Avançar para o conteúdo principal

Honda Riding Assist: A moto que nunca cai



 Geração 2.0 do sistema Riding Assist da Honda já permite manobras complexas a baixa velocidade sem perder o equilíbrio.

As motos proporcionam momentos únicos de condução. Nos trajetos de todos os dias ou em viagem, qualquer deslocação é sempre uma oportunidade para usufruir da sensação de liberdade que é ter o vento na cara enquanto se serpenteia pelo trânsito. No entanto, no reverso da medalha, estão os perigos inerentes ao formato.


Com apenas duas rodas, este tipo de veículo tem sempre um equilíbrio precário, e a probabilidade de cair é elevada. Ou era… A Honda está a trabalhar no protótipo da moto que nunca cai.


A marca japonesa acaba de apresentar a evolução mais recente do seu sistema Riding Assist e, cerca de cinco anos volvidos desde a revelação do protótipo Honda Riding Assist-e Concept, a tecnologia parece pronta para revolucionar o dia a dia dos motociclistas na cidade.



A moto da Honda usada para testar o sistema de última geração da marca japonesa é a imponente NM4 Vultus (cerca de 30 kg mais pesada do que a NC750S que serviu de base ao concept de 2017), que utiliza um braço oscilante independente, que é móvel em relação ao eixo de rotação da moto e sobre o qual não existem mais detalhes técnicos. Ainda assim, este elemento principal do sistema que permite equilibrar a moto a baixa velocidade ou quando esta está mesmo parada parece ser a chave para simplificar a condução em cidade.


https://www.motor24.pt/noticias/honda-riding-assist-a-moto-que-nunca-cai/1548406/

Comentários

Notícias mais vistas:

Bruxelas considera que é possível acabar com mudança da hora e vai apresentar estudo

 A Comissão Europeia considera que alcançar um consenso para acabar com a mudança da hora "ainda é possível" e vai apresentar um estudo nesse sentido este ano, com os Estados-membros a manifestarem-se disponíveis para analisá-lo assim que for entregue. Na madrugada do dia 29 deste mês, a hora volta a mudar em toda a União Europeia (UE), para dar início ao horário de verão, o que acontece atualmente devido a uma diretiva europeia que prevê que, todos os anos, os relógios sejam, respetivamente, adiantados e atrasados uma hora no último domingo de março e no último domingo de outubro. Em setembro de 2018, a Comissão Europeia propôs o fim do acerto sazonal, mas o processo tem estado bloqueado desde então, por falta de acordo entre os Estados-membros sobre a matéria. Numa resposta por escrito à agência Lusa, a porta-voz da Comissão Europeia Anna-Kaisa Itkonnen referiu que o executivo decidiu propor o fim da mudança horária em 2018 após ter recebido "pedidos de cidadãos e dos ...

Os professores

 As últimas semanas têm sido agitadas nas escolas do ensino público, fruto das diversas greves desencadeadas por uma percentagem bastante elevada da classe de docentes. Várias têm sido as causas da contestação, nomeadamente o congelamento do tempo de serviço, o sistema de quotas para progressão na carreira e a baixa remuneração, mas há uma que é particularmente grave e sintomática da descredibilização do ensino pelo qual o Estado é o primeiro responsável, e que tem a ver com a gradual falta de autoridade dos professores. A minha geração cresceu a ter no professor uma referência, respeitando-o e temendo-o, consciente de que os nossos deslizes, tanto ao nível do estudo como do comportamento, teriam consequências bem gravosas na nossa progressão nos anos escolares. Hoje, os alunos, numa maioria demasiado considerável, não evidenciam qualquer tipo de respeito e deferência pelo seu professor e não acatam a sua autoridade, enfrentando-o sem nenhum receio. Esta realidade é uma das princip...

TAP: quo vadis?

 É um erro estratégico abismal decidir subvencionar uma vez mais a TAP e afirmar que essa é a única solução para garantir a conectividade e o emprego na aviação, hotelaria e turismo no país. É mentira! Nos últimos 20 anos assistiu-se à falência de inúmeras companhias aéreas. 11 de Setembro, SARS, preço do petróleo, crise financeira, guerras e concorrência das companhias de baixo custo, entre tantos outros fatores externos, serviram de pano de fundo para algo que faz parte das vicissitudes de qualquer empresa: má gestão e falta de liquidez para enfrentar a mudança. Concentremo-nos em três casos europeus recentes de companhias ditas “de bandeira” que fecharam as portas e no que, de facto, aconteceu. Poucos meses após a falência da Swissair, em 2001, constatou-se um fenómeno curioso: um número elevado de salões de beleza (manicure, pedicure, cabeleireiros) abriram igualmente falência. A razão é simples, mas só mais tarde seria compreendida: muitos desses salões sustentavam-se das assi...