Avançar para o conteúdo principal

Banco de horas individual vai ser eliminado.

Em entrevista à VISÃO, o primeiro-ministro antecipa que o Governo vai apresentar, esta sexta-feira, à concertação social novos mecanismos que limitem "os fundamentos do recurso ao contrato a prazo" e um agravamento das contribuições para empresas que recorram excessivamente a contratos precários. A TSU não sofrerá alterações. O banco de horas individual vai ser eliminado.

Está encontrada a fórmula para contrariar o recurso excessivo das empresas à contratação a prazo e não vai passar pela Taxa Social Única (TSU). Em entrevista à VISÃO, que será publicada na íntegra na próxima semana, António Costa anuncia que o Governo vai propor a criação de "uma taxa que incidirá sobre as empresas que abusem da rotação relativamente ao respetivo setor", ou seja, um mecanismo que vise reduzir a precariedade laboral.

Se, por um lado, BE e PCP se opunham ao desagravamento das contribuições para a Segurança Social para as empresas que não utilizassem esse expediente contratual, a verdade é que as confederações patronais sempre contestaram qualquer aumento da TSU, especialmente em setores como o turismo ou a agricultura (mais suscetíveis aos efeitos da sazonalidade).

Nesta entrevista, o primeiro-ministro evita adiantar os detalhes da proposta que será apresentada aos parceiros sociais esta sexta-feira, mas antecipa que a medida para "desincentivar esse abuso de rotatividade" não passará pela TSU. Por outro lado, António Costa sublinha que também vai estreitar "os fundamentos do recurso ao contrato a prazo" e revela que o Executivo vai eliminar o chamado banco de horas individual.

http://visao.sapo.pt/actualidade/portugal/2018-03-22-Antonio-Costa-anuncia-nova-taxa-para-penalizar-empresas-que-abusem-da-contratacao-a-prazo

Comentários

Notícias mais vistas:

J.K. Rowling

 Aos 17 anos, foi rejeitada na faculdade. Aos 25 anos, sua mãe morreu de doença. Aos 26 anos, mudou-se para Portugal para ensinar inglês. Aos 27 anos, casou. O marido abusou dela. Apesar disso, sua filha nasceu. Aos 28 anos, divorciou-se e foi diagnosticada com depressão severa. Aos 29 anos, era mãe solteira que vivia da segurança social. Aos 30 anos, ela não queria estar nesta terra. Mas ela dirigiu toda a sua paixão para fazer a única coisa que podia fazer melhor do que ninguém. E foi escrever. Aos 31 anos, finalmente publicou seu primeiro livro. Aos 35 anos, tinha publicado 4 livros e foi nomeada Autora do Ano. Aos 42 anos, vendeu 11 milhões de cópias do seu novo livro no primeiro dia do lançamento. Esta mulher é JK Rowling. Lembras de como ela pensou em suicídio aos 30 anos? Hoje, Harry Potter é uma marca global que vale mais de $15 bilhões. Nunca desista. Acredite em você mesmo. Seja apaixonado. Trabalhe duro. Nunca é tarde demais. Esta é J.K. Rowling. J. K. Rowling – Wikipédi...

Diarreia legislativa

© DR  As mais de 150 alterações ao Código do Trabalho, no âmbito da Agenda para o Trabalho Digno, foram aprovadas esta sexta-feira pelo Parlamento, em votação final. O texto global apenas contou com os votos favoráveis da maioria absoluta socialista. PCP, BE e IL votaram contra, PSD, Chega, Livre e PAN abstiveram-se. Esta diarréia legislativa não só "passaram ao lado da concertação Social", como também "terão um profundo impacto negativo na competitividade das empresas nacionais, caso venham a ser implementadas Patrões vão falar com Marcelo para travar Agenda para o Trabalho Digno (dinheirovivo.pt)

O fim do dinheiro físico: estamos a um apagão de perder tudo?

Primeiramente, estamos a caminhar a passos largos para uma dependência quase total das infraestruturas digitais no nosso dia a dia. Quando pagas um simples café com o smartphone ou com o cartão, dependes da bateria do teu equipamento, da qualidade da rede da tua operadora, dos servidores do teu banco e das plataformas de processamento de pagamentos. Consequentemente, se apenas um destes elos falhar, a transação não acontece e o sistema cai por terra. O fim do dinheiro físico pode levar-nos a perder tudo num apagão? Fim do dinheiro físico: o cerco cada vez mais apertado às notas e moedas Além disso, a legislação europeia e nacional está a apertar o cerco ao uso de dinheiro vivo, o que acelera esta transição para o digital. A União Europeia aprovou recentemente um limite máximo de 10 000 euros para pagamentos em numerário, uma regra que entrará em vigor em todos os Estados-membros até 2027. Por outro lado, em Portugal, as restrições já são significativamente mais severas. Atualmente, a l...