Avançar para o conteúdo principal

DJI anuncia o Neo 2 com apenas 151 gramas e autonomia reforçada

 


O novo drone compacto da DJI introduz deteção de obstáculos em 360 graus e mantém-se abaixo do limite de peso que dispensa certificação adicional na União Europeia.

DJI anunciou o Neo 2sucessor direto do seu drone mais leve, que integra um sistema de deteção de obstáculos baseado em tecnologia LiDAR e sensores infravermelhos omnidirecionais capazes de mapear o ambiente em todas as direções. Com 151 gramas, o Neo 2 continua dentro da categoria isenta de registo e certificação na União Europeia, mas apresenta melhorias estruturais que aumentam a resistência ao vento até 38 km/h e permitem atingir velocidades de 43 km/h.

A bateria de 1.606 mAh garante até 19 minutos de voo, valor superior ao do modelo anterior, sem aumento de peso. A câmara utiliza um sensor CMOS de 1/2 polegada e 12 MP e grava vídeo em 4K a 60 FPS com suporte HDR de 10 bits. E inclui também modos de câmara lenta até 100 FPS e captação vertical em 2.7K, pensada para conteúdos adaptados a redes sociais. O seu gimbal de dois eixos promete a estabilização mecânica e contribui para a fluidez das imagens.

Os controlos foram simplificados, permitindo agora descolagem a partir da palma da mão, resposta a gestos e comandos de voz. No comando, o pequeno visor frontal mostra o estado do voo e substitui o anterior sistema de luzes LED. Já no que toca a ligações, a transmissão é feita por Wi-Fi, com alcance de 500 metros, podendo ser estendida para 10 quilómetros através do módulo opcional OcuSync 4.0, compatível com o comando RC-N3 e os óculos Goggles N3.

O Neo 2 será lançado em três versões. O modelo base custará 239€, o Fly More Combo custará 399€ com baterias e carregador adicionais, e o Motion Fly More Combo fica disponível por 579€ com comando de movimento e óculos de realidade virtual. Fica disponível nas lojas a 13 de novembro.

DJI anuncia o Neo 2 com apenas 151 gramas e autonomia reforçada


Comentários

Notícias mais vistas:

Rendas congeladas “desesperam” proprietários e inquilinos apontam despejos como medida “oportunista”

Foto: Rodolfo Alexandre Reis  Luís Menezes Leitão, presidente da Associação Lisbonense de Proprietários diz que as propostas do Governo sobre o descongelamento das rendas são “minúsculas” e que mesmo em relação ao despejos “falta muito por esclarecer”. Já António Machado, líder da Associação de Inquilinos Lisbonenses considera que aumentar a liberalização dos contratos significa que “a parte mais fraca ainda fica mais fraca”. Concordam em discordar. É desta forma que os proprietários e inquilinos olham para o conjunto de medidas apresentadas pelo Governo sobre o novo regime do arrendamento urbano (NRAU). No lado da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), o presidente Luís Menezes Leitão, lamenta que o congelamento das rendas antigas a 1990, um dos principais cavalos de batalha da ALP se mantenha praticamente inalterado. “As alterações são minúsculas e só têm significado relativamente a inquilinos que ganhem acima de cinco salários mínimos mensais e mesmo assim estabelece a fi...

Escola de aviação sem aviões nem pilotos: ANAC suspende Lusofly Academy de Bragança

 A ANAC travou a fundo a operação da Lusofly Academy. O regulador da aviação civil ordenou a suspensão total da atividade da escola de aviação de Bragança, deixando a empresa com um prazo limite de seis meses para corrigir falhas graves, sob pena de ver o certificado aeronáutico cancelado de forma definitiva, noticiou esta segunda-feira, 31 de agosto, a agência Lusa. A decisão do conselho de administração da Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC), tomada a 20 de agosto, resulta de uma apertada lupa colocada sobre a escola que operava a partir do Aeródromo Municipal de Bragança desde 2022. Na prática, a suspensão é absoluta: a Lusofly fica proibida de avançar com qualquer formação teórica, prática, instrução de voo ou sessões em simulador, informou a ANAC em resposta à Lusa. O retrato do colapso: 70 mil euros e zero pilotos O escândalo em torno da Lusofly rebentou no verão passado, quando se soube, através de fontes do meio aeronáutico, que a instituição – apesar de ter cobrado...

Xiaomi apresentou um chip seis vezes mais potente que o A19 do iPhone 17 Pro

Xiaomi chip Xring O3 iPhone  A Xiaomi apresentou um novo processador móvel com o qual espera reduzir a sua dependência da Qualcomm e da MediaTek. Conhecido como Xring O3, este chip estreou-se num mini PC focado em tarefas de inteligência artificial. A Xiaomi fez uma parceria com a TSMC para o fabricar, utilizando um processo semelhante ao que se verifica no Apple Silicon. Xiaomi revela chip seis vezes mais potente que o do iPhone 17 Pro De acordo com uma publicação no Weibo, o Xring O3 é um SoC concebido para processar inteligência artificial diretamente no dispositivo. O design apresenta um CPU de dez núcleos de alto desempenho, representando uma melhoria de 60% em relação ao seu antecessor. O chip da Xiaomi baseia-se num processo de fabrico semelhante ao utilizado no A19, o processador do iPhone 17 Pro, embora esta variante chinesa venha com quatro núcleos adicionais. Em termos de desempenho gráfico, o Xring O3 apresenta um GPU G2-Ultra NX, que consegue uma melhoria de até 85% em...