Avançar para o conteúdo principal

Juiz pede dois mil euros a vizinho que lhe furtou galinha


Jose Sena Goulao/LUSA


 Em Viseu, um homem vai ser julgado esta terça-feira por ter furtado uma galinha a um vizinho, que é juiz. O magistrado pede dois mil euros de indemnização por danos morais.


Cátia Rocha


Em Viseu, um homem vai ser julgado em tribunal por ter furtado uma galinha a um vizinho. O caso é contado pelo Correio da Manhã (CM), na edição desta terça-feira. Em abril de 2020, numa quinta dos arredores de Viseu, o arguido encontrou uma galinha na rua, que achava que era sua, parou o automóvel onde seguia, recolheu o animal e levou-o para a capoeira da sogra.


Mais tarde, o homem foi abordado por um vizinho, que é juiz. O CM relata que a galinha era do juiz, que exigiu o animal de volta. O juiz terá entrado na capoeira e retirado uma das galinhas.


O homem ainda tentou pedir desculpa e justificar o mal-entendido mas, de acordo com a acusação, documento a que o jornal teve acesso, o juiz terá ignorado os argumentos. A conversa subiu de tom e escalou para um diálogo mais aceso com uso de vernáculo por parte do agora arguido.


O furto da galinha, avaliada em 10 euros, deu origem a acusações de crime de furto, um crime de injúria agravado e um de difamação. O CM noticia que o juiz em causa está também envolvido noutro processo por um caso de violência doméstica contra a ex-mulher, também ela juíza.


Juiz pede dois mil euros a vizinho que lhe furtou galinha – Observador


Comentário do Wilson:

Um Juiz não pode ser uma pessoa qualquer, é necessário ter um carácter irrepreensível, mas em Portugal há juízes que batem na mulher e processa o vizinho por este resgatar uma galinha que estava na rua...

Eu sei que o que move o juiz neste processo não foi a galinha, mas mesmo assim considero um abuso de autoridade por parte do juiz até porque ele não estava agindo na qualidade de juiz, mas apenas como vizinho.

.



Comentários

Notícias mais vistas:

Diarreia legislativa

© DR  As mais de 150 alterações ao Código do Trabalho, no âmbito da Agenda para o Trabalho Digno, foram aprovadas esta sexta-feira pelo Parlamento, em votação final. O texto global apenas contou com os votos favoráveis da maioria absoluta socialista. PCP, BE e IL votaram contra, PSD, Chega, Livre e PAN abstiveram-se. Esta diarréia legislativa não só "passaram ao lado da concertação Social", como também "terão um profundo impacto negativo na competitividade das empresas nacionais, caso venham a ser implementadas Patrões vão falar com Marcelo para travar Agenda para o Trabalho Digno (dinheirovivo.pt)

Largo dos 78.500€

  Políticamente Incorrecto O melhor amigo serve para estas coisas, ter uns trocos no meio dos livros para pagar o café e o pastel de nata na pastelaria da esquina a outros amigos 🎉 Joaquim Moreira É historicamente possível verificar que no seio do PS acontecem repetidas coincidências! Jose Carvalho Isto ... é só o que está á vista ... o resto bem Maior que está escondido só eles sabem. Vergonha de Des/governantes que temos no nosso País !!! Ana Paula E fica tudo em águas de bacalhau (20+) Facebook

TAP: quo vadis?

 É um erro estratégico abismal decidir subvencionar uma vez mais a TAP e afirmar que essa é a única solução para garantir a conectividade e o emprego na aviação, hotelaria e turismo no país. É mentira! Nos últimos 20 anos assistiu-se à falência de inúmeras companhias aéreas. 11 de Setembro, SARS, preço do petróleo, crise financeira, guerras e concorrência das companhias de baixo custo, entre tantos outros fatores externos, serviram de pano de fundo para algo que faz parte das vicissitudes de qualquer empresa: má gestão e falta de liquidez para enfrentar a mudança. Concentremo-nos em três casos europeus recentes de companhias ditas “de bandeira” que fecharam as portas e no que, de facto, aconteceu. Poucos meses após a falência da Swissair, em 2001, constatou-se um fenómeno curioso: um número elevado de salões de beleza (manicure, pedicure, cabeleireiros) abriram igualmente falência. A razão é simples, mas só mais tarde seria compreendida: muitos desses salões sustentavam-se das assi...