 2018 após ter recebido "pedidos de cidadãos e dos ...

Armazenamento holográfico

 Esta técnica de armazenamento de alta capacidade pode ser uma das respostas para a crescente produção de dados a nível mundial Quando pensa em hologramas provavelmente associa o conceito a uma forma futurista de comunicação e que irá permitir uma maior proximidade entre pessoas através da internet. Mas o conceito de holograma (que na prática é uma técnica de registo de padrões de interferência de luz) permite que seja explorado noutros segmentos, como o do armazenamento de dados de alta capacidade. A ideia de criar unidades de armazenamento holográficas não é nova – o conceito surgiu na década de 1960 –, mas está a ganhar nova vida graças aos avanços tecnológicos feitos em áreas como os sensores de imagem, lasers e algoritmos de Inteligência Artificial. Como se guardam dados num holograma? Primeiro, a informação que queremos preservar é codificada numa imagem 2D. Depois, é emitido um raio laser que é passado por um divisor, que cria um feixe de referência (no seu estado original) ...

TAP: quo vadis?

 É um erro estratégico abismal decidir subvencionar uma vez mais a TAP e afirmar que essa é a única solução para garantir a conectividade e o emprego na aviação, hotelaria e turismo no país. É mentira! Nos últimos 20 anos assistiu-se à falência de inúmeras companhias aéreas. 11 de Setembro, SARS, preço do petróleo, crise financeira, guerras e concorrência das companhias de baixo custo, entre tantos outros fatores externos, serviram de pano de fundo para algo que faz parte das vicissitudes de qualquer empresa: má gestão e falta de liquidez para enfrentar a mudança. Concentremo-nos em três casos europeus recentes de companhias ditas “de bandeira” que fecharam as portas e no que, de facto, aconteceu. Poucos meses após a falência da Swissair, em 2001, constatou-se um fenómeno curioso: um número elevado de salões de beleza (manicure, pedicure, cabeleireiros) abriram igualmente falência. A razão é simples, mas só mais tarde seria compreendida: muitos desses salões sustentavam-se das assi...