Avançar para o conteúdo principal

Navio com quatro mil Porsche e Lamborghini afunda ao largo dos Açores


Navio Felicity Ace afunda nos Açores


 Embarcação incendiou-se há duas semanas e afundou na manhã desta terça-feira no meio do Atlântico, a sul do arquipélago.


O navio que transportava quatro mil automóveis do grupo Volkswagen e sofreu um incêndio há duas semanas afundou na manhã desta terça-feira no meio do Atlântico, a sul dos Açores. O Felicity Ace estava a ser rebocado, mas a operação não teve sucesso e milhares de Porsche, Audi, Bentley, Lamborghini e Volkswagen jazem agora a 3500 metros de profundidade.


De acordo com o Comandante da Capitania do Porto da Horta, após o incêndio, que deflagrou a 16 de fevereiro, foi montada uma operação para rebocar o navio para próximo da ilha do Faial, que teve início no dia 24. Mas logo no dia seguinte o Felicity Ace começou a sofrer um "afundamento à ré". A entrada de água foi impossível de controlar pelas 9h10 desta terça-feira, o navio acabou por submergir totalmente, ficando assente no leito do oceano. Segundo o comandante João Mendes Cabeças, antes de afundar, o Felicity Ace foi rebocado para uma zona a mais de 35 milhas do limite sul da Zona Económica Exclusiva dos Açores.


Não há para já indícios de poluição resultante do acidente, mas um avião da Força Aérea e o navio Setúbal da Marinha mantém-se no local para verificar se não há derrame de combustível e outros compostos químicos.


O prejuízo para o grupo Volkswagen ascende a mais de 400 milhões de euros. As viatura a bordo seguiam para os Estados Unidos da América e muitos dos compradores exigem agora reaver o dinheiro pago


https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/barco-com-quatro-mil-porsche-e-lamborghini-afunda-ao-largo-dos-acores

Comentários

Notícias mais vistas:

Governo vai apoiar reconstrução de casas até 10.000 euros sem necessidade de documentação

 O Governo vai apoiar a reconstrução de habitação própria e permanente em intervenções até 10.000 euros "sem necessidade de documentação" para os casos em que não haja cobertura de seguro, anunciou hoje o primeiro-ministro. O Governo vai apoiar a reconstrução de habitação própria e permanente em intervenções até 10.000 euros "sem necessidade de documentação" para os casos em que não haja cobertura de seguro, anunciou hoje o primeiro-ministro. O mesmo montante estará disponível para situações relacionadas com agricultura e floresta exatamente no mesmo montante. Luís Montenegro falava no final da reunião extraordinária do Conselho de Ministros, que durou cerca de três horas e decorreu na residência oficial do primeiro-ministro, em São Bento (Lisboa). De acordo com o primeiro-ministro, esses apoios para a reconstrução de casas serão acompanhados de vistorias das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional e das Câmaras Municipais. "O mesmo procedimento tam...

Largo dos 78.500€

  Políticamente Incorrecto O melhor amigo serve para estas coisas, ter uns trocos no meio dos livros para pagar o café e o pastel de nata na pastelaria da esquina a outros amigos 🎉 Joaquim Moreira É historicamente possível verificar que no seio do PS acontecem repetidas coincidências! Jose Carvalho Isto ... é só o que está á vista ... o resto bem Maior que está escondido só eles sabem. Vergonha de Des/governantes que temos no nosso País !!! Ana Paula E fica tudo em águas de bacalhau (20+) Facebook

Aeroporto: há novidades

 Nenhuma conclusão substitui o estudo que o Governo mandou fazer sobre a melhor localização para o aeroporto de Lisboa. Mas há novas pistas, fruto do debate promovido pelo Conselho Económico e Social e o Público. No quadro abaixo ficam alguns dos pontos fortes e fracos de cada projeto apresentados na terça-feira. As premissas da análise são estas: IMPACTO NO AMBIENTE: não há tema mais crítico para a construção de um aeroporto em qualquer ponto do mundo. Olhando para as seis hipóteses em análise, talvez apenas Alverca (que já tem uma pista, numa área menos crítica do estuário) ou Santarém (numa zona menos sensível) escapem. Alcochete e Montijo são indubitavelmente as piores pelas consequências ecológicas em redor. Manter a Portela tem um impacto pesado sobre os habitantes da capital - daí as dúvidas sobre se se deve diminuir a operação, ou pura e simplesmente acabar. Nem o presidente da Câmara, Carlos Moedas, consegue dizer qual escolhe... CUSTO DE INVESTIMENTO: a grande novidade ve...