Avançar para o conteúdo principal

Portugal: British Army substituirá drones Watchkeeper pelos portugueses Tekever AR5


Foto: Via Mod UK

O Ministério da Defesa do Reino Unido definiu que o British Army será equipado com drones portugueses de vigilância Tekever AR5, num investimento de até 400 milhões de libras.


O pedido inicial será de seis drones AR5, com até 24 unidades entregues até 2029. De acordo com o Ministério da Defesa do Reino Unido, a aeronave pode transportar até 50 kg de equipamentos de vigilância, como câmeras e sensores, e oferece maior autonomia do que os sistemas usados ​​anteriormente pelo Exército, fornecendo aos comandantes informações em tempo real para embasar decisões no campo de batalha.


O AR5 foi selecionado para substituir o drone Watchkeeper WK-450 – a versão para o Exército britânico do Hermes 450 Israelense, em um contrato avaliado em até £400 milhões pelos próximos dez anos. O Watchkeeper está em serviço desde 2014 e está chegando ao fim de sua vida útil. O Ministério da Defesa do Reino Unido afirmou que a aeronave será construída na fábrica da Tekever, que será inaugurada em breve em Swindon, e que o contrato integral manterá e criará centenas de empregos nas unidades da empresa no Reino Unido. O AR5 oferece maior autonomia, capacidade de sensores e confiabilidade. O ministério afirmou que o AR5 foi utilizado pelas forças armadas da Ucrânia em campo de batalha durante a defesa do país contra a invasão russa.


O AR5 é uma aeronave tática não tripulada de asa fixa, fabricada pela Tekever, uma empresa fundada em Portugal que tem consolidado uma presença crescente no Reino Unido. O modelo tem sido amplamente utilizado para vigilância marítima, inclusive sob contrato com o Reino Unido para monitorar a travessia de pequenas embarcações no Canal da Mancha, e já foi empregado operacionalmente na Ucrânia.


@CAS

British Army substituirá drones Watchkeeper por Tekever AR5 – Força Aérea

Comentários

Notícias mais vistas:

Rendas congeladas “desesperam” proprietários e inquilinos apontam despejos como medida “oportunista”

Foto: Rodolfo Alexandre Reis  Luís Menezes Leitão, presidente da Associação Lisbonense de Proprietários diz que as propostas do Governo sobre o descongelamento das rendas são “minúsculas” e que mesmo em relação ao despejos “falta muito por esclarecer”. Já António Machado, líder da Associação de Inquilinos Lisbonenses considera que aumentar a liberalização dos contratos significa que “a parte mais fraca ainda fica mais fraca”. Concordam em discordar. É desta forma que os proprietários e inquilinos olham para o conjunto de medidas apresentadas pelo Governo sobre o novo regime do arrendamento urbano (NRAU). No lado da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), o presidente Luís Menezes Leitão, lamenta que o congelamento das rendas antigas a 1990, um dos principais cavalos de batalha da ALP se mantenha praticamente inalterado. “As alterações são minúsculas e só têm significado relativamente a inquilinos que ganhem acima de cinco salários mínimos mensais e mesmo assim estabelece a fi...

Quimioterapia com "efeitos secundários mínimos". A descoberta na luta contra o cancro que tem a mão de duas portuguesas

 Diana Fernandes e Fernanda Andrade integram a equipa de investigadores que desenvolveu um hidrogel injetável que pode estar perto de revolucionar a quimioterapia como hoje a conhecemos. Quiseram "humanizar" o tratamento e tornar "mínimos" os seus efeitos secundários. Os tumores sólidos são os alvos do tratamento, como cancro do ovário, cérebro, mama ou pâncreas É macio, injetável, biodegradável e feito com compostos naturais. São as principais características do novo hidrogel desenvolvido por investigadores do Instituto de Investigação Vall d’Hebron (VHIR) que pode simbolizar um verdadeiro ponto de viragem na luta contra o cancro. Composta por celulose e quisotano, esta formulação local funciona como um “sistema de depósito” que vai libertando o fármaco da quimioterapia “pouco a pouco, durante um longo período de tempo”, com precisão junto da zona do tumor. É o que explica à CNN Portugal a principal investigadora do projeto, Diana Fernandes, 39 anos, doutorada em T...

CRA: a lei europeia de cibersegurança que vai afetar milhares de produtos

 A União Europeia está a mudar a forma como a cibersegurança é encarada. Com o Cyber Resilience Act (CRA), a segurança deixa de ser apenas uma preocupação das organizações e passa também a ser uma obrigação diretamente associada aos produtos digitais colocados no mercado europeu. Cyber Resilience Act (CRA): a lei europeia de cibersegurança que vai afetar milhares de produtos A nova legislação estabelece requisitos obrigatórios de cibersegurança para produtos com elementos digitais, abrangendo desde software e sistemas operativos a dispositivos IoT, equipamentos conectados e determinados componentes de infraestrutura. O objetivo é simples: os produtos digitais devem ser concebidos, desenvolvidos e mantidos tendo a segurança em conta desde o início e durante todo o seu ciclo de vida. O que é o Cyber Resilience Act? O CRA é uma regulamentação europeia que estabelece requisitos de cibersegurança para produtos com elementos digitais comercializados na União Europeia. A grande mudança es...