Avançar para o conteúdo principal

Covid-19: Zoom torna-se um dos alvos prediletos dos cibercriminosos


Google Classroom e Microsoft Teams também estão a ser muito utilizados em campanhas de phishing

O período de isolamento social e quarentena imposto pela Covid-19 tem levado muitas pessoas a recorrer a ferramentas de trabalho remoto e uma das mais populares é a Zoom, uma plataforma de videoconferência usada por mais de 60% das empresas listadas na Fortune 500. Contudo, à medida que cresce o interesse por estes softwares de teletrabalho maior é a atenção que os cibercriminosos dedicam a eles. Uma equipa de pesquisa da Check Point descobriu que utilizadores maliciosos descobriram uma técnica que lhes permite identificar e entrar em reuniões ativas de Zoom.

Desde o início do ano, foram registados 1700 novos domínios que incluíam a palavra “Zoom”, sendo que 25% deles foram registados só na semana passada. De acordo com um comunicado da Check Point, 4% desses domínios continham caraterísticas suspeitas.

A Zoom não é, no entanto, o novo foco exclusivo dos cibercriminosos. A Check Point refere que têm sido descobertos novos sites de phishing para praticamente todas as grandes aplicações de comunicação, incluindo para o website oficial classroom.google.com, o qual passava por googloclassroom\.com e googieclassroom\.com.

A isto juntam-se ainda ficheiros com nomes suspeitos, tais como “zoom-us-zoom_##########.exe” e “microsoft-teams_V#mu#D_##########.exe” (em que “#” representam vários dígitos). O utilizador que, inadvertidamente, executar estes ficheiros estará a instalar o vírus InstallCore PUA no computador.

https://visao.sapo.pt/exameinformatica/noticias-ei/internet/2020-03-30-zoom-torna-se-um-dos-alvos-prediletos-dos-cibercriminosos/

Comentários

Notícias mais vistas:

Rendas congeladas “desesperam” proprietários e inquilinos apontam despejos como medida “oportunista”

Foto: Rodolfo Alexandre Reis  Luís Menezes Leitão, presidente da Associação Lisbonense de Proprietários diz que as propostas do Governo sobre o descongelamento das rendas são “minúsculas” e que mesmo em relação ao despejos “falta muito por esclarecer”. Já António Machado, líder da Associação de Inquilinos Lisbonenses considera que aumentar a liberalização dos contratos significa que “a parte mais fraca ainda fica mais fraca”. Concordam em discordar. É desta forma que os proprietários e inquilinos olham para o conjunto de medidas apresentadas pelo Governo sobre o novo regime do arrendamento urbano (NRAU). No lado da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), o presidente Luís Menezes Leitão, lamenta que o congelamento das rendas antigas a 1990, um dos principais cavalos de batalha da ALP se mantenha praticamente inalterado. “As alterações são minúsculas e só têm significado relativamente a inquilinos que ganhem acima de cinco salários mínimos mensais e mesmo assim estabelece a fi...

Novo aeroporto de Lisboa. Governo exige à ANA duas pistas para grandes aviões e questiona falta de segundo terminal

Foto: ANDRÉ KOSTERS / LUSA  Resposta a relatório da ANA sobre novo aeroporto questiona eliminação de segundo terminal de passageiros para acolher expansão e existência de uma única pista preparada para aviões de maior dimensão. Plano do novo Aeroporto Luis de Camões durante a entrega do Relatório Inicial (High Level Assumption Report) da concessionária ANA sobre o desenvolvimento da capacidade aeroportuária de Lisboa,  para iniciar formalmente negociações sobre a extensão do contrato de concessão e viabilizar a construção do novo Aeroporto Luís de Camões, em Alcochete, 17 de dezembro de 2024.  ANDRÉ KOSTERS/LUSA O Governo questionou a ANA sobre o que qualifica de “alteração relevante da estratégia de expansão e faseamento do NAL (Novo Aeroporto de Lisboa)”. No comentário de resposta ao mais recente relatório técnico entregue em julho pela ANA sobre o desenvolvimento do aeroporto Luís de Camões, o Estado pede à concessionária que esclareça vários temas relacionados co...

EUA propõem taxa de 200 mil dólares a navios espanhóis em retaliação por bloqueio de armas para Israel

 Os Estados Unidos estão a ponderar aplicar uma taxa de 200 mil dólares (cerca de 180 mil euros) a navios espanhóis e a restringir importações do país devido ao bloqueio de transportes de armas imposto pelo Governo de Pedro Sánchez, que levou a que Madrid recusasse a atracagem em portos espanhóis de navios que transportem armamento para Israel. A Comissão Marítima Federal (CMF), órgão independente responsável pelo comércio marítimo norte-americano, propôs a aplicação destas duas medidas após uma investigação que dura desde dezembro de 2024. Em causa estão três situações em que navios de bandeira norte-americana que transportavam carga de armamento não puderam atracar nos portos de Cartagena e Algeciras e tiveram de ser desviados para Marrocos. Segundo a CMF, a entidade encontrou "provas conclusivas de que a Espanha negou o acesso aos seus portos a navios com pavilhão dos EUA e de que estas ações criaram condições desfavoráveis ao transporte marítimo no comércio externo", algo...