Avançar para o conteúdo principal

Há cada vez mais desempregados sem subsídio de desemprego



 Número de desempregados com subsídio de desemprego diminuiu


O número de desempregados com prestações de desemprego recuou 0,1% em Dezembro face a Novembro e 23,1% em relação ao mesmo mês de 2021, para 163.824 subsídios, segundo os dados estatísticos da Segurança Social.


De acordo com a síntese estatística mensal elaborada pelo Gabinete de Estratégia e Planeamento (GEP) do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, aquele total de 163.824 de subsídios pagos a desempregados traduz uma redução mensal de 101 beneficiários e homóloga de 49.144 beneficiários.


O sexo feminino representava em Dezembro 56,9% dos beneficiários de prestações de desemprego e o sexo masculino 43,1%, tendo-se verificado uma diminuição de prestações de desemprego processadas a mulheres em 0,9%, face ao mês anterior, enquanto no caso dos homens houve um aumento de 1,1%.


Os dados referentes às várias tipologias de prestações de desemprego indicam que o subsídio de desemprego abrangeu 126.723 pessoas em Dezembro, número que reflecte uma quebra de 0,3% face ao mês anterior, e de 13,1% em relação ao período homólogo.


Já o número de beneficiários do subsídio social de desemprego inicial foi de 7.322, com o GEP a assinalar um crescimento mensal de 17,3% e de 10,6% face ao mesmo mês do ano anterior.


Por seu lado, o subsídio social de desemprego subsequente chegou em Dezembro a 23.745 pessoas, o que traduz uma diminuição de 4,6% (menos 1147 beneficiários) face a Novembro e um aumento de 57,9% face ao mês homólogo (mais 8703 beneficiários).


Os dados estatísticos da Segurança Social revelam que o valor médio das prestações de desemprego foi de 588,02 euros em Dezembro, mantendo-se estável face aos 588,81 registados em Novembro, e correspondendo ao valor mais elevado desde o início da série, em Janeiro de 2006.


Número de desempregados com subsídio de desemprego diminuiu – Human Resources (sapo.pt)



Comentários

Notícias mais vistas:

Ucrânia acusa Hungria de fazer sete funcionários de banco ucraniano reféns em Budapeste

 Kiev acusa as autoridades húngaras de terem raptado sete funcionários do Oschadbank da Ucrânia, e terem apreendido uma grande quantidade de dinheiro e ouro. Uma nova escalada numa amarga disputa diplomática entre Orbán e Zelenskyy. O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia acusou na quinta-feira a Hungria de fazer sete funcionários de um banco ucraniano reféns em Budapeste, num momento de elevada tensão entre os dois países. "Em Budapeste, as autoridades húngaras fizeram sete cidadãos ucranianos reféns. Os motivos permanecem desconhecidos, assim como o seu estado de saúde atual", escreveu Andriy Sybiga. Segundo o chefe da diplomacia ucraniana, os detidos são "funcionários do banco estatal Oschadbank que operavam dois veículos do banco em trânsito entre a Áustria e a Ucrânia, transportando dinheiro". "Trata-se de terrorismo e de extorsão patrocinada pelo Estado" perpetrada pela Hungria, denunciou o ministro, afirmando já ter enviado uma nota oficial ...

Office  EU é a alternativa europeia às suítes de produtividade norte‑americanas

 Plataforma europeia Office EU reúne e‑mail, documentos, calendário e videoconferência sob o RGPD, oferecendo uma alternativa às soluções dos EUA. Uma plataforma digital europeia está a posicionar-se como alternativa às grandes suítes de produtividade controladas por empresas norte-americanas. Chama-se Office  EU e reúne num só espaço todas as ferramentas básicas de escritório – desde edição de texto e folhas de cálculo até correio eletrónico, armazenamento de ficheiros e videoconferência. A sua principal diferença? É integralmente europeia, tanto na propriedade como na infraestrutura técnica, e cumpre as regras de proteção de dados da União Europeia. O OfficeEU visa oferecer a empresas, organizações e cidadãos uma solução de trabalho em nuvem sem recurso a servidores ou legislação de fora da Europa. O utilizador pode criar e partilhar documentos, gerir agendas e realizar chamadas de vídeo num ambiente regulado pelo RGPD, mantendo o controlo sobre os próprios dados. Entre as aplica...

Wall Street começa a chamar a atenção para os "ecos" da pior crise do século

  Para alguns investidores proeminentes, os paralelos com a crise dos subprimes parecem óbvios. Mas não há um consenso claro em Wall Street Nova Iorque -  Durante meses, investidores e analistas têm acompanhado de perto o obscuro setor financeiro conhecido como crédito privado, onde os sinais de alerta têm alimentado receios de uma repetição da crise financeira de 2008. Ainda não é claro se estes alertas representam apenas alguns erros isolados ou uma fragilidade sistémica mais grave no setor de 1,8 mil milhões de dólares. Mas, se esta última hipótese for sequer remotamente possível, vale a pena perceber o que raio se está a passar. Uma breve introdução ao "crédito privado" De uma forma muito simples, o termo refere-se aos investidores que emprestam dinheiro diretamente a empresas privadas, sem passar pelos bancos. Os mutuários — geralmente pequenas empresas que os bancos considerariam demasiado arriscadas ou complexas para um empréstimo tradicional — pagam uma taxa de juro m...