Avançar para o conteúdo principal

As datas, as medidas, as regras, as condições: este é o plano de desconfinamento de Portugal - saiba tudo, tudo


Medidas foram anunciadas esta quinta-feira pelo primeiro-ministro, António Costa. Afetam transportes, escolas, comércio, restauração, cultura, desporto, comportamento social, trabalho, serviços públicos e equipamentos sociais

REGRAS GERAIS
a partir de 4 de maio: confinamento obrigatório para pessoas doentes e em vigilância ativa; dever cívico de recolhimento domiciliário; proibição de eventos ou ajuntamentos com mais de 10 pessoas; lotação máxima de 5 pessoas/100m2 em espaços fechados; Funerais: com a presença de familiares

a partir de 30 e 31 de maio: cerimónias religiosas: celebrações comunitárias de acordo com regras a definir entre DGS e confissões religiosas

TRANSPORTES PÚBLICOS
a partir de 4 de maio: lotação de 2/3 (condições: uso obrigatório de máscara / higienização)

TRABALHO
a partir de 4 de maio: exercício profissional continua em regime de teletrabalho, sempre que as funções o permitam

a partir de 1 de junho: teletrabalho parcial, com horários desfasados ou equipas em espelho

SERVIÇOS PÚBLICOS
a partir de 4 de maio: balcões desconcentrados de atendimento ao público (repartições de finanças, conservatórias, etc.) [condições: uso obrigatório de máscara / atendimento por marcação prévia]

a partir de 1 de junho: lojas de cidadão [condições: uso obrigatório de máscara / atendimento por marcação prévia]

COMÉRCIO E RESTAURAÇÃO
a partir de 4 de maio: comércio local - lojas com porta aberta para a rua até 200m2; cabeleireiros, manicures e similares; livrarias e comércio automóvel, independentemente da área

a partir de 18 de maio: lojas com porta aberta para a rua até 400m2 ou partes de lojas até 400 m2 (ou maiores por decisão da autarquia); restaurantes, cafés e pastelarias / esplanadas

a partir de 1 de junho: lojas com área superior a 400m2 ou inseridas em centros comerciais


CONDIÇÕES Lojas: Uso obrigatório de máscara / funcionamento a partir das 10h para as lojas que reabrem. Cabeleireiros e similares: Por marcação prévia e condições específicas. Restaurantes: Lotação a 50%, funcionamento até às 23h e condições específicas

ESCOLAS E EQUIPAMENTOS SOCIAIS
a partir de 18 de maio: 11º e 12º anos ou 2º e 3º anos de outras ofertas formativas (10h-17h); equipamentos sociais na área da deficiência; creches (com opção de apoio à família)

a partir de 1 de junho: Creches / Pré-escolar / ATLs

CONDIÇÕES Escolas: Uso obrigatório de máscaras (exceto crianças em creches e jardins de infância)

CULTURA
a partir de 4 de maio: bibliotecas e arquivos

a partir de 18 de maio: museus, monumentos e palácios, galerias de arte e similares

a partir de 1 de junho: cinemas, teatros, auditórios, salas de espetáculos (condições: com lugares marcados, lotação reduzida e distanciamento físico)

DESPORTO
a partir de 4 de maio: prática de desportos individuais ao ar livre (condições: sem utilização de balneários nem piscinas)

a partir de 30-31 de maio: Futebol - competições oficiais da 1.ª Liga de Futebol e Taça de Portugal

CONDIÇÕES GERAIS
. Disponibilidade no mercado de máscaras e gel desinfetante / Higienização regular dos espaços / Lotação máxima reduzida / Higiene das mãos e etiqueta respiratória / Distanciamento físico (2m)

. Decisões reavaliadas a cada 15 dias

https://expresso.pt/coronavirus/2020-04-30-As-datas-as-medidas-as-regras-as-condicoes-este-e-o-plano-de-desconfinamento-de-Portugal---saiba-tudo-tudo

Comentários

Notícias mais vistas:

Rendas congeladas “desesperam” proprietários e inquilinos apontam despejos como medida “oportunista”

Foto: Rodolfo Alexandre Reis  Luís Menezes Leitão, presidente da Associação Lisbonense de Proprietários diz que as propostas do Governo sobre o descongelamento das rendas são “minúsculas” e que mesmo em relação ao despejos “falta muito por esclarecer”. Já António Machado, líder da Associação de Inquilinos Lisbonenses considera que aumentar a liberalização dos contratos significa que “a parte mais fraca ainda fica mais fraca”. Concordam em discordar. É desta forma que os proprietários e inquilinos olham para o conjunto de medidas apresentadas pelo Governo sobre o novo regime do arrendamento urbano (NRAU). No lado da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), o presidente Luís Menezes Leitão, lamenta que o congelamento das rendas antigas a 1990, um dos principais cavalos de batalha da ALP se mantenha praticamente inalterado. “As alterações são minúsculas e só têm significado relativamente a inquilinos que ganhem acima de cinco salários mínimos mensais e mesmo assim estabelece a fi...

Hidrogénio verde deve começar a ser produzido em Sines em 2025

 © Paulo Spranger/Global Imagens  GreenH2Atlantic é o projeto que integra empresas como a EDP, Galp, Martifer, Efacec e Bondalti, e que acaba de receber luz verde de Bruxelas. Construção da unidade industrial apontada para 2023. Início da produção em 2025. A partir da central termoelétrica de Sines vai começar-se a produzir hidrogénio renovável (leia-se verde) dentro de quatro anos, graças ao projeto GreenH2Atlantic. Este projeto é responsabilidade de um consórcio de 13 entidades e acaba de ser selecionado por Bruxelas para ser apoiado por um fundo de 30 milhões de euros, no âmbito do programa Horizon 2020 - Green Deal, foi esta terça-feira anunciado. "Um consórcio de 13 empresas e parceiros de investigação foi selecionado pela Comissão Europeia no âmbito do Green Deal para desenvolver um projeto de produção de hidrogénio verde de 100 MW [megawatts] em Sines", lê-se num comunicado da EDP, que integra o projeto. O consórcio integra também a Galp, a Martifer, a Efacec, a Engie,...

Novo aeroporto de Lisboa. Governo exige à ANA duas pistas para grandes aviões e questiona falta de segundo terminal

Foto: ANDRÉ KOSTERS / LUSA  Resposta a relatório da ANA sobre novo aeroporto questiona eliminação de segundo terminal de passageiros para acolher expansão e existência de uma única pista preparada para aviões de maior dimensão. Plano do novo Aeroporto Luis de Camões durante a entrega do Relatório Inicial (High Level Assumption Report) da concessionária ANA sobre o desenvolvimento da capacidade aeroportuária de Lisboa,  para iniciar formalmente negociações sobre a extensão do contrato de concessão e viabilizar a construção do novo Aeroporto Luís de Camões, em Alcochete, 17 de dezembro de 2024.  ANDRÉ KOSTERS/LUSA O Governo questionou a ANA sobre o que qualifica de “alteração relevante da estratégia de expansão e faseamento do NAL (Novo Aeroporto de Lisboa)”. No comentário de resposta ao mais recente relatório técnico entregue em julho pela ANA sobre o desenvolvimento do aeroporto Luís de Camões, o Estado pede à concessionária que esclareça vários temas relacionados co...