Avançar para o conteúdo principal

Vai fazer obras? 3 dicas para pedir orçamentos

Deixamos-lhe algumas pistas para que consiga o melhor orçamento para as obras que pretende fazer em casa, evitando que os gastos derrapem.

Está na altura de renovar a cozinha? Ou de mudar o chão da casa? A primeira coisa que deve fazer é pedir um orçamento a um empreiteiro. Ou melhor, a um, não. A vários empreiteiros.

Tal como compara os preços e as características quando quer comprar um colchão ou um computador, deve fazer o mesmo antes de fazer obras.

Para aqueles que não têm muita experiência nesta matéria, deixamos 3 conselhos que vão facilitar-lhe a vida e ajudar a controlar os custos, para que o orçamento não derrape.

1. Compare pelo menos 3 orçamentos. Para tal, peça orçamentos a 5 ou 6 empreiteiros, contando que poderão nem todos responder. Peça referências a amigos, mas procure também outros contactos, nomeadamente através da internet. Veja obras feitas por esses empreiteiros e procure opiniões em relação aos trabalhos realizados.

2. Comece por definir com exatidão aquilo que pretende fazer, para que depois possa deixá-lo bem claro para o empreiteiro. Faça uma lista de todos os trabalhos a realizar. Esta lista, também designada por caderno de encargos, vai servir para, pelo menos, três coisas: garantir que todos os empreiteiros estão a orçamentar os mesmos trabalhos, poder comparar orçamentos por tarefas e, no final, verificar se ficou tudo feito e de acordo com o orçamento inicial.

3. Procure e veja ao vivo vários materiais de construção. Primeiro, porque não há como ver com os seus próprios olhos, sem ser por catálogo. Depois, porque poderá ficar com uma noção dos preços. E quando pedir orçamentos, poderá descobrir se estão a apresentar-lhe um preço demasiado elevado para as janelas, o chão ou a banheira. Ter na mão as referências e os preços permitir-lhe-á negociar com o empreiteiro.

https://www.contasconnosco.pt/artigo/vai-fazer-obras-3-dicas-para-pedir-orcamentos

Comentários

Notícias mais vistas:

Rendas congeladas “desesperam” proprietários e inquilinos apontam despejos como medida “oportunista”

Foto: Rodolfo Alexandre Reis  Luís Menezes Leitão, presidente da Associação Lisbonense de Proprietários diz que as propostas do Governo sobre o descongelamento das rendas são “minúsculas” e que mesmo em relação ao despejos “falta muito por esclarecer”. Já António Machado, líder da Associação de Inquilinos Lisbonenses considera que aumentar a liberalização dos contratos significa que “a parte mais fraca ainda fica mais fraca”. Concordam em discordar. É desta forma que os proprietários e inquilinos olham para o conjunto de medidas apresentadas pelo Governo sobre o novo regime do arrendamento urbano (NRAU). No lado da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), o presidente Luís Menezes Leitão, lamenta que o congelamento das rendas antigas a 1990, um dos principais cavalos de batalha da ALP se mantenha praticamente inalterado. “As alterações são minúsculas e só têm significado relativamente a inquilinos que ganhem acima de cinco salários mínimos mensais e mesmo assim estabelece a fi...

Burnham defende junto a Trump "acesso total" de Kyiv ao Starlink

 O primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, defendeu junto do Presidente norte-americano, Donald Trump, a importância de a Ucrânia ter acesso total à rede de satélites Starlink, segundo Downing Street. O primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, defendeu hoje junto do Presidente norte-americano, Donald Trump, a importância de a Ucrânia ter acesso total" à rede de satélites Starlink, segundo Downing Street. O líder britânico destacou que este sistema, cuja versão militar é conhecida por Starshield, é essencial para que os ucranianos "possam continuar a defender-se contra a invasão em grande escala conduzida pela Rússia". Andy Burnham "elogiou a iniciativa do Presidente Trump de levar (o Presidente russo Vladimir) Putin à mesa das negociações", detalhou a assessoria do chefe do Governo britânico. "Os líderes concordaram em trabalhar em conjunto, ao lado dos parceiros internacionais, para pôr fim a este derramamento de sangue", acrescentou. Kiev relat...

Diretor-executivo da Citadel considera “quase certo” que existe uma bolha de IA

 O empresário que gere a Citadel, uma empresa de serviços financeiros, considera que as empresas estão a pagar por modelos de Inteligência Artificial (IA) sem conseguirem retirar deles, consistentemente, valor suficiente, numa altura em que as empresas que os desenvolvem planeiam gastar ainda mais em chips, centros de dados e novos sistemas. Durante a conferência Future of Global Markets, em Nova Iorque, Ken Griffin afirmou que os investidores estão “quase certamente” perante uma bolha de IA. Citada pela Bloomberg, a declaração surge num momento em que os investidores se mostram mais ansiosos com o intervalo entre o pagamento da infraestrutura de IA e o retorno resultante, receando que os lucros e os ganhos de produtividade cheguem mais devagar do que o esperado. Um retorno ainda desigual Na perspetiva de Ken Griffin, a capacidade das empresas norte-americanas de extrair valor dos modelos de IA tem sido muito desigual. Segundo o empresário, isso indica que muitas ainda estão a perc...