Avançar para o conteúdo principal

Japão e Mitsubishi ajudam Bill Gates a construir central nuclear Natrium


Bill Gates e Warren Buffett investem em conjunto no projeto. - Rick Wilking/Reuters


 A ideia inicial da Terra Power era constriur o reator Natrium com a ajuda da empresa estatal chinesa China National Nuclear Corp. Contudo, depois de Donald Trump ter restringido os acordos nucleares com a China, a equipa de Bill Gates viu-se forçada a procurar novos parceiros.


A Agência de Energia Atómica do Japão e a Mitsubishi vão ajudar a Terra Power de Bill Gates a contruir o reator nuclear Natrium, que será desenvolvido no Wyoming, nos Estados Unidos. A notícia foi este sábado avançada pelo diário japonês Yomiuri, que indica que que as partes vão assinar já este mês um acordo para fornecimento de suporte técnico.


O Natrium é um reator nuclear de última tecnologia, que vai ser desenvolvido pela TerraPower, de Bill Gates, e pela PacifiCorp, de Wareen Buffett. Apresentado em junho de 2021 como um ponto de viragem para o setor da energia, o projeto passa por desenvolver uma central nuclear mais pequena, com menos custos e de construção mais rápida.


O desenvolvimento do reator conta com um financiamento do governo dos Estados Unidos na ordem dos quatro mil milhões de dólares. Vai utilizar uma antiga fábrica de carvão no Wyoming, estado norte-americano com maior produção deste combustível fóssil no país. Prevê-se que o Natrium seja inaugurado em 2028.


A ideia inicial da Terra Power era constriur o reator Natrium com a ajuda da empresa estatal chinesa China National Nuclear Corp. Contudo, depois de Donald Trump ter restringido os acordos nucleares com a China, a equipa de Bill Gates viu-se forçada a procurar novos parceiros.



Comentários

Notícias mais vistas:

Este restaurante é tão bom que há pessoas proibidas por lei de irem lá comer

  Não é um local que sirva para ir todos os dias, mas antes em ocasiões bastante especiais. Ainda assim, nem nessas circunstâncias algumas pessoas podem entrar, mesmo que ninguém saiba porquê Como refúgio secreto outrora reservado aos antigos imperadores da China, para além da vigilância dos homens de negro que guardam a entrada em frente ao histórico Templo Lama de Pequim, um estreito caminho de pedra conduz silenciosamente a um pátio. A névoa flutua suavemente ao longo da passadeira. No final do mesmo, uma mulher envolta num manto simples sobre um vestido tradicional chinês aguarda junto a um muro caiado que protege o pátio das ruas movimentadas da antiga Pequim. Com um gesto delicado, convida os visitantes a entrar no restaurante. Não é o tipo de restaurante que se frequenta todos os dias. É um local reservado para ocasiões especiais: pedidos de casamento, aniversários ou receções. Contudo, há um tipo de convidado que não pode desfrutar do elegante estabelecimento, nem mesmo em ...

Construção da maior central solar em Portugal encravada há mais de dois anos na justiça, apesar de aprovada

Santa Luzia in northeastern Brazil.  EPA/SEBASTIAO MOREIRA  Desde 2024 que a autorização ambiental dada à central solar Fernando Pessoa foi suspensa por decisão do juiz e após impugnação do Ministério Público. Agência do Ambiente recorreu, mas não há decisão. A maior central solar aprovada para Portugal, com mais de mil megawatts (MW) de potência, está parada há mais de dois anos, na sequência de processos judiciais colocados contra a aprovação emitida pelas autoridades ambientais. A atribulada história do projeto, que foi batizado com o nome do poeta Fernando Pessoa, mostra que o licenciamento ambiental — por intervenção da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) ou do ICNF (Instituto da Conservação da Natureza de Florestas) — nem sempre é o maior obstáculo à execução dos projetos de energias renováveis. A central solar fotovoltaica Fernando Pessoa está prevista para o concelho de Santiago do Cacém e obteve uma Declaração de Impacte Ambiental (DIA) favorável condicionada em jane...

Sonae Sierra compra nove supermercados Mercadona a fundo israelita

 O braço imobiliário da Sonae soma, com esta operação, mais 15 mil metros quadrados de superfície na Catalunha, Aragão, Andaluzia, Astúrias, Navarra e Extremadura. ASonae Sierra adquiriu uma carteira de nove supermercados Mercadona, em Espanha, ao fundo israelita MDSR. Com esta operação, realizada através do Hahn Sierra Food Retail Fund, o braço imobiliário da Sonae soma mais 15 mil metros quadrados de superfície na Catalunha, Aragão, Andaluzia, Astúrias, Navarra e Extremadura. Os nove ativos, arrendados a longo prazo à empresa de distribuição espanhola, oferecem uma “exposição diversificada tanto por geografias como por áreas de influência comercial”, segundo nota da Savills, a consultora imobiliária que assessorou a operação. O valor da operação não foi avançado, mas o fundo israelita tinha comprado 27 centros à própria Mercadona em 2021, numa operação avaliada em 100 milhões de euros. Também a EY assessorou, legalmente, a Sonae Sierra, enquanto a Eversheeds Sutherland apoiou o v...