Avançar para o conteúdo principal

As obras "faraónicas" e os contratos públicos



 

Apesar da instabilidade dos mercados financeiros internacionais, e das dúvidas sobre a sustentabilidade da economia portuguesa em cenário de quase estagnação na Europa, o Governo mantém na agenda um mega pacote de obras faraónicas. 


A obra que vai ficar mais cara ao país é, precisamente, a da construção de uma nova rede de alta velocidade ferroviária cujos contornos não se entendem, a não ser que seja para encher os bolsos a alguns à custa do contribuinte e da competitividade.


Veja o vídeo e saiba tudo em:

As obras "faraónicas" e os contratos públicos - SIC Notícias



Comentários

  1. para encher os bolsos de alguns à custa do contribuinte e da competitividade.
    O Governo devia reformular o que já foi adjudicado pelo António Costa e fazer de acordo com os peritos e de acordo com Bruxelas.
    A eventual indemnização a pagar agora não é nada comparada com o colossal erro que está prestes a acontecer.
    É incrível como a oposição não alerta para isto, A classe política está a sequestrada pela Mota-Engil e companhia.

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Notícias mais vistas:

Rendas congeladas “desesperam” proprietários e inquilinos apontam despejos como medida “oportunista”

Foto: Rodolfo Alexandre Reis  Luís Menezes Leitão, presidente da Associação Lisbonense de Proprietários diz que as propostas do Governo sobre o descongelamento das rendas são “minúsculas” e que mesmo em relação ao despejos “falta muito por esclarecer”. Já António Machado, líder da Associação de Inquilinos Lisbonenses considera que aumentar a liberalização dos contratos significa que “a parte mais fraca ainda fica mais fraca”. Concordam em discordar. É desta forma que os proprietários e inquilinos olham para o conjunto de medidas apresentadas pelo Governo sobre o novo regime do arrendamento urbano (NRAU). No lado da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), o presidente Luís Menezes Leitão, lamenta que o congelamento das rendas antigas a 1990, um dos principais cavalos de batalha da ALP se mantenha praticamente inalterado. “As alterações são minúsculas e só têm significado relativamente a inquilinos que ganhem acima de cinco salários mínimos mensais e mesmo assim estabelece a fi...

Plataforma pública “Licencia com Inteligência Artificial” vai cortar tempos de espera em “pelo menos 60%”

 O ministro da Reforma do Estado sublinhou que as empresas portuguesas têm uma baixa adoção de IA, o que deixa mais margem para acelerar a produtividade nacional. O ministro Adjunto e da Reforma do Estado, Gonçalo Saraiva Matias, sublinhou que as empresas portuguesas têm uma baixa adoção de inteligência artificial (IA), mas considera que esse atraso pode transformar-se numa oportunidade para acelerar a produtividade e a competitividade da economia, pela margem por explorar que está disponível. “As nossas empresas têm uma baixa adoção de IA. As pequenas e médias empresas correspondem a 99% do tecido empresarial português e a adoção de IA é baixa. É preciso apoiar estas empresas a introduzir IA nos seus modelos de negócio para poderem competir no plano global”, disse o ministro na Conferência “Futuro do trabalho 5.0”, no estúdio do ECO., na qual se discutiu as novas tendências do trabalho e de que forma a tecnologia as está a moldar. Para além das empresas, outras das prioridades ide...

Cartão de identificação, carta de condução e receitas médicas no telemóvel: nova carteira digital europeia chega até ao final do ano

 Até ao final de 2026, todos os Estados-membros terão de disponibilizar pelo menos uma Carteira Europeia de Identidade Digital, conhecida pela sigla EUDI Wallet Cartão de identificação, carta de condução, diplomas, qualificações profissionais ou receitas médicas. Em vez de diferentes documentos, aplicações e sistemas nacionais, a União Europeia prepara-se para colocar uma parte crescente da identidade dos cidadãos num único lugar: o telemóvel. Até ao final de 2026, todos os Estados-membros terão de disponibilizar pelo menos uma Carteira Europeia de Identidade Digital, conhecida pela sigla EUDI Wallet. A aplicação deverá permitir a cidadãos e empresas identificarem-se e apresentarem credenciais digitais perante entidades públicas e privadas, tanto no próprio país como noutro Estado-membro. A ideia é simples: se um português quiser abrir uma conta bancária, alugar um automóvel, inscrever-se numa universidade ou apresentar determinada qualificação noutro país da UE, deverá poder fazê-...