Avançar para o conteúdo principal

Hospital Amadora-Sintra com camas esgotadas para doentes Covid-19



Hospital Fernando da Fonseca (Amadora-Sintra)

O Hospital Fernando da Fonseca, também conhecido por Amadora-Sintra, admite ter ocupadas todas as camas de enfermaria preparadas para receber doentes Covid-19.

Com o aumento do número de internamentos na região de Lisboa, há doentes que estão ser transferidos para o Hospital Militar de Belém, reaberto em abril para dar resposta à pandemia. Contudo só esta semana recebeu os primeiros doentes afetados com o novo coronavírus.

O antigo Hospital Militar de Belém, agora reabilitado para receber doentes covid-19, é uma das unidades a receber doentes vindos do Hospital Amadora-Sintra.

Segundo o Diário de Notícias (DN), três pacientes foram transferidos esta quarta-feira à noite para aquela unidade de saúde, adiantando que na quinta-feira o Hospital militar recebeu mais doentes, alguns do Hospital Fernando da Fonseca.

A RTP apurou que todas as 70 camas para receber doentes Covid-19, estão ocupadas.

Recorde-se, o Hospital Fernando da Fonseca, recebe doentes dos concelhos da Amadora e de Sintra, dois dos municípios concelhos mais afetados na Área Metropolitana de Lisboa, pelo aumento de casos de infeção pela pandemia.

À RTP, o Ministério da Defesa confirma que o Hospital militar vai funcionar como unidade de apoio de retaguarda do Serviço Nacional de Saúde (SNS) disponibilizando 30 camas, preparadas para receber doentes que testaram positivo, para a Covid-19.


Comentários

Notícias mais vistas:

Híbridos plug-in gastam até 3 vezes mais combustível do que o divulgado - por negligência do condutor

  Levantamento com 1 milhão de veículos na Europa revela que consumo real difere bastante dos testes oficiais de laboratório; marcas premium lideram desvios Estudo apontou diferença relevante entre números oficiais e desempenho nas ruas dos PHEVs (Foto: Volvo | Divulgação) Um novo levantamento baseado em dados reais de circulação colocou em xeque a eficiência dos veículos híbridos plug-in (PHEVs). Conduzido pelo Instituto Fraunhofer, na Europa, o estudo revelou que o consumo de combustível desses automóveis nas ruas chega a ser três vezes maior do que o registrado nos testes oficiais de homologação. A análise compilou informações de aproximadamente 1 milhão de carros fabricados entre 2021 e 2023. Os números foram extraídos diretamente do sistema europeu de monitoramento de consumo a bordo (OBFCM). Ao contrário dos ensaios controlados em laboratório, que costumam ser criticados por não refletirem a realidade, esses dados ilustram o comportamento dos veículos no uso cotidiano dos mot...

China declara guerra aos ecrãs nos carros com novas regras

 Ao contrário do que seria expectável, não foi a Europa nem os Estados Unidos da América que decidiram tomar medidas para combater a dependência dos ecrãs a bordo nos carros modernos. China adianta-se. Parece cada vez mais próximo o inevitável regresso aos comandos físicos tradicionais nos automóveis. Os ecrãs (quase de perder de vista) invadiram os cockpits dos automóveis mais recentes, começando por ser percepcionados como um sinónimo de vanguarda tecnológica e um factor de diferenciação, em grande parte impulsionado pelos construtores de automóveis chineses (mas não só). Pois bem, isso estará em vias de mudar por iniciativa da própria China. Ao contrário do que seria de esperar, não foi a Europa nem os Estados Unidos da América que tomaram a dianteira nesta matéria. À semelhança das novas regras que serão implementadas para reduzir o risco associado às portas de abertura electrónica (com puxadores embutidos sem accionamento mecânico ou “tipo Tesla”), o Ministério da Indústria e ...

Os professores

 As últimas semanas têm sido agitadas nas escolas do ensino público, fruto das diversas greves desencadeadas por uma percentagem bastante elevada da classe de docentes. Várias têm sido as causas da contestação, nomeadamente o congelamento do tempo de serviço, o sistema de quotas para progressão na carreira e a baixa remuneração, mas há uma que é particularmente grave e sintomática da descredibilização do ensino pelo qual o Estado é o primeiro responsável, e que tem a ver com a gradual falta de autoridade dos professores. A minha geração cresceu a ter no professor uma referência, respeitando-o e temendo-o, consciente de que os nossos deslizes, tanto ao nível do estudo como do comportamento, teriam consequências bem gravosas na nossa progressão nos anos escolares. Hoje, os alunos, numa maioria demasiado considerável, não evidenciam qualquer tipo de respeito e deferência pelo seu professor e não acatam a sua autoridade, enfrentando-o sem nenhum receio. Esta realidade é uma das princip...