Avançar para o conteúdo principal

Claranet investe 5 milhões e instala-se no Hub Criativo do Beato em Lisboa



 A Claranet "vai concentrar toda a sua área de inovação e operações de serviços, na zona Sul do país, no Hub Criativo do Beato, a partir do terceiro trimestre de 2022", anunciou a empresa tecnológica de informação.


A empresa de tecnologias de informação Claranet anunciou esta terça-feira que vai investir cinco milhões de euros para centralizar a sua operação do sul do país, no Hub Criativo do Beato, em Lisboa, segundo comunicado enviado à Lusa.


A Claranet "vai concentrar toda a sua área de inovação e operações de serviços, na zona Sul do país, no Hub Criativo do Beato, a partir do terceiro trimestre de 2022", pode ler-se no texto.


De acordo com a tecnológica, as novas instalações ficarão localizadas "no edifício anteriormente designado por 'Armazém das Grillas', onde funcionaram os supermercados da antiga Manutenção Militar".


O projeto inclui a reabilitação dos referidos edifícios, que contam com 4.000 metros quadrados de área, num investimento estimado em cinco milhões de euros e cujas obras arrancam ainda este mês.


Segundo a empresa, o espaço terá capacidade para servir cerca de 500 trabalhadores, "entre zonas de trabalho fixas e espaços partilhados para colaboradores em modo de trabalho remoto e híbrido, bem como salas de reuniões, de formação e zonas de lazer".


"Com um conceito arquitetónico inovador, baseado em diferentes espaços abertos que privilegiam a sustentabilidade e a socialização entre colaboradores, o novo escritório da Claranet no Hub Criativo do Beato privilegiará também a inovação, com novas áreas de desenvolvimento associadas a 'Data Science', 'Cloud', Cibersegurança, 'Workplace' e 'Training'", refere a empresa no comunicado.


Para o diretor da Claranet Portugal, António Miguel Ferreira, citado no comunicado, "o novo escritório reflete também muitos dos valores e conceitos do Hub Criativo do Beato e é para a Claranet um orgulho fazer parte deste novo polo de inovação, criatividade e empreendedorismo, integrado num dos projetos de requalificação mais interessantes da cidade de Lisboa".


Além do novo espaço em Lisboa, a Claranet Portugal possui um escritório no Porto, dois 'datacenters' (um em Lisboa e outro no Porto), um centro de logística em Sacavém e um Centro de Competências em Viseu.


A Claranet foi fundada em 1996 e conta com mais de 2.500 trabalhadores em 10 países (Reino Unido, Portugal, Brasil, França, Alemanha, Holanda, Espanha, Itália e Estados Unidos).


https://www.dinheirovivo.pt/empresas/claranet-investe-5-milhoes-e-instala-se-no-hub-criativo-do-beato-em-lisboa-14321594.html

Comentários

Notícias mais vistas:

Largo dos 78.500€

  Políticamente Incorrecto O melhor amigo serve para estas coisas, ter uns trocos no meio dos livros para pagar o café e o pastel de nata na pastelaria da esquina a outros amigos 🎉 Joaquim Moreira É historicamente possível verificar que no seio do PS acontecem repetidas coincidências! Jose Carvalho Isto ... é só o que está á vista ... o resto bem Maior que está escondido só eles sabem. Vergonha de Des/governantes que temos no nosso País !!! Ana Paula E fica tudo em águas de bacalhau (20+) Facebook

Dormir numa bagageira

José Soeiro  O aparato da tecnologia avançada organiza as mais indignas regressões sociais. Radical é uma bagageira ser o quarto de um trabalhador De visita a Lisboa, John chamou um Uber mal chegou ao aeroporto. O carro veio buscá-lo, conta-nos a última edição do Expresso, mas o motorista resistiu a pôr as malas do turista na bagageira. Insistência de um lado e renitência do outro, houve uma altercação, até que a PSP interveio e exigiu que o motorista abrisse a bagageira do carro. Dentro dela, estava um homem - um outro motorista, que faz daquela bagageira o seu quarto, recanto possível para repousar o corpo. Segundo o jornal, não é caso único. A situação é comum entre os migrantes do Indostão a trabalhar para a Uber. Eis a condição extrema dos trabalhadores da gig economy num país europeu do século XXI. Lisboa, paraíso dos nómadas digitais, capital da Web Summit, viveiro de “unicórnios”, sede do centro tecnológico europeu da Uber, “modelo de ouro” das plataformas: cidade sem teto ...

Governo paga 1.876 euros por cada cama que liberte internamentos sociais nos hospitais

Nuno Patrício - RTP O Governo vai pagar 1.876,30 euros por cada cama intermédia no setor social que liberte camas dos hospitais ocupadas com internamentos sociais, anunciou o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social (MTSSS) em comunicado. Segundo o Governo, o valor é 10% superior ao custo média de uma vaga numa estrutura residencial para pessoas idosas (ERPI) e foi acordado em reunião com a Comissão Permanente do Setor Social e Solidário, que reúne os representantes do setor. Quase 2.800 utentes estavam internados nos hospitais públicos, a meio de janeiro, à espera de resposta social ou de vaga em cuidados continuados, segundo dados da Direção Executiva do Serviço Nacional de Saúde (DE-SNS). O Governo tinha anunciado há duas semanas a criação de 400 vagas de internamento social em novas unidades intermédias, contratualizadas com entidades do setor social e solidário, destinadas a pessoas com alta clínica que ainda não podem ser encaminhadas para respostas permanentes, c...