Avançar para o conteúdo principal

Cartão de Crédito: Número e CVV vão ser inválidos nas compras online


Costuma pagar online com cartão de crédito? Com a pandemia é normal que as compras online estejam a crescer! No entanto, dizem também os dados que as pessoas compram menos vezes, mas de mais valor. Quem paga com cartão de crédito certamente já pensou que os dados de autenticação são “fracos”.

Em breve, o número e data de validade vão passar a ser inválidos nas compras online…e faz total sentido!

Cartão de Crédito: Dados do cartão vão deixar de ser válidos nas compras online

De acordo com o Jornal de Negócios, as informações impressas nos cartões de crédito vão deixar de ser considerados válidos para autenticar os consumidores em compras realizadas online. Até ao fim do ano, essa autenticação tem de ser feita através de palavra-passe, mensagem enviada para o telemóvel ou impressão digital.

Cartão de Crédito: Autenticação é fraca
Para quem faz compras online e usa o cartão de crédito certamente que já pensou que basta ter a informação do cartão para realizar uma compra. Na prática basta o número de cartão e o código CVV/CVC para fazer a validação da compra.

De acordo com o Banco Nacional, em 2020…

será concretizada a adesão da comunidade nacional ao TIPS – TARGET Instant Payments Settlement, o serviço pan-europeu para a liquidação de transferências imediatas. O TIPS complementará a solução nacional e permitirá a realização, à escala europeia, de pagamentos em poucos segundos.

Relativamente às operações de pagamento online com cartão…

o novo enquadramento regulamentar deixa de considerar válidos para a autenticação em compras na internet os detalhes impressos nos cartões de pagamento (como por exemplo, o número do cartão, a data de validade ou o código CVV/CVC), uma vez que poderão ser apropriados por terceiros.

Cartão de Crédito: Dados do cartão vão deixar de ser válidos nas compras online

Relativamente à segurança nos pagamentos, de acordo com o Regulamento,

os prestadores de serviços de pagamento têm de aplicar autenticação forte do cliente sempre que este: (i) aceda a uma conta de pagamento através da internet; (ii) inicie uma operação de pagamento eletrónico (seja ela presencial ou remota); ou (iii) realize uma ação, através de um canal remoto, que possa envolver risco de fraude no pagamento ou outros abusos.

A European Banking Authority (EBA) determinou que as autoridades nacionais competentes possam flexibilizar, até 31 de dezembro de 2020, a supervisão destes requisitos de autenticação nas operações de pagamento online com cartão.

https://pplware.sapo.pt/informacao/cartao-de-credito-dados-do-cartao-vao-deixar-de-ser-validos-nas-compras-online/

Comentários

Notícias mais vistas:

Ucrânia acusa Hungria de fazer sete funcionários de banco ucraniano reféns em Budapeste

 Kiev acusa as autoridades húngaras de terem raptado sete funcionários do Oschadbank da Ucrânia, e terem apreendido uma grande quantidade de dinheiro e ouro. Uma nova escalada numa amarga disputa diplomática entre Orbán e Zelenskyy. O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia acusou na quinta-feira a Hungria de fazer sete funcionários de um banco ucraniano reféns em Budapeste, num momento de elevada tensão entre os dois países. "Em Budapeste, as autoridades húngaras fizeram sete cidadãos ucranianos reféns. Os motivos permanecem desconhecidos, assim como o seu estado de saúde atual", escreveu Andriy Sybiga. Segundo o chefe da diplomacia ucraniana, os detidos são "funcionários do banco estatal Oschadbank que operavam dois veículos do banco em trânsito entre a Áustria e a Ucrânia, transportando dinheiro". "Trata-se de terrorismo e de extorsão patrocinada pelo Estado" perpetrada pela Hungria, denunciou o ministro, afirmando já ter enviado uma nota oficial ...

Office  EU é a alternativa europeia às suítes de produtividade norte‑americanas

 Plataforma europeia Office EU reúne e‑mail, documentos, calendário e videoconferência sob o RGPD, oferecendo uma alternativa às soluções dos EUA. Uma plataforma digital europeia está a posicionar-se como alternativa às grandes suítes de produtividade controladas por empresas norte-americanas. Chama-se Office  EU e reúne num só espaço todas as ferramentas básicas de escritório – desde edição de texto e folhas de cálculo até correio eletrónico, armazenamento de ficheiros e videoconferência. A sua principal diferença? É integralmente europeia, tanto na propriedade como na infraestrutura técnica, e cumpre as regras de proteção de dados da União Europeia. O OfficeEU visa oferecer a empresas, organizações e cidadãos uma solução de trabalho em nuvem sem recurso a servidores ou legislação de fora da Europa. O utilizador pode criar e partilhar documentos, gerir agendas e realizar chamadas de vídeo num ambiente regulado pelo RGPD, mantendo o controlo sobre os próprios dados. Entre as aplica...

Wall Street começa a chamar a atenção para os "ecos" da pior crise do século

  Para alguns investidores proeminentes, os paralelos com a crise dos subprimes parecem óbvios. Mas não há um consenso claro em Wall Street Nova Iorque -  Durante meses, investidores e analistas têm acompanhado de perto o obscuro setor financeiro conhecido como crédito privado, onde os sinais de alerta têm alimentado receios de uma repetição da crise financeira de 2008. Ainda não é claro se estes alertas representam apenas alguns erros isolados ou uma fragilidade sistémica mais grave no setor de 1,8 mil milhões de dólares. Mas, se esta última hipótese for sequer remotamente possível, vale a pena perceber o que raio se está a passar. Uma breve introdução ao "crédito privado" De uma forma muito simples, o termo refere-se aos investidores que emprestam dinheiro diretamente a empresas privadas, sem passar pelos bancos. Os mutuários — geralmente pequenas empresas que os bancos considerariam demasiado arriscadas ou complexas para um empréstimo tradicional — pagam uma taxa de juro m...