Avançar para o conteúdo principal

Lil Miquela - a influencer que não existe e tem 1,7 milhões de seguidores


A influenciadora digital Lil Miquela tem 1,7 milhões de seguidores na rede social Instagram. Costuma publicar fotos da sua vida e manifestar-se sobre diversos temas, como os direitos LGBTQ+, o movimento Black Lives Matter – campanha contra a violência policial contra negros nos Estados Unidos – para além de promover marcas de roupas e perfumes.

Tal como a maioria das outras influencers, Lil Miquela é bonita, misteriosa e encantadora, a diferença é que ela não é real.

Estreou-se no Instagram em abril de 2016, gerando uma série de especulações sobre se era ou não real, o que, pelos milhares de seguidores que conseguiu angariar, isso não parece não ser um problema.

A jovem fictícia publica fotos a divertir-se com amigos e com o namorado, com looks de marcas de luxo da Chanel e Prada.

Para além da sua fama como influenciadora, também conseguiu entrar no mundo da música e lançou o single Not Mine, em 2017, que se tornou viral no Spotify.

As origens de Miquela nunca foram reveladas. Quem gere a rede social não confirma se ela é real, fictícia ou uma composição de uma pessoa real aperfeiçoada com imagens geradas por computador.

Especula-se que foi criada pela equipa de uma startup de Los Angeles chamada Brud, que se descreve como “um grupo de solucionadores de problemas em robótica, inteligência artificial e seu uso para empresas de comunicação”. O repórter Damian Fowler, da BBC, solicitou em 2018 uma entrevista com Miquela. Segundo o jornalista, a entrevista foi realizada por e-mail com o publicitário e o agente de Miquela — e um deles trabalhava na Brud.

https://www.msn.com/pt-pt/meteorologia/ultimas-noticias/lil-miquela-%e2%80%93-a-influencer-que-n%c3%a3o-existe-e-tem-17-milh%c3%b5es-de-seguidores/ar-BBWAIIJ

Comentários

Notícias mais vistas:

"A Rússia quer aterrorizar a Europa, mas vai falhar"

 A Presidente da Comissão Europeia reúne-se com os líderes dos estados bálticos por causa das incursões de drones russos. "Quero elogiar a resiliência do povo báltico. Vocês responderam com calma e responsabilidade. E com uma mensagem clara para a Rússia: vão falhar". A Presidente von der Leyen reuniu-se em Vilnius com o Presidente da Lituânia, Gitanas Nausėda, o Presidente da Letónia, Edgars Rinkēvičs, e o Presidente da Estónia, Alar Karis. A visita ocorreu num momento crítico, uma vez que os Estados Bálticos enfrentam ataques híbridos contínuos, incluindo uma série de incursões não autorizadas com drones, seguidas de uma intensificação da campanha de desinformação. Estes incidentes resultaram na ativação repetida de protocolos de emergência, incluindo restrições ao espaço aéreo, ordens de confinamento em abrigos públicos, encerramento de escolas e instituições públicas e interrupções em infraestruturas críticas. “Os habitantes dos países bálticos têm vivenciado o que muitos...

"Decadência é tão grande que chega a ser difícil esconder". Agora Putin tem mesmo de jogar mas "todas as opções são más"

 De baixas catastróficas na frente de combate a um descontentamento popular impossível de abafar, a máquina de guerra da Rússia está a mostrar sinais de que não está nas melhores condições. Especialistas e até os mais fervorosos propagandistas do regime admitem que o presidente russo está sem opções Os sinais de insatisfação começam a multiplicar-se em Moscovo. Quando uma influencer com 13 milhões de seguidores fez um vídeo a falar da frustração popular, os alarmes começaram a soar no Kremlin. E o pior é que esta jovem não está sozinha. Para dezenas de milhões de russos a guerra deixou de ser um evento televisivo e passou a ser uma realidade diária. Os apagões de internet impostos pelo regime estão mesmo a acontecer, a inflação tornou-se impossível de mascarar e os ataques de drones ucranianos de longo alcance desfizeram o mito da supremacia militar russa. Algo está a mudar na Rússia de Putin e os especialistas alertam que esta espiral de desgaste pode colocar em causa a própria so...

Administração Trump “claramente não gosta” da União Europeia

 Kaja Kallas defende os países europeus devem manter-se unidos: "se atuarmos em conjunto, então somos potências equivalentes, somos fortes”, afirmou a alta representante da União Europeia (UE) para os Negócios Estrangeiros A chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas, afirmou este domingo que a administração do Presidente norte-americano, Donald Trump, “claramente não gosta” da União Europeia (UE), pois receia que os 27 Estados-membros em conjunto possam tornar-se uma potência equivalente. Kallas comparou esta atitude à da Rússia e da China. “É porque, se nos mantivermos unidos e atuarmos em conjunto, então somos potências equivalentes, somos fortes”, afirmou a alta representante da União Europeia (UE) para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança, numa entrevista realizada no âmbito da Conferência Lennart Meri, que decorre este fim de semana em Talin, capital da Estónia, advertindo que estas potências “querem desmantelar” o bloco comunitário. Neste contexto, disse estar ...