Avançar para o conteúdo principal

Mãe e filhos morrem de Covid-19 após jantar em família


Sabemos que é difícil manter-nos longe da família, mas a historia que nos chega dos EUA é um exemplo de que, nesta altura, mais vale um esforço para mantermos a salvo os que amamos, do que passar pela dor de perder alguém.

Uma família de Nova Jérsia, nos EUA, acaba de perder o seu terceiro membro vítima de Covid-19. A família norte-americana, que terá propagado o vírus entre os seus elementos durante um jantar, tem ainda outros tantos membros hospitalizados.


De acordo com o Daily Mail, sete membros desta família de Nova Jérsia contraiu a Covid-19 na sequência de um encontro familiar, que decorria habitualmente todas as terças-feiras.

Tudo indica que o ponto de propagação terá tido origem naquela que foi a primeira vítima mortal deste vírus em Nova Jérsia. Trata-se de John Brennan, um treinador de cavalos de 69 anos, que era amigo da família e que terá sido convidado para participar num destes encontros.

Rita Fusco-Jackson, de 56 anos, perdeu a vida na sexta-feira. Seguiu-se, esta quarta-feira, o seu irmão Carmine e a sua mãe Grace, de 73 anos. Estes dois últimos morreram com apenas algumas horas de diferença.

Além das vítimas mortais, quatro crianças da família encontram-se hospitalizadas em estado grave no Centro Médico de CentraState, em Nova Jérsia., enquanto outros 20 membros da família se encontram em quarentena.

As autoridades acreditam que terá sido o jantar de família o foco de propagação do vírus.

Nos EUA, há mais de 9.400 casos de Covid-19 confirmados e mais 150 mortes registadas.

https://www.noticiasaominuto.com/mundo/1436999/mae-e-filhos-morrem-de-covid-19-apos-jantar-em-familia-ha-mais-infetados

Comentários

Notícias mais vistas:

Rendas congeladas “desesperam” proprietários e inquilinos apontam despejos como medida “oportunista”

Foto: Rodolfo Alexandre Reis  Luís Menezes Leitão, presidente da Associação Lisbonense de Proprietários diz que as propostas do Governo sobre o descongelamento das rendas são “minúsculas” e que mesmo em relação ao despejos “falta muito por esclarecer”. Já António Machado, líder da Associação de Inquilinos Lisbonenses considera que aumentar a liberalização dos contratos significa que “a parte mais fraca ainda fica mais fraca”. Concordam em discordar. É desta forma que os proprietários e inquilinos olham para o conjunto de medidas apresentadas pelo Governo sobre o novo regime do arrendamento urbano (NRAU). No lado da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), o presidente Luís Menezes Leitão, lamenta que o congelamento das rendas antigas a 1990, um dos principais cavalos de batalha da ALP se mantenha praticamente inalterado. “As alterações são minúsculas e só têm significado relativamente a inquilinos que ganhem acima de cinco salários mínimos mensais e mesmo assim estabelece a fi...

Novo aeroporto de Lisboa. Governo exige à ANA duas pistas para grandes aviões e questiona falta de segundo terminal

Foto: ANDRÉ KOSTERS / LUSA  Resposta a relatório da ANA sobre novo aeroporto questiona eliminação de segundo terminal de passageiros para acolher expansão e existência de uma única pista preparada para aviões de maior dimensão. Plano do novo Aeroporto Luis de Camões durante a entrega do Relatório Inicial (High Level Assumption Report) da concessionária ANA sobre o desenvolvimento da capacidade aeroportuária de Lisboa,  para iniciar formalmente negociações sobre a extensão do contrato de concessão e viabilizar a construção do novo Aeroporto Luís de Camões, em Alcochete, 17 de dezembro de 2024.  ANDRÉ KOSTERS/LUSA O Governo questionou a ANA sobre o que qualifica de “alteração relevante da estratégia de expansão e faseamento do NAL (Novo Aeroporto de Lisboa)”. No comentário de resposta ao mais recente relatório técnico entregue em julho pela ANA sobre o desenvolvimento do aeroporto Luís de Camões, o Estado pede à concessionária que esclareça vários temas relacionados co...

EUA propõem taxa de 200 mil dólares a navios espanhóis em retaliação por bloqueio de armas para Israel

 Os Estados Unidos estão a ponderar aplicar uma taxa de 200 mil dólares (cerca de 180 mil euros) a navios espanhóis e a restringir importações do país devido ao bloqueio de transportes de armas imposto pelo Governo de Pedro Sánchez, que levou a que Madrid recusasse a atracagem em portos espanhóis de navios que transportem armamento para Israel. A Comissão Marítima Federal (CMF), órgão independente responsável pelo comércio marítimo norte-americano, propôs a aplicação destas duas medidas após uma investigação que dura desde dezembro de 2024. Em causa estão três situações em que navios de bandeira norte-americana que transportavam carga de armamento não puderam atracar nos portos de Cartagena e Algeciras e tiveram de ser desviados para Marrocos. Segundo a CMF, a entidade encontrou "provas conclusivas de que a Espanha negou o acesso aos seus portos a navios com pavilhão dos EUA e de que estas ações criaram condições desfavoráveis ao transporte marítimo no comércio externo", algo...