Avançar para o conteúdo principal

Volkswagen prepara-se para lançar o I.D., um elétrico ao preço de um Golf a diesel

Com o sucesso que os veículos elétricos começam a ter, existem cada vez mais marcas a trabalhar nas suas propostas. Se a maioria tem apostado em modelos de gamas superiores, a Volkswagen parece estar a apostar na massificação.

O I.D. será a proposta Volkswagen e o seu preço deverá ser uma surpresa. A marca estima que o I.D. terá o preço de um Golf a diesel.

Foi o proprio Jürgen Stackmann, um dos homens fortes da Volkswagen, que veio a público mostrar mais algumas das futuras características da próxima proposta da marca no campo dos veículos elétricos.

Ainda com o nome I.D, este será um veículo elétrico destinado às massas e sem muitas das linhas que por agora têm serviços de base a estes veículos.

Segundo o que Stackmann publicou no Twitter, o I.D. terá a capacidade de percorrer até 550 km e terá o preço de um Golf a diesel, o que o coloca numa posição muito confortável no mercado dos veículos elétricos. Especula-se que possam existir várias versões, com uma de entrada de gama mais barata, com um alcance de cerca de 330 km.

Quanto às baterias, o I.D. deverá ser criado com uma plataforma partilhada por vários modelos, que albergará 2 tipos de baterias, umas de 111 kWh, de maior alcance, e outras de 48 kWh para o modelo de menor alcance.

Informações e privacidade no Twitter Ads
O I.D. deverá ver a sua velocidade máxima limitada a 160 km/h, uma vez que se sabe que a velocidades mais elevadas os consumos dos elétricos aumentam de forma exponencial, reduzindo a duração das baterias.

Ainda é cedo para saber muito mais sobre o I.D, mas a Volkswagen espera ter o carro elétrico no mercado já em 2020, com uma proposta acessível e de custos mais reduzidos do que os atuais veículos elétricos.

https://pplware.sapo.pt/motores/volkswagen-i-d-eletrico-preco-golf/

Comentários

Notícias mais vistas:

Construção da maior central solar em Portugal encravada há mais de dois anos na justiça, apesar de aprovada

Santa Luzia in northeastern Brazil.  EPA/SEBASTIAO MOREIRA  Desde 2024 que a autorização ambiental dada à central solar Fernando Pessoa foi suspensa por decisão do juiz e após impugnação do Ministério Público. Agência do Ambiente recorreu, mas não há decisão. A maior central solar aprovada para Portugal, com mais de mil megawatts (MW) de potência, está parada há mais de dois anos, na sequência de processos judiciais colocados contra a aprovação emitida pelas autoridades ambientais. A atribulada história do projeto, que foi batizado com o nome do poeta Fernando Pessoa, mostra que o licenciamento ambiental — por intervenção da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) ou do ICNF (Instituto da Conservação da Natureza de Florestas) — nem sempre é o maior obstáculo à execução dos projetos de energias renováveis. A central solar fotovoltaica Fernando Pessoa está prevista para o concelho de Santiago do Cacém e obteve uma Declaração de Impacte Ambiental (DIA) favorável condicionada em jane...

Rendas congeladas “desesperam” proprietários e inquilinos apontam despejos como medida “oportunista”

Foto: Rodolfo Alexandre Reis  Luís Menezes Leitão, presidente da Associação Lisbonense de Proprietários diz que as propostas do Governo sobre o descongelamento das rendas são “minúsculas” e que mesmo em relação ao despejos “falta muito por esclarecer”. Já António Machado, líder da Associação de Inquilinos Lisbonenses considera que aumentar a liberalização dos contratos significa que “a parte mais fraca ainda fica mais fraca”. Concordam em discordar. É desta forma que os proprietários e inquilinos olham para o conjunto de medidas apresentadas pelo Governo sobre o novo regime do arrendamento urbano (NRAU). No lado da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), o presidente Luís Menezes Leitão, lamenta que o congelamento das rendas antigas a 1990, um dos principais cavalos de batalha da ALP se mantenha praticamente inalterado. “As alterações são minúsculas e só têm significado relativamente a inquilinos que ganhem acima de cinco salários mínimos mensais e mesmo assim estabelece a fi...

Governo assina contrato para DSTelecom levar fibra ótica a todo o país

Miguel Pinto Luz evidenciou que este projeto vai 'tornar viável viver e trabalhar fora das áreas metropolitanas'. - Luís Manuel Neves / Medialivre O Governo já assinou o contrato que vai permitir que a DSTelecom equipe Portugal com rede de fibra ótica, eliminando a atual fragmentação - as chamadas áreas brancas - que se tem sentido no acesso a internet, especialmente àquela de alta velocidade. O contrato foi assinado com as cinco Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional e a operadora que ganhou o concurso internacional em 2025. A DSTelecom vai ficar responsável pela instalação, gestão, exploração e manutenção das redes de comunicações eletrónicas de capacidade muito elevada, tendo o objetivo de dar cobertura a todo o território nacional. De acordo com o Executivo, esta instalação e consequente implementação visar levar internet mais rápida a edifícios residenciais e não residenciais, nomeadamente à indústria, comércio e atividades agrícolas. Em comunicado, o ministro...