Avançar para o conteúdo principal

SkyDSL considerada a proposta mais barata de Internet por satélite em Portugal



 A fornecedora alemã foi considerada pelo comparador Selectra como a proposta mais em conta de serviços de Internet por satélite do mercado nacional, oferecendo pacotes a partir de 12,90 euros.

SkyDSL considerada a proposta mais barata de Internet por satélite em Portugal

Recentemente, a Anacom publicou um relatório sobre a utilização de Internet via satélite em Portugal, revelando um aumento de subscritores dos serviços. Apesar de ter uma penetração muito reduzida no mercado em Portugal, em cerca de 0,03%, foi registado um crescimento no acentuado de 4,7% no terceiro trimestre de 2021, quando comparado com o período do ano anterior. O acesso via satélite chegou aos 1,3 milhares de utilizadores.


A utilização de Internet fornecida por satélite tem maior força nas zonas remotas do país e com baixa densidade populacional, mas os dados demonstram um crescimento significativo desde o final de 2018.


Procurando compreender qual a melhor oferta de serviços de satélite praticados em Portugal, a Selectra, especialista em comparação de preços de telecomunicações, água e energia, investigou qual a melhor proposta atualmente. Nas suas conclusões listou a fornecedora alemã SkyDSL como aquele que pratica os preços mais acessíveis, oferecendo pacotes a começar nos 12,90 euros. Esse pacote inclui a velocidade de 18 Mbps e um limite de tráfego de 8 GB. Nas suas ofertas constam ligações melhores, como o caso de 24 Mbps e 40 Mbps por 26,90 e 29,90 euros por mês, ambos com tráfego ilimitado.


O serviço da empresa é referido como capaz de abranger todo o território nacional. Para aceder ao serviço, os utilizadores usam um modem que se liga à antena que está em contacto com um satélite de telecomunicações. No estudo da Selectra, a empresa não exige contratos de fidelização, sendo possível ao cliente desistir a qualquer momento do serviço. Refere ainda que a instalação é simples e sem a necessidade de um técnico especializado fazer a deslocação. O cliente recebe o respetivo kit com o material e instruções de como se ligar ao serviço.


No entanto, é salientado que os respetivos pacotes não incluem serviços de TV, sendo necessário usar um browser para aceder às plataformas de streaming como o Netflix ou o Disney Plus.


Além da SkyDSL, a Selectra listou outros fornecedores de serviços de Internet por satélite em Portugal. As operadores NOS e MEO têm preços mensais a partir de 24,99 e 27,99 euros respetivamente. A mais recente a surgir no mercado foi a Starlink, da SpaceX de Elon Musk, com velocidades de 1 Gbps mas com preços de 99 euros por mês. Por fim, há mais cinco fornecedores de serviços: a Greenmill (Tooway), a Nextweb (Onesat), a Eutelsat (Konnect), Satélite da Sabedoria (Bigblu e a Vivasat).


https://tek.sapo.pt/noticias/telecomunicacoes/artigos/skydsl-considerada-a-proposta-mais-barata-de-internet-por-satelite-em-portugal

Comentários

Notícias mais vistas:

TAP: quo vadis?

 É um erro estratégico abismal decidir subvencionar uma vez mais a TAP e afirmar que essa é a única solução para garantir a conectividade e o emprego na aviação, hotelaria e turismo no país. É mentira! Nos últimos 20 anos assistiu-se à falência de inúmeras companhias aéreas. 11 de Setembro, SARS, preço do petróleo, crise financeira, guerras e concorrência das companhias de baixo custo, entre tantos outros fatores externos, serviram de pano de fundo para algo que faz parte das vicissitudes de qualquer empresa: má gestão e falta de liquidez para enfrentar a mudança. Concentremo-nos em três casos europeus recentes de companhias ditas “de bandeira” que fecharam as portas e no que, de facto, aconteceu. Poucos meses após a falência da Swissair, em 2001, constatou-se um fenómeno curioso: um número elevado de salões de beleza (manicure, pedicure, cabeleireiros) abriram igualmente falência. A razão é simples, mas só mais tarde seria compreendida: muitos desses salões sustentavam-se das assi...

Os professores

 As últimas semanas têm sido agitadas nas escolas do ensino público, fruto das diversas greves desencadeadas por uma percentagem bastante elevada da classe de docentes. Várias têm sido as causas da contestação, nomeadamente o congelamento do tempo de serviço, o sistema de quotas para progressão na carreira e a baixa remuneração, mas há uma que é particularmente grave e sintomática da descredibilização do ensino pelo qual o Estado é o primeiro responsável, e que tem a ver com a gradual falta de autoridade dos professores. A minha geração cresceu a ter no professor uma referência, respeitando-o e temendo-o, consciente de que os nossos deslizes, tanto ao nível do estudo como do comportamento, teriam consequências bem gravosas na nossa progressão nos anos escolares. Hoje, os alunos, numa maioria demasiado considerável, não evidenciam qualquer tipo de respeito e deferência pelo seu professor e não acatam a sua autoridade, enfrentando-o sem nenhum receio. Esta realidade é uma das princip...

ADSE muda regras dos óculos: reembolso passa a ter limite anual de 180 euros

 A ADSE vai alterar as regras de reembolso dos óculos, introduzindo um teto anual de 180 euros no regime livre, mantendo a comparticipação de 80%. Deixa assim de haver limites quanto ao número de armações e lentes, que até agora eram definidos por períodos de três anos. As mudanças abrangem também exames e cirurgias, com revisão da tabela de preços da radiologia e da gastroenterologia e inclusão de novos atos, sobretudo TAC e ressonâncias magnéticas, permitindo acesso a técnicas mais avançadas sem aumento dos encargos para os beneficiários, segundo avançou o ECO. As alterações terão um impacto orçamental estimado em 15,4 milhões de euros por ano para a ADSE, sistema de proteção na doença da função pública. A revisão das tabelas de preços abrange cerca de 200 atos médicos e inclui mais de uma centena de novos códigos, sobretudo na área da radiologia, com o objetivo de atualizar os valores de referência e alargar o acesso a cuidados mais diferenciados. ADSE muda regras dos óculos: re...