Avançar para o conteúdo principal

Falido BPN já custou mais do que a TAP ou Novo Banco/Espirito Santo



 O banco foi nacionalizado em 2008 pelo governo socialista, e desde então que é o Estado a suportar as contas. O que resta do antigo BPN, os chamados ativos tóxicos, foram transferidos para três empresas financeiras suportadas com o dinheiro dos contribuintes. Já custou aos cofres do Estado 5,9 mil milhões de euros.


O falido BPN já provocou um prejuízo para o Estado Português de milhares de milhões de euros. O Orçamento do Estado indica que, neste momento, a divida da empresa que herdou os ativos tóxicos do banco, nacionalizado em 2008, deve mais de 5 mil milhões de euros ao Estado. O Governo quer acabar com a empresa até 2027.


O banco foi nacionalizado em 2008 e desde então que é o Estado a suportar as contas.


O que resta do antigo BPN, os chamados ativos tóxicos, foram transferidos para três empresas financeiras suportadas com o dinheiro dos contribuintes. Já custou aos cofres do Estado 5,9 mil milhões de euros.


As contas foram feitas pelo Tribunal de Contas no parecer que fez sobre a conta geral do Estado a que Diário de Notícias teve acesso.


O Governo quer fechar esta empresa até 2027 e recuperar parte da divida através dos ativos que ainda existem como o imobiliário ações em empresas e obras de arte.


A Parvalorem é a empresa pública que mais dinheiro deve ao Estado. Ultrapassa a divida das infraestruturas de Portugal e do Metro de Lisboa. A divida tem permanecido nos 5 mil milhões nos últimos 5 anos.


Foi também lançado um programa de rescisões com os trabalhadores da empresa. O objetivo passa recuperar parte do dinheiro dos contribuintes e colocar um ponto final da longa história da queda do BPN.


Falido BPN já provocou prejuízo de milhares de milhões de euros ao Estado - SIC Notícias


Comentários

Notícias mais vistas:

Híbridos plug-in gastam até 3 vezes mais combustível do que o divulgado - por negligência do condutor

  Levantamento com 1 milhão de veículos na Europa revela que consumo real difere bastante dos testes oficiais de laboratório; marcas premium lideram desvios Estudo apontou diferença relevante entre números oficiais e desempenho nas ruas dos PHEVs (Foto: Volvo | Divulgação) Um novo levantamento baseado em dados reais de circulação colocou em xeque a eficiência dos veículos híbridos plug-in (PHEVs). Conduzido pelo Instituto Fraunhofer, na Europa, o estudo revelou que o consumo de combustível desses automóveis nas ruas chega a ser três vezes maior do que o registrado nos testes oficiais de homologação. A análise compilou informações de aproximadamente 1 milhão de carros fabricados entre 2021 e 2023. Os números foram extraídos diretamente do sistema europeu de monitoramento de consumo a bordo (OBFCM). Ao contrário dos ensaios controlados em laboratório, que costumam ser criticados por não refletirem a realidade, esses dados ilustram o comportamento dos veículos no uso cotidiano dos mot...

China declara guerra aos ecrãs nos carros com novas regras

 Ao contrário do que seria expectável, não foi a Europa nem os Estados Unidos da América que decidiram tomar medidas para combater a dependência dos ecrãs a bordo nos carros modernos. China adianta-se. Parece cada vez mais próximo o inevitável regresso aos comandos físicos tradicionais nos automóveis. Os ecrãs (quase de perder de vista) invadiram os cockpits dos automóveis mais recentes, começando por ser percepcionados como um sinónimo de vanguarda tecnológica e um factor de diferenciação, em grande parte impulsionado pelos construtores de automóveis chineses (mas não só). Pois bem, isso estará em vias de mudar por iniciativa da própria China. Ao contrário do que seria de esperar, não foi a Europa nem os Estados Unidos da América que tomaram a dianteira nesta matéria. À semelhança das novas regras que serão implementadas para reduzir o risco associado às portas de abertura electrónica (com puxadores embutidos sem accionamento mecânico ou “tipo Tesla”), o Ministério da Indústria e ...

Os professores

 As últimas semanas têm sido agitadas nas escolas do ensino público, fruto das diversas greves desencadeadas por uma percentagem bastante elevada da classe de docentes. Várias têm sido as causas da contestação, nomeadamente o congelamento do tempo de serviço, o sistema de quotas para progressão na carreira e a baixa remuneração, mas há uma que é particularmente grave e sintomática da descredibilização do ensino pelo qual o Estado é o primeiro responsável, e que tem a ver com a gradual falta de autoridade dos professores. A minha geração cresceu a ter no professor uma referência, respeitando-o e temendo-o, consciente de que os nossos deslizes, tanto ao nível do estudo como do comportamento, teriam consequências bem gravosas na nossa progressão nos anos escolares. Hoje, os alunos, numa maioria demasiado considerável, não evidenciam qualquer tipo de respeito e deferência pelo seu professor e não acatam a sua autoridade, enfrentando-o sem nenhum receio. Esta realidade é uma das princip...