Avançar para o conteúdo principal

Há ambulâncias do INEM paradas devido à nova cor

A caracterização das novas ambulâncias do INEM é ilegal e o IMT está a rejeitar licenças de transporte de doentes. Há 14 ambulâncias paradas.

São 14 as ambulâncias de emergência médica que estão paradas devido à nova cor e identificação, que não estão legalmente regulamentadas.

Segundo o Jornal de Notícias, os novos veículos – vermelhos na traseira e com a identificação da corporação a que pertencem – estão a chumbar na hora da emissão da licença de transporte de doentes pelo Instituto de Mobilidade e Transportes (IMT), o último passo antes de poderem circular legalmente.

Estas viaturas não podem circular de forma legal e em causa está a sua nova caracterização, que a entidade recusa. Uma situação que para a Liga de Bombeiros Portugueses é “caricata” mas também “irresponsável“.

Jaime Marta Soes, presidente da Liga, disse ao jornal que o IMT será responsabilizado caso alguém fique sem socorro devido à falta de meios. Por outro lado, o IMT limita-se a afirmar que esta situação “decorre do enquadramento legal vigente” e que está a trabalhar com o INEM “num mecanismo que permita ultrapassar estes constrangimentos”.

O INEM pediu à tutela, em dezembro, a alteração do Regulamento de Transportes de Doentes (no qual define a sua caracterização), mas o despacho ainda não foi publicado.

“A caracterização das ambulâncias é um requisito que não deve impedir, por si só, a emissão de licença de transporte de doentes”, considera o INEM, assegurando que já alertou o IMT do “evidente interesse público em que as novas ambulâncias entrem ao serviço o mais rapidamente possível”.

Perante esta situação, há corporações que garantem, porem, que na próxima segunda-feira os veículos vão para a rua “com ou sem papel”, porque não vão recusar socorro a quem precisa.

https://zap.aeiou.pt/ambulancia-inem-paradas-nova-cor-198012

Comentários

Notícias mais vistas:

Drones russos atingem dois navios civis no mar Negro

Drones russos atingiram dois navios civis com bandeira estrangeira no mar Negro na noite de quinta-feira, segundo as autoridades ucranianas. De acordo com Oleksii Kuleba, vice-primeiro-ministro ucraniano responsável pela Reconstrução, os drones atingiram um navio com bandeira de São Cristóvão e Neves e outro com bandeira panamiana, causando um morto e cinco feridos. Um dos marinheiros feridos está em estado crítico, adiantou Kuleba. "É mais uma prova de que a Rússia trava uma guerra contra a liberdade de navegação, o comércio internacional e a segurança alimentar global", escreveu. O governador da região ucraniana de Odessa, Oleh Kiper, afirmou que os navios já retomaram a marcha. Os ataques ocorreram numa vaga de ofensivas russas durante a noite em várias zonas da Ucrânia. Kiper acrescentou que ataques no sul da região de Odessa provocaram um incêndio num parque de camiões, que matou uma pessoa e feriu outras quatro. Pelo menos quatro pessoas ficaram ainda feridas noutro ata...

Calçada portuguesa mata mais em Lisboa: Carlos Moedas muda de passeios "progressivamente"

 Tese de doutoramento no ISCTE mostra que quedas no passeio estão na origem de muitas mortes por pneumonia Ricardo Antunes, sociólogo e doutorado em Sociologia, investigou as causas remotas de 1935 óbitos hospitalares: 944 em Lisboa e 991 em Beja. “Surpreendentemente, percebi que na capital há mais mortes por pneumonia”, relata à CNN Portugal. Essa constatação deixou-o surpreendido. “Como é que a região mais rica do país, com os hospitais mais diferenciados, os melhores técnicos e a melhor tecnologia de saúde, ainda tem tantos casos fatais de uma infeção respiratória como a pneumonia?”, questionou-se o sociólogo. Ao reconstruir a história clínica dos falecidos, encontrou um padrão. “As informações nos registos de saúde mostram, claramente, que um número significativo dessas vítimas tinha, na sua história recente, um episódio de queda na via pública”, relata o enfermeiro, que se doutorou em Sociologia no ISCTE, Instituto Universitário de Lisboa. Um dos capítulos da sua tese, sobre d...

Sobe para 100 o número de feridos em colisão entre dois comboios em Bedford, Inglaterra. Nove pessoas em estado crítico

Comboios que colidiram ligam a cidade de Bedford ao aeroporto de Luton, em Londres.  Um maquinista morreu.  Subiu para 100 o número de feridos numa colisão entre dois comboios da East Midlands Railways, em Bedford, Inglaterra, esta sexta-feira. Até ao momento, o único morto registado foi o maquinista de um dos comboios. Nove pessoas estão em estado crítico, de acordo com as informações adiantadas pelas autoridades locais.  Recorde-se que o acidente ocorreu pouco depois das 17h00.  Os comboios que colidiram ligam a cidade de Bedford ao aeroporto de Luton, em Londres.  O Departamento de Investigação de Acidentes Ferroviários está em contacto com a Polícia britânica para se apurarem os factos do sucedido.   O rei britânico Carlos III já reagiu e disse estar "profundamente entristecido" com o acidente. "Os seus pensamentos e condolências estão com a família do falecido e com todos os feridos ou afetados por este trágico incidente", acrescentou.  Sobe ...