Avançar para o conteúdo principal

Asteroide pode ter exterminado seres humanos na América do Norte há 13.000 anos


Um cientista acaba de apresentar uma revelação chocante de que um enorme asteroide pode ter exterminado uma cultura humana na América do Norte há 13.000 anos.

Asteroide pode ter exterminado seres humanos na América do Norte há 13.000 anos
Asteroide pode ter destruído seres humanos na América do Norte (Imagem ilustrativa) (Crédito da foto: Pixabay.com)
Os asteroides podem causar tsunamis, ondas de choque e ventos devastadores que podem ser catastróficos. As rochas espaciais se aproximam da Terra devido às forças gravitacionais que as afetam. Um asteroide do tamanho de um carro bate na atmosfera da Terra cerca de uma vez por ano. Por outro lado, um asteroide grande o suficiente para ameaçar a existência de vida na Terra se aproxima de nosso planeta uma vez a cada poucos milhões de anos.

Agora, um especialista em ciência apresentou uma revelação chocante de que um enorme asteroide pode ter exterminado uma cultura humana na América do Norte há 13.000 anos.

De acordo com um artigo do express.co.uk, o novo estudo científico culpa o impacto de um asteroide por desencadear o período de ‘Dryas recente‘ na história da Terra, quando as temperaturas caíram rapidamente. Isso tem sido associado à extinção de vários animais gigantes, inclusive na África do Sul e na Europa. Além disso, ao mesmo tempo, o povo Clovis, uma cultura norte-americana antiga, desapareceu, indicou o estudo. Desaparecimentos semelhantes também ocorreram na África.

Uma equipe de cientistas, incluindo o professor Francis Thackeray, acredita que os depósitos de platina desenterrados em Wonderkrater, na África do Sul, apoiam a teoria do impacto de asteroides.

O site express.co.uk citou o Professor Francis Thackeray como dizendo:

Nossa descoberta, pelo menos em parte, apóia a hipótese altamente controversa do impacto do Dryas recente. Precisamos seriamente explorar a visão de que um impacto de asteroide em algum lugar da Terra pode ter causado mudanças climáticas em escala global.

Isto poderia ter contribuído em certa medida ao processo de extinção de animais de grande porte no final do Pleistoceno, após a última era glacial.

Sugerimos cautelosamente a possibilidade de que essas mudanças na América do Norte e no subcontinente africano, na mesma época, possam ter sido associadas indiretamente a um impacto de asteroide, com importantes consequências globais.

Não podemos ter certeza, mas um impacto cósmico poderia ter afetado os seres humanos como resultado de mudanças locais no ambiente e da disponibilidade de recursos alimentares, associados às mudanças climáticas repentinas.

Vale ressaltar aqui que, em novembro do ano passado, os cientistas encontraram uma cratera de impacto de asteroide de 30 quilômetros de largura na Groenlândia.

https://www.ovnihoje.com/2019/10/08/asteroide-pode-ter-exterminado-seres-humanos-na-america-do-norte-ha-13-000-anos/

Comentários

Notícias mais vistas:

Esta cidade tem casas à venda por 12.000 euros, procura empreendedores e dá cheques bebé de 1.000 euros. Melhor, fica a duas horas de Portugal

 Herreruela de Oropesa, uma pequena cidade em Espanha, a apenas duas horas de carro da fronteira com Portugal, está à procura de novos moradores para impulsionar sua economia e mercado de trabalho. Com apenas 317 habitantes, a cidade está inscrita no Projeto Holapueblo, uma iniciativa promovida pela Ikea, Redeia e AlmaNatura, que visa incentivar a chegada de novos residentes por meio do empreendedorismo. Para atrair interessados, a autarquia local oferece benefícios como arrendamento acessível, com valores médios entre 200 e 300 euros por mês. Além disso, a aquisição de imóveis na região varia entre 12.000 e 40.000 euros. Novas famílias podem beneficiar de incentivos financeiros, como um cheque bebé de 1.000 euros para cada novo nascimento e um vale-creche que cobre os custos da educação infantil. Além das vantagens para famílias, Herreruela de Oropesa promove incentivos fiscais para novos moradores, incluindo descontos no Imposto Predial e Territorial Urbano (IBI) e benefícios par...

"A NATO morreu porque não há vínculo transatlântico"

 O general Luís Valença Pinto considera que “neste momento a NATO morreu” uma vez que “não há vínculo transatlântico” entre a atual administração norte-americana de Donald Trump e as nações europeias, que devem fazer “um planeamento de Defesa”. “Na minha opinião, neste momento, a menos que as coisas mudem drasticamente, a NATO morreu, porque não há vínculo transatlântico. Como é que há vínculo transatlântico com uma pessoa que diz as coisas que o senhor Trump diz? Que o senhor Vance veio aqui à Europa dizer? O que o secretário da Defesa veio aqui à Europa dizer? Não há”, defendeu o general Valença Pinto. Em declarações à agência Lusa, o antigo chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, entre 2006 e 2011, considerou que, atualmente, ninguém “pode assumir como tranquilo” que o artigo 5.º do Tratado do Atlântico Norte – que estabelece que um ataque contra um dos países-membros da NATO é um ataque contra todos - “está lá para ser acionado”. Este é um dos dois artigos que o gener...

Armazenamento holográfico

 Esta técnica de armazenamento de alta capacidade pode ser uma das respostas para a crescente produção de dados a nível mundial Quando pensa em hologramas provavelmente associa o conceito a uma forma futurista de comunicação e que irá permitir uma maior proximidade entre pessoas através da internet. Mas o conceito de holograma (que na prática é uma técnica de registo de padrões de interferência de luz) permite que seja explorado noutros segmentos, como o do armazenamento de dados de alta capacidade. A ideia de criar unidades de armazenamento holográficas não é nova – o conceito surgiu na década de 1960 –, mas está a ganhar nova vida graças aos avanços tecnológicos feitos em áreas como os sensores de imagem, lasers e algoritmos de Inteligência Artificial. Como se guardam dados num holograma? Primeiro, a informação que queremos preservar é codificada numa imagem 2D. Depois, é emitido um raio laser que é passado por um divisor, que cria um feixe de referência (no seu estado original) ...