Avançar para o conteúdo principal

Sintra distribui 1 milhão de máscaras através das caixas de correio


São um milhão de máscaras de proteção individuais que ao longo dos próximos dias serão entregues nas caixas de correio do concelho de Sintra.

A Câmara Municipal de Sintra iniciou esta segunda-feira a distribuição gratuita de um milhão de máscaras à população, naquele que é o segundo concelho mais populoso de Portugal.

São um milhão de máscaras de proteção individuais que ao longo dos próximos dias serão entregues nas caixas de correio do concelho de Sintra.

O presidente da Câmara Municipal de Sintra lembra que, “esta operação de envio de máscaras pretende contribuir para proteger a população, mas é também uma forma de sensibilizar para a necessidade de cumprir com o dever cívico de recolhimento, cumprir as medidas de distanciamento social, de higienização das mãos e de etiqueta respiratória que continuam a ser as nossas melhores armas para combater o Covid-19”.

Basílio Horta lembra o investimento superior a “meio milhão de euros” nesta iniciativa que, “só foi possível graças ao voluntariado de centenas de funcionários da Câmara Municipal e SMAS de Sintra”. “Durante o fim de semana e ao longo de vários dias centenas de colaboradores demonstraram o espírito de união e solidariedade de todos que vivem e trabalham em Sintra”, sublinha Basílio Horta que agradeceu “a colaboração de todos”.

Basílio Horta lembra o investimento superior a “meio milhão de euros” nesta iniciativa que, “só foi possível graças ao voluntariado de centenas de funcionários da Câmara Municipal e SMAS de Sintra”
A Câmara de Sintra assumiu a distribuição de equipamento de proteção junto das IPSS, forças de segurança, bombeiros, e outras entidades que trabalhem junto de grupos de risco ou com população mais vulnerável. Foram distribuídas mais de 250 mil e entregues diferentes equipamentos e materiais de proteção a diversas instituições, tais como: luvas, viseiras, batas descartáveis, gel desinfetante, álcool etílico, dispensadores de gel desinfetante, batas descartáveis, fatos completos e proteções para sapatos.

A autarquia continua a acompanhar a evolução da propagação do Coronavírus, antecipando e atuando com novas medidas preventivas, caso seja necessário, garantindo as atividades essenciais e prioritárias no município, bem como o apoio à população.

https://sintranoticias.pt/2020/05/18/sintra-distribui-1-milhao-de-mascaras-atraves-das-caixas-de-correio/

Comentários

Notícias mais vistas:

Diarreia legislativa

© DR  As mais de 150 alterações ao Código do Trabalho, no âmbito da Agenda para o Trabalho Digno, foram aprovadas esta sexta-feira pelo Parlamento, em votação final. O texto global apenas contou com os votos favoráveis da maioria absoluta socialista. PCP, BE e IL votaram contra, PSD, Chega, Livre e PAN abstiveram-se. Esta diarréia legislativa não só "passaram ao lado da concertação Social", como também "terão um profundo impacto negativo na competitividade das empresas nacionais, caso venham a ser implementadas Patrões vão falar com Marcelo para travar Agenda para o Trabalho Digno (dinheirovivo.pt)

Largo dos 78.500€

  Políticamente Incorrecto O melhor amigo serve para estas coisas, ter uns trocos no meio dos livros para pagar o café e o pastel de nata na pastelaria da esquina a outros amigos 🎉 Joaquim Moreira É historicamente possível verificar que no seio do PS acontecem repetidas coincidências! Jose Carvalho Isto ... é só o que está á vista ... o resto bem Maior que está escondido só eles sabem. Vergonha de Des/governantes que temos no nosso País !!! Ana Paula E fica tudo em águas de bacalhau (20+) Facebook

TAP: quo vadis?

 É um erro estratégico abismal decidir subvencionar uma vez mais a TAP e afirmar que essa é a única solução para garantir a conectividade e o emprego na aviação, hotelaria e turismo no país. É mentira! Nos últimos 20 anos assistiu-se à falência de inúmeras companhias aéreas. 11 de Setembro, SARS, preço do petróleo, crise financeira, guerras e concorrência das companhias de baixo custo, entre tantos outros fatores externos, serviram de pano de fundo para algo que faz parte das vicissitudes de qualquer empresa: má gestão e falta de liquidez para enfrentar a mudança. Concentremo-nos em três casos europeus recentes de companhias ditas “de bandeira” que fecharam as portas e no que, de facto, aconteceu. Poucos meses após a falência da Swissair, em 2001, constatou-se um fenómeno curioso: um número elevado de salões de beleza (manicure, pedicure, cabeleireiros) abriram igualmente falência. A razão é simples, mas só mais tarde seria compreendida: muitos desses salões sustentavam-se das assi...