Avançar para o conteúdo principal

Tiroteio lança o pânico na Avenida da Liberdade em Lisboa



 Atiradores colocaram-se em fuga. Disparos deixaram marcas num prédio numa artéria adjacente daquela avenida.


Vários homens seguiam em dois carros distintos quando dispararam vários tiros em andamento. Os atiradores colocaram-se em fuga.


Os invólucros de bala foram encontrados no local.


Segundo apurou o CM junto das autoridades, os disparos deixaram apenas marcas num prédio numa artéria adjacente daquela avenida.


Para o terreno foram destacados os elementos da PSP, Polícia Municipal e inspetores da PJ para as respetivas perícias.


O trânsito esteve cortado durante várias horas.


https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/tiroteio-lanca-o-panico-na-avenida-da-liberdade-em-lisboa

Comentários

Notícias mais vistas:

Rendas congeladas “desesperam” proprietários e inquilinos apontam despejos como medida “oportunista”

Foto: Rodolfo Alexandre Reis  Luís Menezes Leitão, presidente da Associação Lisbonense de Proprietários diz que as propostas do Governo sobre o descongelamento das rendas são “minúsculas” e que mesmo em relação ao despejos “falta muito por esclarecer”. Já António Machado, líder da Associação de Inquilinos Lisbonenses considera que aumentar a liberalização dos contratos significa que “a parte mais fraca ainda fica mais fraca”. Concordam em discordar. É desta forma que os proprietários e inquilinos olham para o conjunto de medidas apresentadas pelo Governo sobre o novo regime do arrendamento urbano (NRAU). No lado da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), o presidente Luís Menezes Leitão, lamenta que o congelamento das rendas antigas a 1990, um dos principais cavalos de batalha da ALP se mantenha praticamente inalterado. “As alterações são minúsculas e só têm significado relativamente a inquilinos que ganhem acima de cinco salários mínimos mensais e mesmo assim estabelece a fi...

Digi admite sair de Portugal se não tiver condições para concorrer e apela a Anacom que reconsidere prorrogação automática das licenças

O estudo da Lisbon Economics, apresentado por Abel Mateus, conclui que a proposta de renovação do espectro da Anacom congela a estrutura do mercado móvel até à década de 2040.  A Digi mostra-se surpreendida com a iminência de ver as licenças dos operadores de telecomunicações Meo, NOS e Vodafone renovadas automáticamente pela Anacom, alegando que não foi essa a expetativa que teve quando investiu em Portugal e participou no leilão da quinta geração de rede móvel. E apela para que a Anacom, a Autoridade Nacional de Comunicações, reconsidere a decisão de prorrogar automaticamente os direitos de espectro dos três maiores operadores, em nome da concorrência leal. O apelo foi feito esta sexta-feira, em Lisboa, pelo diretor executivo do grupo Digi, Valenti Popoviciu, num encontro com a imprensa portuguesa, que contou com a presença do antigo presidente da Autoridade da Concorrência (AdC), Abel Mateus, que apresentou um estudo feito pela Lisbon Economics, a pedido da Digi, e de acordo com...

Corvo, "a ilha que fica às escuras" no outono para salvar aves marinhas

© Andrea Zanenga, Clara Ramirez Altabas e Elisa Teixeira/SPEA-BirdLife  Todos os anos, no outono, a ilha do Corvo, nos Açores, apaga a iluminação pública durante alguns dias para ajudar as crias dos cagarros a voarem em direção ao oceano, "guiadas pelas estrelas". O "apagão" solidário foi destaque este fim de semana no The Guardian. Uma vez por ano, o Corvo, a ilha mais pequena do arquipélago dos Açores, "fica às escuras" para salvar as crias dos cagarros, uma ave marinha endémica do Oceano Atlântico. O "apagão" solidário foi, este fim de semana, destaque no The Guardian, mas desde 2019 que os cerca de 450 habitantes da ilha açoriana abraçam a causa. No outono, durante cinco noites, não há iluminação pública no Corvo para "combater os efeitos desastrosos da luz artificial" nos voos das crias dos cagarros em direção ao oceano. Segundo o jornal britânico, tudo começou em 1991, quando a comunidade se deparou com "um enorme número...