Avançar para o conteúdo principal

Emov: novo serviço de carsharing em Lisboa com frota exclusivamente elétrica

São 150 Citroen C-Zero que vão chegar em abril a Lisboa para um novo serviço de carsharing assente numa plataforma totalmente digital.

É mais um serviço de carsharing que chega à cidade de Lisboa. A característica mais diferenciadora do Emov é a utilização exclusiva de carros elétricos – já outros serviços de partilha e aluguer de automóveis disponibilizam veículos elétricos, mas a Emov é a primeira a anunciar uma frota grande exclusivamente elétrica.

Segundo o comunicado de imprensa da Emov, a frota será constituída por 150 veículos Citroen C-Zero, citados elétricos com quatro lugares. Carros que vão poder ser utilizados já a partir de abril: «Numa primeira fase, Emov contará com uma frota em regime free floating, ou seja, os utilizadores podem aceder a qualquer veículo Emov estacionado nas ruas de Lisboa através do seu smartphone. Entre as vantagens do serviço inclui-se a possibilidade de deixar a viatura estacionada em áreas de estacionamento reguladas, dentro do perímetro de utilização deste serviço, sem ter que pagar por isso. Adicionalmente, Emov permitirá a ligação da cidade ao Aeroporto, havendo, nas suas proximidades, uma área dedicada para que os utilizadores possam iniciar ou terminar a sua viagem».

Ainda de acordo com o comunicado de imprensa, a reserva, pagamento e acesso aos carros é totalmente feito através de uma app. O processo de reserva permite reservar o carro com uma antecedência de 20 minutos

A Emov é uma empresa sedeada em Espanha, que começou a operar em Madrid, resultante de uma aliança entre Eysa e a Free2Move, uma empresa criada pelo grupo PSA (donos da Peugeot e da Citroen).

http://exameinformatica.sapo.pt/mobilidade_inteligente/2018-03-19-Emov-novo-servico-de-carsharing-em-Lisboa-com-frota-exclusivamente-eletrica

Comentários

Notícias mais vistas:

TAP: quo vadis?

 É um erro estratégico abismal decidir subvencionar uma vez mais a TAP e afirmar que essa é a única solução para garantir a conectividade e o emprego na aviação, hotelaria e turismo no país. É mentira! Nos últimos 20 anos assistiu-se à falência de inúmeras companhias aéreas. 11 de Setembro, SARS, preço do petróleo, crise financeira, guerras e concorrência das companhias de baixo custo, entre tantos outros fatores externos, serviram de pano de fundo para algo que faz parte das vicissitudes de qualquer empresa: má gestão e falta de liquidez para enfrentar a mudança. Concentremo-nos em três casos europeus recentes de companhias ditas “de bandeira” que fecharam as portas e no que, de facto, aconteceu. Poucos meses após a falência da Swissair, em 2001, constatou-se um fenómeno curioso: um número elevado de salões de beleza (manicure, pedicure, cabeleireiros) abriram igualmente falência. A razão é simples, mas só mais tarde seria compreendida: muitos desses salões sustentavam-se das assi...

Os professores

 As últimas semanas têm sido agitadas nas escolas do ensino público, fruto das diversas greves desencadeadas por uma percentagem bastante elevada da classe de docentes. Várias têm sido as causas da contestação, nomeadamente o congelamento do tempo de serviço, o sistema de quotas para progressão na carreira e a baixa remuneração, mas há uma que é particularmente grave e sintomática da descredibilização do ensino pelo qual o Estado é o primeiro responsável, e que tem a ver com a gradual falta de autoridade dos professores. A minha geração cresceu a ter no professor uma referência, respeitando-o e temendo-o, consciente de que os nossos deslizes, tanto ao nível do estudo como do comportamento, teriam consequências bem gravosas na nossa progressão nos anos escolares. Hoje, os alunos, numa maioria demasiado considerável, não evidenciam qualquer tipo de respeito e deferência pelo seu professor e não acatam a sua autoridade, enfrentando-o sem nenhum receio. Esta realidade é uma das princip...

ADSE muda regras dos óculos: reembolso passa a ter limite anual de 180 euros

 A ADSE vai alterar as regras de reembolso dos óculos, introduzindo um teto anual de 180 euros no regime livre, mantendo a comparticipação de 80%. Deixa assim de haver limites quanto ao número de armações e lentes, que até agora eram definidos por períodos de três anos. As mudanças abrangem também exames e cirurgias, com revisão da tabela de preços da radiologia e da gastroenterologia e inclusão de novos atos, sobretudo TAC e ressonâncias magnéticas, permitindo acesso a técnicas mais avançadas sem aumento dos encargos para os beneficiários, segundo avançou o ECO. As alterações terão um impacto orçamental estimado em 15,4 milhões de euros por ano para a ADSE, sistema de proteção na doença da função pública. A revisão das tabelas de preços abrange cerca de 200 atos médicos e inclui mais de uma centena de novos códigos, sobretudo na área da radiologia, com o objetivo de atualizar os valores de referência e alargar o acesso a cuidados mais diferenciados. ADSE muda regras dos óculos: re...