Avançar para o conteúdo principal

Há uma nova operadora em Portugal que promete agitar mercado


Foto de geralt no © Pixabay


 As quatro grandes operadoras de telecomunicações em Portugal estão a poucos meses de ‘receber’ um rival de peso que promete preços bastante mais acessíveis.


O mercado das telecomunicações em Portugal tem sido dominado por quatro operadores: MEO, NOS, Vodafone e NOWO nos últimos anos. De acordo com o mais recente relatório publicado pela ANACOM, relativo ao primeiro trimestre de 2023, a MEO é a que detém maior quota de subscritores de serviços em pacote, com 41,3%.


Em segundo lugar, surge a NOS com 35,4% e a Vodafone fecha o pódio com 20,4%. A NOWO regista 2,8%. No total, são 4,6 milhões de subscritores destes pacotes no nosso país.


Há poucos dias, demos a conhecer de uma nova operadora só de Internet com um preço extremamente apelativo. No entanto, as novidades não ficam por aqui. Isto porque já em 2024 está prevista a chegada de uma nova operadora com infraestrutura própria: a Digi.


Trata-se de uma operadora de serviços de comunicações eletrónicas com perto de 30 anos de experiências e está presente em vários países europeus como Roménia, Espanha e Itália. Destaca-se por oferecer serviços de internet fixa com fibra ótica e internet móvel a preços acessíveis.


A título de exemplo, a nuestros hermanos, a Digi oferece um serviço de fibra ótica com velocidade de 500 Mbps a partir de 15 euros por mês. Além disso, há tarifários com 10 GB de dados móveis e chamadas ilimitadas a partir dos sete euros mensais. Mas vamos ao mais interessante…


É que esta operadora oferece a possibilidade de combinar os dois serviços. Por exemplo, podes ter uma conexão de fibra ótica de 500 Mbps juntamente com um cartão de 10 GB de dados móveis e chamadas limitadas por apenas 20 euros por mês. Como certamente sabes, são valores bastante diferentes daqueles praticados em Portugal.


O que achas destes pacotes?


Há uma nova operadora em Portugal que promete agitar mercado (magazine-hd.com)



Comentários

Notícias mais vistas:

"Este Governo acabou com o arrendamento forçado" e agora cria "a venda forçada" de casas - "não faz sentido" ou será que sim?

  Pode um herdeiro obrigar os restantes a vender a casa dos pais? O Governo quer que sim - com nuances. Em termos constitucionais, a medida "não é uma hipótese aberrante ou absurda". Nos demais termos - a medida está a causar celeuma Depois da descida para 10% no IRS dos senhorios e da redução do IVA da construção para 6%, o Governo tem  duas novas medidas de combate à crise da habitação : tornar os despejos mais céleres e desbloquear imóveis presos em heranças indivisas. Ambos os diplomas foram aprovados, esta quinta-feira, em conselho de ministros, com o objetivo de colocar mais casas no mercado. A ideia do Executivo é simples: resolver e facilitar pendências com o propósito de aumentar a oferta de modo a que o preço por metro quadrado e das rendas baixe. Para a economista Vera Gouveia Barros, especialista em habitação, "é bastante difícil" antever os impactos reais destas duas medidas sem que se tenha uma proposta legislativa elaborada. A economista diz, no entan...

Ucrânia acusa Hungria de fazer sete funcionários de banco ucraniano reféns em Budapeste

 Kiev acusa as autoridades húngaras de terem raptado sete funcionários do Oschadbank da Ucrânia, e terem apreendido uma grande quantidade de dinheiro e ouro. Uma nova escalada numa amarga disputa diplomática entre Orbán e Zelenskyy. O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia acusou na quinta-feira a Hungria de fazer sete funcionários de um banco ucraniano reféns em Budapeste, num momento de elevada tensão entre os dois países. "Em Budapeste, as autoridades húngaras fizeram sete cidadãos ucranianos reféns. Os motivos permanecem desconhecidos, assim como o seu estado de saúde atual", escreveu Andriy Sybiga. Segundo o chefe da diplomacia ucraniana, os detidos são "funcionários do banco estatal Oschadbank que operavam dois veículos do banco em trânsito entre a Áustria e a Ucrânia, transportando dinheiro". "Trata-se de terrorismo e de extorsão patrocinada pelo Estado" perpetrada pela Hungria, denunciou o ministro, afirmando já ter enviado uma nota oficial ...

Wall Street começa a chamar a atenção para os "ecos" da pior crise do século

  Para alguns investidores proeminentes, os paralelos com a crise dos subprimes parecem óbvios. Mas não há um consenso claro em Wall Street Nova Iorque -  Durante meses, investidores e analistas têm acompanhado de perto o obscuro setor financeiro conhecido como crédito privado, onde os sinais de alerta têm alimentado receios de uma repetição da crise financeira de 2008. Ainda não é claro se estes alertas representam apenas alguns erros isolados ou uma fragilidade sistémica mais grave no setor de 1,8 mil milhões de dólares. Mas, se esta última hipótese for sequer remotamente possível, vale a pena perceber o que raio se está a passar. Uma breve introdução ao "crédito privado" De uma forma muito simples, o termo refere-se aos investidores que emprestam dinheiro diretamente a empresas privadas, sem passar pelos bancos. Os mutuários — geralmente pequenas empresas que os bancos considerariam demasiado arriscadas ou complexas para um empréstimo tradicional — pagam uma taxa de juro m...