Avançar para o conteúdo principal

Um truque usado pelos militares que o vai pôr a dormir em dois minutos

Esta forma de adormecer requer alguma prática, mas tem-se revelado uma solução eficaz para quem sofre de insónias
Foi desenvolvida para permitir que os militares se mantenham em alerta, e, ao mesmo tempo, que não cometam erros devido ao cansaço. Fala-se de uma técnica utilizada, supostamente, pelo Exército dos EUA em momentos mais stressantes e complicados.

Todos os passos que deve fazer estão descritos no livro Relax & Win: Championship Performance in Whatever You Do, do autor Lloyd Winter e que teve a sua primeira edição publicada em 1981. Mas recentemente, este truque ganhou força depois de ser revelado no site inglês Joe.co.uk.

E os resultados desta técnica parecem ter sucesso, com 96% de casos positivos após seis semanas de prática.


Quer saber como funciona? Aqui ficam os passos:


1. Relaxe os músculos do rosto, incluindo a língua e os músculos à volta dos olhos

2. Solte os ombros o máximo que conseguir, assim como os braços, um de cada vez

3. Expire, relaxe o peito e, em seguida, as pernas (comece nas coxas e vá descendo)

4. Nos 10 segundos seguintes, tente limpar a sua mente de qualquer pensamento, antes de imaginar uma destas três situações:
-Está deitado numa canoa num lago calmo e não vê nada além de um céu azul claro
-Está deitado em cima de uma rede de veludo preto num quarto escuro
-Você diz "não pense, não pense, não pense" para si mesmo, repetidamente durante 10 segundos


Este método baseia-se no relaxamento do corpo e na tranquilização da mente e, segundo o especialista em sono Neil Stanley, este deve ser o objetivo principal quando se tenta adormecer. "Não vai conseguir dormir se a sua mente estiver a mil à hora e, portanto, qualquer coisa que possa fazer para diminuir a sua atividade vai ajudá-lo a dormir", afirma ao The Independent.

http://visao.sapo.pt/visaomais/2018-09-03-Um-truque-usado-pelos-militares-que-o-vai-por-a-dormir-em-dois-minutos

Comentários

Notícias mais vistas:

TAP: quo vadis?

 É um erro estratégico abismal decidir subvencionar uma vez mais a TAP e afirmar que essa é a única solução para garantir a conectividade e o emprego na aviação, hotelaria e turismo no país. É mentira! Nos últimos 20 anos assistiu-se à falência de inúmeras companhias aéreas. 11 de Setembro, SARS, preço do petróleo, crise financeira, guerras e concorrência das companhias de baixo custo, entre tantos outros fatores externos, serviram de pano de fundo para algo que faz parte das vicissitudes de qualquer empresa: má gestão e falta de liquidez para enfrentar a mudança. Concentremo-nos em três casos europeus recentes de companhias ditas “de bandeira” que fecharam as portas e no que, de facto, aconteceu. Poucos meses após a falência da Swissair, em 2001, constatou-se um fenómeno curioso: um número elevado de salões de beleza (manicure, pedicure, cabeleireiros) abriram igualmente falência. A razão é simples, mas só mais tarde seria compreendida: muitos desses salões sustentavam-se das assi...

Os professores

 As últimas semanas têm sido agitadas nas escolas do ensino público, fruto das diversas greves desencadeadas por uma percentagem bastante elevada da classe de docentes. Várias têm sido as causas da contestação, nomeadamente o congelamento do tempo de serviço, o sistema de quotas para progressão na carreira e a baixa remuneração, mas há uma que é particularmente grave e sintomática da descredibilização do ensino pelo qual o Estado é o primeiro responsável, e que tem a ver com a gradual falta de autoridade dos professores. A minha geração cresceu a ter no professor uma referência, respeitando-o e temendo-o, consciente de que os nossos deslizes, tanto ao nível do estudo como do comportamento, teriam consequências bem gravosas na nossa progressão nos anos escolares. Hoje, os alunos, numa maioria demasiado considerável, não evidenciam qualquer tipo de respeito e deferência pelo seu professor e não acatam a sua autoridade, enfrentando-o sem nenhum receio. Esta realidade é uma das princip...

ADSE muda regras dos óculos: reembolso passa a ter limite anual de 180 euros

 A ADSE vai alterar as regras de reembolso dos óculos, introduzindo um teto anual de 180 euros no regime livre, mantendo a comparticipação de 80%. Deixa assim de haver limites quanto ao número de armações e lentes, que até agora eram definidos por períodos de três anos. As mudanças abrangem também exames e cirurgias, com revisão da tabela de preços da radiologia e da gastroenterologia e inclusão de novos atos, sobretudo TAC e ressonâncias magnéticas, permitindo acesso a técnicas mais avançadas sem aumento dos encargos para os beneficiários, segundo avançou o ECO. As alterações terão um impacto orçamental estimado em 15,4 milhões de euros por ano para a ADSE, sistema de proteção na doença da função pública. A revisão das tabelas de preços abrange cerca de 200 atos médicos e inclui mais de uma centena de novos códigos, sobretudo na área da radiologia, com o objetivo de atualizar os valores de referência e alargar o acesso a cuidados mais diferenciados. ADSE muda regras dos óculos: re...