Avançar para o conteúdo principal

Maduro anuncia medidas para expandir el uso del dólar como moneda en Venezuela


 Le preguntaron si no hay una contradicción entre dolarización y la revolución, de la que tanto se ufana, a lo que Maduro dijo que no, que se trata de una complementación.


Durante un entrevista con el periodista español Ignacio Ramonet, el presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, reveló que abrirá más camino al dólar en la economía de su país, con la implementación de cuentas de ahorro en esa divisa, aunque negó que se trate de una dolarización total.


“Vamos a crear algunos formatos de pago en vía digital, cuentas de ahorro en divisas, cuentas corrientes en divisas en la banca venezolana, y la gente podrá pagar al precio de la moneda -en bolívares- en el mercado general del país”, dijo Maduro.


A la pregunta del periodista sobre si no hay una contradicción entre dolarización y la revolución chavista, de la que tanto se ufana, Maduro dijo que no.


“No se puede decir que Venezuela es, como Ecuador por ejemplo, una economía dolarizada. No depende del Departamento del Tesoro estadounidense como Panamá. No”, contrastó.


Maduro, sin embargo, insistió en que seguirá defendiendo el bolívar como la moneda de Venezuela.


“Venezuela tiene su moneda, el bolívar, y la vamos a defender en 2021 mejorando los ingresos. Tenemos que mejorar la calidad de la moneda venezolana. Tenemos que seguir disminuyendo la inflación, que sigue siendo muy alta, aunque hemos venido controlándola paulatinamente”, agregó.


https://www.bluradio.com/mundo/maduro-revela-que-abrira-mas-camino-al-dolar-en-la-economia-venezolana

Comentários

Notícias mais vistas:

Rendas congeladas “desesperam” proprietários e inquilinos apontam despejos como medida “oportunista”

Foto: Rodolfo Alexandre Reis  Luís Menezes Leitão, presidente da Associação Lisbonense de Proprietários diz que as propostas do Governo sobre o descongelamento das rendas são “minúsculas” e que mesmo em relação ao despejos “falta muito por esclarecer”. Já António Machado, líder da Associação de Inquilinos Lisbonenses considera que aumentar a liberalização dos contratos significa que “a parte mais fraca ainda fica mais fraca”. Concordam em discordar. É desta forma que os proprietários e inquilinos olham para o conjunto de medidas apresentadas pelo Governo sobre o novo regime do arrendamento urbano (NRAU). No lado da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), o presidente Luís Menezes Leitão, lamenta que o congelamento das rendas antigas a 1990, um dos principais cavalos de batalha da ALP se mantenha praticamente inalterado. “As alterações são minúsculas e só têm significado relativamente a inquilinos que ganhem acima de cinco salários mínimos mensais e mesmo assim estabelece a fi...

Governo renova 15.º mês e benefício fiscal para empresas que aumentem salários

Proposta de Orçamento do Estado para 2027 prevê renovação de medida conhecida como 15.º mês de salário, bem como o benefício em IRC para empresas que aumentem salários. Os prémios de produtividade e desempenho atribuídos pelas empresas aos trabalhadores até ao limite de 6% da retribuição base vão continuar isentos de IRS no próximo ano. Também o benefício em sede de IRC para as empresas que aumentam o salário médio em, pelo menos, 4,5% vai manter-se no próximo ano, de acordo com a proposta de Orçamento do Estado entregue esta quinta-feira no Parlamento pelo ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento. No que diz respeito à primeira dessas medidas, importa recordar que esta isenção fiscal foi proposta, inicialmente, pela Confederação Empresarial de Portugal (CIP), ainda com António Costa na liderança do Governo. A ideia era permitir aos empregadores pagar um 15.º mês de salário livre de impostos e contribuições sociais, sendo que o Executivo socialista não a acolheu, mas o Governo d...

ACAP alerta: OE2027 não responde a desafios do setor automóvel

 A ACAP – Associação Automóvel de Portugal defendeu hoje que a proposta do Orçamento do Estado para 2027 (OE2027) não responde a alguns dos principais desafios do setor, nomeadamente no que respeita à fiscalidade. A ACAP – Associação Automóvel de Portugal defendeu hoje que a proposta do Orçamento do Estado para 2027 (OE2027) não responde a alguns dos principais desafios do setor, nomeadamente no que respeita à fiscalidade. "A ACAP – Associação Automóvel de Portugal considera que a proposta de Orçamento do Estado para 2027 continua a não dar resposta a alguns dos principais desafios que se colocam ao setor automóvel, nomeadamente no que respeita à fiscalidade, à renovação do parque automóvel e à descarbonização", afirmou, em comunicado. Para a associação, é necessária uma reforma estrutural da fiscalidade automóvel, adequando o modelo de tributação à evolução tecnológica e aos objetivos ambientais. Por outro lado, defendeu a criação de um programa de incentivo ao abate de veíc...