Avançar para o conteúdo principal

Portugal em 1974 não devia um cêntimo e tinha uma das maiores reservas de ouro do mundo, ao contrário de hoje?


A frase:
Portugal em 1974 não devia um cêntimo e possuía uma das maiores reservas de ouro do mundo! E hoje?

A verdade é que em 1974, apesar da guerra colonial que aumentou muito a dívida esta situava-se em apenas 13.5% do PIB, hoje ultrapassa os 100%.

Antes do governo de Sócrates e após 2 resgates do FMI a dívida aumentou para 60% devido essencialmente à instabilidade política que se viveu em Portugal desde o 25 de Abril até o governo de Mário Soares e Cavaco Silva que finalmente colocou o país na bom caminho convergindo pela primeira vez com a Europa. (Mário Soares foi o Passos Coelho/Paulo Portas da altura e Cavaco Silva continuou o bom trabalho de Mário Soares).

No governo de Sócrates e sem qualquer guerra tivemos o pior desempenho de sempre onde duplicamos a dívida até os 120% e tivemos que chamar a Troika.

Quanto ao Ouro a afirmação é totalmente verdadeira, na altura tínhamos 865,94 toneladas e éramos o 8º país com maiores reservas do mundo, agora temos 382,5 toneladas e descemos para o 14º lugar.

Fonte:
https://observador.pt/factchecks/portugal-em-1974-nao-devia-um-centimo-e-tinha-uma-das-maiores-reservas-de-ouro-do-mundo-ao-contrario-de-hoje/

Comentários

Notícias mais vistas:

ASAE e ENSE fiscalizam 70 postos de combustível e aplicam contraordenações a 17

A ASAE e a ENSE realizaram fiscalizações a 70 postos de combustível tendo aplicado 17 contraordenações por ausência de inspeções periódicas quinquenais obrigatórias, práticas comerciais desleais e irregularidades relacionadas com exatidão nas medições de combustível. A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), através das suas Unidades Regionais, e a Entidade Nacional para o Setor Energético, E.P.E., (ENSE), através da sua Unidade de Controlo e Prevenção, desenvolveram nos últimos dias, a nível nacional, várias operações de fiscalização e de prevenção criminal dirigidas a postos de abastecimento de combustível, na sequência do recente aumento dos preços praticados no mercado nacional. A operação decorreu nos concelhos de Lisboa, Setúbal, Leiria, Coimbra, Viseu, Castro d´Aire, Barcelos, Braga, Vila Nova de Gaia, Porto, Vila Real e Faro. Da operação resultou a fiscalização de 70 operadores económicos, tendo sido instaurados 17 processos de contraordenação, entre as principais...

Armazenamento holográfico

 Esta técnica de armazenamento de alta capacidade pode ser uma das respostas para a crescente produção de dados a nível mundial Quando pensa em hologramas provavelmente associa o conceito a uma forma futurista de comunicação e que irá permitir uma maior proximidade entre pessoas através da internet. Mas o conceito de holograma (que na prática é uma técnica de registo de padrões de interferência de luz) permite que seja explorado noutros segmentos, como o do armazenamento de dados de alta capacidade. A ideia de criar unidades de armazenamento holográficas não é nova – o conceito surgiu na década de 1960 –, mas está a ganhar nova vida graças aos avanços tecnológicos feitos em áreas como os sensores de imagem, lasers e algoritmos de Inteligência Artificial. Como se guardam dados num holograma? Primeiro, a informação que queremos preservar é codificada numa imagem 2D. Depois, é emitido um raio laser que é passado por um divisor, que cria um feixe de referência (no seu estado original) ...

TAP: quo vadis?

 É um erro estratégico abismal decidir subvencionar uma vez mais a TAP e afirmar que essa é a única solução para garantir a conectividade e o emprego na aviação, hotelaria e turismo no país. É mentira! Nos últimos 20 anos assistiu-se à falência de inúmeras companhias aéreas. 11 de Setembro, SARS, preço do petróleo, crise financeira, guerras e concorrência das companhias de baixo custo, entre tantos outros fatores externos, serviram de pano de fundo para algo que faz parte das vicissitudes de qualquer empresa: má gestão e falta de liquidez para enfrentar a mudança. Concentremo-nos em três casos europeus recentes de companhias ditas “de bandeira” que fecharam as portas e no que, de facto, aconteceu. Poucos meses após a falência da Swissair, em 2001, constatou-se um fenómeno curioso: um número elevado de salões de beleza (manicure, pedicure, cabeleireiros) abriram igualmente falência. A razão é simples, mas só mais tarde seria compreendida: muitos desses salões sustentavam-se das assi...