Avançar para o conteúdo principal

Não use o álcool etílico. Saiba como desinfetar o telemóvel, tablet e computador


Em fase de coronavírus, marcas como a Samsung e Apple deixam recomendações sobre como devem ser desinfetados os smartphones e outros equipamentos. Atenção: para fazer isto, tem de desligá-los antes.

Usar álcool isopropílico em vez do etílico, ter o equipamento desligado e não pôr água diretamente em cima dos aparelhos. Estas são algumas das recomendações dos fabricantes de produtos tecnológicos para desinfetar equipamentos. De forma rápida, explicamos como deve limpar o seu smartphone, tablet ou computador. Antes e depois, não se esqueça — como recomenda a DGS — lave as mãos.

De acordo com um comunicado da Apple, que é seguido no conteúdo por outras marcas, como a Samsung, há algumas recomendações que é preciso ter em conta antes de limpar um equipamento tecnológico. É importante que não use álcool etílico ou outro tipo de líquidos, porque podem danificar o dispositivo. Siga estes passos:

Ao limpar, deve utilizar-se um pano macio (como aqueles para óculos), ou seja, nada de toalhas ou papel absorventes;
Desligar o equipamento e desconectá-lo de qualquer cabo a que esteja ligado;
Quando começar a limpar, não deve esfregar em demasia nenhuma superfície para não danificar o aparelho;
Não usar sprays aerossol;
Nunca utilizar lixívia;
Não ter líquidos perto de si enquanto faz a desinfeção para evitar acidentes;
Tudo preparado? Comece por pôr um bocadinho de álcool isopropílico — este tipo de álcool encontra-se à venda offline e online em várias superfícies, como supermercados e farmácias ou empresas de equipamentos eletrónicos — e limpe as partes lisas mais sujas do equipamento. Se não tiver este tipo de álcool, as toalhitas desinfetantes feitas à base de álcool isopropílico podem ser uma solução, mas são mais difíceis de encontrar à venda.

Se estivermos a desinfetar um smartphone ou outro equipamento semelhante, tenha especial atenção à entrada do cabo para auriculares ou às colunas (se entrarem aí líquidos ou ficar humidade não é a bom para o aparelho). Evite que o produto entre para estes orifícios. Para facilitar, utilize apenas a ponta do pano para, com o dedo, limpar gentilmente.

Quanto ao ecrã dos equipamentos, basta o pano estar um pouco húmido e com o tal álcool já referido (não em demasia, basta um bocadinho) para limpar a sujidade e desinfetar.

Se a sua preocupação são as capas dos equipamentos, estas podem ser lavadas com água e sabão. Atenção, caso a capa seja em pele, esta pode mudar de cor ao limpar. E ainda outra recomendação: não se deve desinfetar ou limpar os equipamentos em demasia porque isso pode danificá-los.

No final de tudo, já sabe, lavar as mãos como é recomendado pela Direção-Geral da Saúde.

https://observador.pt/2020/03/16/nao-use-o-alcool-etilico-saiba-como-desinfetar-o-telemovel-tablet-e-computador/

Comentários

  1. Parabéns ao papá Wilson! Espero encontrarem-se de boa saúde! Se precisares de mais fontes de imprensa, visita o meu website e vai ao link Lembra-te. Encontras lá uma grande seleção de fontes de comunicação social. Abraços do teu colega do CECOA e continua com a tua dedicação à informação. De João

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Notícias mais vistas:

Rendas congeladas “desesperam” proprietários e inquilinos apontam despejos como medida “oportunista”

Foto: Rodolfo Alexandre Reis  Luís Menezes Leitão, presidente da Associação Lisbonense de Proprietários diz que as propostas do Governo sobre o descongelamento das rendas são “minúsculas” e que mesmo em relação ao despejos “falta muito por esclarecer”. Já António Machado, líder da Associação de Inquilinos Lisbonenses considera que aumentar a liberalização dos contratos significa que “a parte mais fraca ainda fica mais fraca”. Concordam em discordar. É desta forma que os proprietários e inquilinos olham para o conjunto de medidas apresentadas pelo Governo sobre o novo regime do arrendamento urbano (NRAU). No lado da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), o presidente Luís Menezes Leitão, lamenta que o congelamento das rendas antigas a 1990, um dos principais cavalos de batalha da ALP se mantenha praticamente inalterado. “As alterações são minúsculas e só têm significado relativamente a inquilinos que ganhem acima de cinco salários mínimos mensais e mesmo assim estabelece a fi...

Novo aeroporto de Lisboa. Governo exige à ANA duas pistas para grandes aviões e questiona falta de segundo terminal

Foto: ANDRÉ KOSTERS / LUSA  Resposta a relatório da ANA sobre novo aeroporto questiona eliminação de segundo terminal de passageiros para acolher expansão e existência de uma única pista preparada para aviões de maior dimensão. Plano do novo Aeroporto Luis de Camões durante a entrega do Relatório Inicial (High Level Assumption Report) da concessionária ANA sobre o desenvolvimento da capacidade aeroportuária de Lisboa,  para iniciar formalmente negociações sobre a extensão do contrato de concessão e viabilizar a construção do novo Aeroporto Luís de Camões, em Alcochete, 17 de dezembro de 2024.  ANDRÉ KOSTERS/LUSA O Governo questionou a ANA sobre o que qualifica de “alteração relevante da estratégia de expansão e faseamento do NAL (Novo Aeroporto de Lisboa)”. No comentário de resposta ao mais recente relatório técnico entregue em julho pela ANA sobre o desenvolvimento do aeroporto Luís de Camões, o Estado pede à concessionária que esclareça vários temas relacionados co...

EUA propõem taxa de 200 mil dólares a navios espanhóis em retaliação por bloqueio de armas para Israel

 Os Estados Unidos estão a ponderar aplicar uma taxa de 200 mil dólares (cerca de 180 mil euros) a navios espanhóis e a restringir importações do país devido ao bloqueio de transportes de armas imposto pelo Governo de Pedro Sánchez, que levou a que Madrid recusasse a atracagem em portos espanhóis de navios que transportem armamento para Israel. A Comissão Marítima Federal (CMF), órgão independente responsável pelo comércio marítimo norte-americano, propôs a aplicação destas duas medidas após uma investigação que dura desde dezembro de 2024. Em causa estão três situações em que navios de bandeira norte-americana que transportavam carga de armamento não puderam atracar nos portos de Cartagena e Algeciras e tiveram de ser desviados para Marrocos. Segundo a CMF, a entidade encontrou "provas conclusivas de que a Espanha negou o acesso aos seus portos a navios com pavilhão dos EUA e de que estas ações criaram condições desfavoráveis ao transporte marítimo no comércio externo", algo...